Modernizando os ditados
"Quem semeia e-mail, colhe spam".
"Para bom provedor, meia senha basta".
(e, na versão mais desbocada: "Para mau provedor, meia senha é bosta").
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Se a Microsoft comprasse a Apple, veja como ficaria o iPod!
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Todos nós precisamos tomar cuidado com respeito à veracidade daquilo que se encontra na Internet.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Outro dia, assisti a uma palestra sobre ‘Gestão da Carreira e da Vida Pessoal’, quando se falou que “devemos assumir o controle da própria vida”.
Fiquei depois pensando sobre o assunto e cheguei à conclusão que o ponto de partida para retomarmos as rédeas das nossas vidas está mais perto do que possamos imaginar, porque, sem sombra de dúvida, isso passa pelo AUTOconhecimento.
Fala-se muito da comunicação interpessoal, mas estou certo de que deveríamos nos voltar bem mais para o aprimoramento da nossa comunicação INTRApessoal.
Maduro (e realizado, e feliz) é o homem que se propõe a fazer uma “aventura interior”, num “mergulho” de fora para dentro. Assim, ao invés do foco comumente dado aos nossos atributos externos, a nossa maior conquista de fato ocorre quando nos interiorizamos.
E é somente aí que surgem, naturalmente, as questões filosóficas cruciais: De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? E é interiorizando que tomamos consciência do que realmente nos importa e para que direção queremos apontar nossas vidas.
Dizem que “querer é poder”. Mas como podemos nos livrar daqueles hábitos indesejáveis que exterminam as nossas iniciativas?
Explico: quantas vezes você já disse querer começar um regime (ou a academia, ou qualquer outra coisa) “na segunda-feira”? E, depois, com o propósito frustrado, a “culpa” passa a ser do mau tempo, de uma “obrigação importantíssima” que apareceu no trabalho, do engarrafamento no trânsito, do rádio-relógio que deveria ter tocado mais cedo, da preguiça... Assim, é essencial que reflitamos, que identifiquemos as velhas crenças, que tomemos consciência tanto do punhado de desculpas que muitas vezes usamos (para os outros e para nós mesmos), como dos obstáculos externos (mas principalmente dos internos!) que minam a nossa vontade.
Abandonar no meio do caminho tarefas ou objetivos que nós mesmos estabelecemos, começar muitas coisas sem concluí-las, adiar responsabilidades, não perseverar na conquista de nossos objetivos, desistir na primeira barreira que encontramos... São todos sintomas de dispersão interior. De falta de comunicação interna.
Profissionalmente, o homem que não interioriza pode até ter grandes aptidões e conhecimento, mas deixa-se levar “ao sabor das ondas”. Ele resiste em iniciar uma nova tarefa, pois ela o tirará de uma posição “de conforto”. Ele se aborrece, se desinteressa e se desmotiva no decorrer de uma atividade, pois nunca refletiu sobre o fim último daquela ação. E ele nunca quer chegar à perfeição, isto é, à completa finalização daquilo que está fazendo (pode até escalar uma montanha, mas nunca chega a vencer os últimos metros, aqueles que o levam “ao cume”; ele desiste antes.). Assim, desmotivado e desiludido, torna-se um homem profissionalmente frustrado e que passa a “culpar”, a tudo e a todos (menos a ele próprio!), pelas suas infelicidades.
Socialmente, o homem que não interioriza é apenas uma casca, é sem conteúdo, é vazio, é raso, é máscara, é aparência. Busca a felicidade nas coisas de fora, no que é exterior, e como a procura no lugar errado, nunca a acha. E se frustra. E se entristece. E se deprime. E culpa “o destino, que não lhe foi suficientemente generoso”.
Na família, o homem que não interioriza é ensimesmado. É capaz de passar horas navegando na Internet, lendo a revista Veja ou assistindo ao telejornal, sem notar que a esposa ou os filhos estão sozinhos na sala, carentes de atenção, de afeto, de amor. E novamente, chegam as desculpas: “Estou cansado, passei o dia todo trabalhando, preciso de um minuto de sossego!...”.
Espiritualmente, o homem que não interioriza é aquele que declara ser de determinada religião, mas sempre adiciona, logo em seguida, o termo “não praticante”. Sendo fraco, instável e preguiçoso no trabalho, socialmente e na família, não poderia ser diferente nas coisas de Deus. Assim, torna-se arrogante, cínico e orgulhoso perante o Criador. E, novamente, se vale de várias desculpas para se justificar, normalmente culpando “a Igreja, que seria antiquada por não aceitar o casamento gay, o divórcio e o aborto”; ou culpando “o padre que lhe sugeriu educar seus instintos ao invés de recorrer desregradamente à camisinha”; ou ainda “o pastor, que seria apenas um mercenário em busca do dinheiro dos iludidos fiéis”.
Daí a importância do relacionamento INTRApessoal! É só na reflexão mais íntima que cada um busca o real sentido da sua vida. E é só interiorizando que se educa a vontade para ser fiel não somente aos propósitos mais profundos – aqueles que dão sentido à vida - como também para agir segundo seu querer.
A vontade pode ser definida como a capacidade de fazer algo, antecipando conseqüências e sendo capaz de adiar uma recompensa. “Quero muito trocar de carro, mas minha prioridade é economizar para dar entrada num apartamento”. “Quero emagrecer e sou capaz de abrir mão de uma pizza ou de uma sobremesa”. Por mais que eu seja bombardeado por estímulos diversos, eu me coloco em movimento para alcançar uma meta. Vontade é essa perseverança que cresce diante dos desafios. É ter preguiça de ir à academia, mas insistir. É a tenacidade conquistada por nunca se deixar vencer pelos obstáculos. É saber o que se quer, aprendendo a disciplinar as necessidades.
Assim, maduro (e realizado, e feliz) é o profissional que não somente busca conhecer e desenvolver habilidades técnicas; é o pai e marido que não somente procura proporcionar bens materiais à sua família; é o filho de Deus que não somente procura comparecer (de corpo) às celebrações religiosas para simplesmente cumprir com uma tradição. Maduro, antes de qualquer coisa, é o homem que dedica tempo ao seu desenvolvimento interior.
"Conhece-te a ti mesmo!", dizia o filósofo. Só assim é que conseguiremos, de fato, assumir o controle das nossas vidas.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Penso que marketing será cada vez mais entendido como diálogo, e não simplesmente como monólogo.
Além disso, com as tecnologias hoje disponíveis, já não se pode mais pensar em comunicação puramente assíncrona. Explico:
No meu entendimento, o melhor da Internet é a possibilidade que ela oferece para as pessoas se comunicarem (nesse sentido, basta olhar para o estrondoso sucesso das redes sociais!).
Nos sistemas tecnológicos voltados à comunicação, há os que possuem características assíncronas, como e-mail, fóruns e blogs. E há as formas síncronas, que são caracterizadas pela simultaneidade, como chats, VoIP e videoconferências.
É certo que a comunicação assíncrona possibilita uma maior reflexividade, realçando mais a distância. Por outro lado, a comunicação síncrona é mais espontânea e propicia uma sensação de maior proximidade.
Assim, as duas são importantes! No entanto, as empresas ainda projetam seus sites de forma puramente assíncrona e fazem seus planos de marketing na filosofia do monólogo!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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"As melhores práticas" é a expressão da moda. Ela está em todos os cantos.
As melhores práticas disso, as melhores práticas daquilo...
Sobre isso, aqui vai uma breve reflexão:
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Didu mandou este link.
Passe o mouse em volta da cabeça do personagem e tanto os olhos como a cabeça vão acompanhar os movimentos
Em "Language", escolha a opção "Portuguese".
Em "Voice", escolha uma das opções "Brazilian"
Em "Enter Text", escreva uma palavra ou um texto, usando pontuação (. , ?).
Agora, clique em 'Say It', para que o personagem fale o que você escreveu.
Constate, com isso, como os sintetizadores de voz melhoraram, tanto na cadência da fala, como no sotaque!
Com isso, várias aplicações passam a ser possíveis. Por exemplo, você pode passar a "ouvir" as suas mensagens de e-mail, ao invé de lê-las.
Isso já era possível em alguns sistemas (nos Macs, por exemplo), mas não com essa qualidade de voz na língua Portuguesa do Brasil.
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"Os outros?" - pergunta o homem-criança -, "quem são os outros?".
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Você já notou que o orgulho é facilmente demonstrado pelas atitudes exteriores de uma pessoa; que a preguiça todos vêem; que a ira manifesta-se nas ações exteriores e explosivas; que a avareza é facilmente observável; que a gula é claramente percebida nos atos de comer; e que a mentira, cedo ou tarde, sempre se torna manifesta?
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A Nokia vai acompanhar essa estratégia? Ou vai preferir se diferenciar oferecendo aparelhos com mais recursos? O tempo dirá.
.
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Dizer que se tem idéias é o que eu chamo de "fala fácil". Difícil é apresentar idéias coerentes, possuir argumentação para defendê-las com lógica e, finalmente, implementá-las.
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Anunciado oficialmente o iPhone 3G: menor, mais veloz e mais barato. O Brasil é um dos países que está na lista dos 70 que terão o iPhone 3G ainda este ano (embora não esteja entre os 22 países onde haverá um lançamento simultâneo, em 11 de julho). Veja mais aqui.
E anunciado o MobileMe: com "push" e-mail, "push" calendário e "push" contatos. Vale a pena dar uma olhada, sendo que deverá ser concorrente direto do Blackberry (certamente, vai lhe roubar uma enorme fatia de mercado!).
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Uma das reclamações a respeito do iPhone é o seu peso elevado. Outra, o seu preço, também elevado.
Pois, após ouvir os consumidores, a Apple decidiu lançar, ainda nesta semana, o iPhone 2: menor e mais barato!
Virá também em vermelho e permitirá chamadas em vídeo-conferência. Veja mais sobre o assunto aqui.
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Parece que estamos todos nessa "Via Rápida" da vida, onde tudo é "para ontem", e as pessoas sentem-se importantes e orgulhosas de si ao dizerem, umas para as outras, que estão "na correria".
Tudo é fazer, e fazer rápido.
Ninguém pára mais para respirar. Não dá mais tempo. Nem ao menos para apreciar aquilo que se fez.
Agora, tenho que ir. Meu filho está dizendo que se não sairmos já, ele chegará tarde na escola. Até depois! Vou pela Via Rápida.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Gerson mandou este vídeo. Muito legal!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Se algum dia eu fosse elaborar um planejamento empresarial, ele certamente seria voltado a resultados(*), a serem alcançados com as seguintes "estratégias":
1. As pessoas serão valorizadas primeiramente pelo que são (isto é, "seres humanos") e depois (bem depois!) pelo que elas possam produzir para a empresa;
2. As regras gerais estabelecidas na empresa devem ser seguidas por todos, mas cada um será tratado de acordo com a sua individualidade;
3. Cada um passará a interessar-se pelo outro e procurará, a cada dia, esquecer-se um pouco mais de si próprio;
4. Todos viverão em plenitude o presente e nada mais (a doença do homem moderno é a inquietação excessiva pelo "amanhã", que o leva a deixar vazio o "hoje"; quanto era o "hoje" que deveria viver com intensidade);
5. Novas lideranças serão formadas e as lideranças naturais serão identificadas e incentivadas. Aqui, convém dizer o que entendo a respeito disso. Para mim, liderar é trabalhar pelo desenvolvimento dos indivíduos como funcionários da empresa e como cidadãos. É construir uma comunidade de pessoas através de valores compartilhados. É criar um espirito de equipe onde cada um cobre as fraquezas do outro e se complementa. É alinhar objetivos pessoais com os objetivos empresariais. É criar uma visão, um sonho, e fazer com que as pessoas sigam esse sonho, e o façam com alegria. É ser agente de transformação. É estar sempre pronto para as mudanças através da avaliação do ambiente e isso requer planejamento. É não esperar pelas mudanças, mas sim criá-las. É apresentar as mudanças através dos benefícios e das oportunidades. (Êpa! Já usei três vezes a palavra "mudança"! Mas saiba que isso não foi por acaso!). É agir com transparência mesmo que a verdade a ser dita seja dolorosa. É ouvir sem PRÉconceitos o que as pessoas tem a dizer. É ter auto-confiança e não ser e nem parecer arrogante. É não se acomodar. É buscar sempre o novo. É encarar o aparente fracasso não como uma derrota sem solução, mas sim como um adiamento da vitória. É aprender, reaprender e voltar a aprender. É encarar os desafios não como obstáculos, mas sim como oportunidades de aprendizado. É saber que a direção é mais importante que a velocidade. É não desistir, mesmo quando parece que tudo conspira contra você. É continuar pregando no deserto, à medida que você tem a convicção de que aquilo que defende é para o bem de todos e, individualmente, de cada um. É comunicar com palavras e, principalmente, com ações. É ter humildade para reconhecer que você não tem todas as respostas, mas sabe encontrar as perguntas certas e se apoiar nas pessoas que têm as respostas, independente do cargo ou da posição que elas ocupam. É ensinar o que sabe, praticar o que ensina e perguntar o que se ignora.
(*) sobre resultados, cada um pode defini-los da maneira que desejar. Eu os entendo não como a capacidade de a empresa receber, mas sim de dar, oferecer, contribuir.
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Dr. John Medina é um dos maiores experts no assunto.
Assista a uma apresentação dele (em Inglês):
Este é o seu livro:
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Aqui você vai encontrar vários artigos com muitas informações a respeito de CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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18:38
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O Amilcar mandou este artigo (em Inglês).
Bem na linha que eu gosto: a preocupação não é com a tecnologia em si (que é "meio"), mas com os seus impactos.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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O nosso ensino é fundamentalmente baseado na solução de exercícios.
E quanto mais "Ciência Exata" for, mas isso ocorre.
Na Escola de Engenharia, por exemplo, muitos exercícios são realizados, sendo que esse procedimento é baseado no uso de habilidades ou técnicas "sobreaprendidas"; ou seja, que são transformadas em rotinas automatizadas como conseqüência de uma prática contínua.
Devemos nos conscientizar, no entanto, que nós nos limitamos a exercitar uma técnica quando enfrentamos situações ou tarefas já conhecidas, que não representam nada de novo e que, portanto, podem ser resolvidas pelos caminhos ou meios habituais.
Um problema, por outro lado (ao contrário de um exercício) é, de certa forma, uma situação nova ou diferente do que já foi aprendido, e que requer, para a sua solução, a utilização estratégica de técnicas já conhecidas.
E essa abordagem estratégica em cima de um problema exige a ativação de diversos tipos e conhecimento, não só de diferentes procedimentos mas também de diferentes atitudes, motivações e conceitos. E isso requer, como hoje se costuma dizer, pensar "fora da caixa".
Porque os problemas, em geral, não são bem definidos ou estruturados (não vêm "encaixotados"!). E diria ainda que, na realidade...
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Lembra do computador Deep Fritz, que venceu o "invencível" campeão mundial de xadrez, Vladimir Kramnik?
Pois, agora, cientistas alemães lançam um goleiro que (segundo eles dizem) é imbatível! Chama-se Goalias.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Dentre as cinco cidades mais ecológicas do mundo está uma brasileira. Descubra qual.
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Será que, no Brasil, tecnologia tem sempre que vir acompanhada de dor de cabeça?
Explico isso, a partir de três "causos":
PRIMEIRO
Um amigo paulista, a respeito da TV digital (e que comprou o setup box!) dá o testemunho de que não há quase programação nas grandes redes televisivas, e que há sérios problemas de cobertura em Sáo Paulo.
Perguntei e ele, então, sobre a interatividade, e resposta foi rápida (e já com uma certa irritação da parte dele): "interatividade nenhuma!".
SEGUNDO
Durante o final de semana, estive procurando testar, em uma loja da minha operadora de celular, o modem banda larga que ela está anunciando tanto na TV.
O vendedor ficou por mais de uma hora tentando fazê-lo funcionar, porém... Nada! Não funcionou, nem com todas as tentativas do "técnico especialista" da própria operadora!
TERCEIRO
Outro amigo está tentando, já há uma semana, usar o (também muito anunciado) sistema de vídeo-chamadas do 3G.
Ele e a esposa trocaram seus aparelhos para "equipamentos compatíveis com 3G". Tinham a expectativa de que, com isso, conversariam entre eles por vídeo-chamadas. Mas não conseguem fazer a coisa funcionar. E a loja, onde compraram os telefones, não os ajuda nisso ("agora...", dizem os vendedores, "...é só através do 0800")!!!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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O ser humano, ao atingir determinado estado de evolução mental, passou a perceber a necessidade do ato de conhecer racionalmente o mundo à sua volta. E foi através do esforço consciente de sua vontade e de sua inteligência, que ele começou a perceber o vínculo existente entre as coisas individuais presentes no mundo, as quais lhe eram aparentemente desconexas (por sinal, a palavra “inteligência” vem do latim intelegere, significando justamente “ler entre linhas”, isto é, “perceber o que se esconde por detrás das coisas aparentemente desconexas”).
Aí nasce a filosofia, que hoje tem sido vista, por muitos, como "perfumaria", algo teórico ou "sem qualquer praticidade", e até mesmo como “coisa de louco” ou de "sonhador". O termo filosofia, no entendimento corrente de várias pessoas, significa apenas “o domínio teórico nebuloso de problemas sem solução”, sendo que estaria “destituída de sentido prático” e “distante do cotidiano”.
Mas isso não está correto!
O conhecimento filosófico é crucial para entendermos as coisas que nos rodeiam.
E, ao dizer isso, afirmo categoricamente que os gerentes de uma empresa assumem posturas filosóficas, assim como os religiosos, os políticos, os “rockeiros”, os ecologistas, os sindicalistas e assim por diante... Quer tenham consciência disso ou não!
Portanto, não seria melhor que todos conhecessem um pouco mais sobre aquilo que (a sentimento) praticam?
Resumindo, a filosofia está presente na nossa existência e a sua utilização permite ao ser humano pensar com maior clareza, refletindo mais profundamente sobre suas ações.
E o pensamento, este maravilhoso criador de conceitos e sentidos, é o responsável por todos os nossos valores, servindo de fundamento para todas as nossas construções, em todos os níveis, por todas as épocas.
No seu contexto mais amplo, portanto, a filosofia deve ser entendida como uma concepção geral do mundo, da qual se deduz certa forma de conduta. Assim, não se resume a algumas teorias destacadas da realidade; pelo contrário: é através dela que conseguimos entender racionalmente aquilo que nos cerca e, assim, balizar as nossas ações!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Quem não poderia contar, ainda que em ordens diversas, experiências como as seguintes:
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Marcos de Lacerda Pessoa
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