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Marcos de Lacerda Pessoa
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07:24
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(*) Se o texto acima estiver pequeno demais no seu computador, clique sobre ele. Foi extraído do livro "Mudar? Para que?", de Leandro Martins, que é Administrador e Professor de assuntos relacionados à Estratégia. Vale a pena ler! O livro é publicado pela Digerati Books.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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17:59
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Saiu na Folha Online. Saiu no Terra. E já era previsto pelo G1 e pelo Valor Online.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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17:29
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Pelo que conseguir depurar, as maiores vantagens, até o momento, são para desenvolvedores. Para os usuários comuns, o Live Mesh possibilita sincronizar arquivos entre computadores, bem como controlar outros dispositivos, remotamente. É esperar para ver, mas no momento eu arriscaria dizer: nada que um Apple Mac já não faça!
No entanto, o que mais importa aqui é observar a atual tendência da Microsoft em integrar as suas inúmeras ferramentas em um único ambiente, utilizando a web, a exemplo do que o Google tem feito.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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09:42
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Por falar em MIT, aquele instituto acabou de ter a sua área de Engenharia novamente classificada como a "número um" dos EUA.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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09:21
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Sempre que possível, tenho citado a Rebecca Henderson, do MIT, pelo fato que ela é uma das maiores "feras" da atualidade na área de estratégias para empresas de base tecnológica.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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07:08
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Talvez eu seja um dos mais fiéis clientes da TIM, minha única operadora, pelo menos até agora.
A TIM entrou oficialmente no 3G. Fui verificar os preços e são bastante competitivos, pelo menos até junho de 2008 (sim, eu li as minúsculas letrinhas no pé do plano 3G da TIM!).
Além disso, há uma enorme facilidade de migração para o 3G. O cliente atual não precisa trocar seu chip. Mas o problema, vem na compatibilidade. E embora eu tenha um aparelho que, segundo o fabricante, é compatível com a tecnologia 3G, a questão passa a ser a freqüência.
A TIM já está atendendo Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador, na freqüência de 850 MHz (a mesma usada pela Claro). Essas cidades contam com os aparelhos Nokia 6267, Nokia 5610, Nokia 6120 e Sony Ericsson K850. Já as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo usarão a freqüência de 2100 MHz (licitada, mas que depende de uma decisão da Anatel para começar a funcionar). Essas capitais terão os celulares Nokia N95, Nokia N81, Sony Ericsson W910, Nokia 6267, Nokia 5610, Sony Ericsson K850 e Nokia 6120.
Então, se você tem um aparelho que opera na freqüência 2100 e o quer utilizar a rede 3G, por exemplo, em Curitiba... Esqueça!
Porém, se o seu aparelho 3G está na freqüência compatível com a sua cidade, a transição será bem fácil, bastando uma visita à loja da operadora. Os preços dos planos se mantém os mesmos, com destaque para os 250 MB de dados incluídos.
O TIM Web, para acesso sem fio à Internet em notebooks e desktops, está com planos ilimitados com velocidades de 1 Mbps (R$ 99,90) e 7 Mbps (R$ 159,90): graças à tecnologia HSDPA, evolução da UMTS que já era considerada de terceira geração. A empresa garantiu que não vai colocar limite para download de dados.
Parece que a operadora aposta na disseminação da terceira geração para pagar a conta do investimento na rede. Com bons celulares e velocidade de acesso, os clientes tendem a usar mais a Internet e os serviços agregados, como a videochamada.
Se os 7 Mbps do HSDPA forem verdadeiros na prática, então haverá uma forte concorrência com a banda larga tradicional, por cabo ou ADSL.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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13:43
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Os empreendedores norte-americanos ganham dinheiro, geram riqueza e criam empregos estabelecendo empresas sólidas não só por contarem com condições econômicas favoráveis, mas também porque são educados para a vida financeira, desde cedo.
Ao contrário do que acontece no Brasil, o espírito empreendedor é valorizado e incentivado, desde a infância, no cotidiano da família americana.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:37
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Há quem estranhe estarmos tratando de temas antropológicos e filosóficos em um blog voltado às TICs.
A minha fundamentação é a seguinte: essas áreas do conhecimento deverão ser cada vez mais essenciais à compreensão das empresas e de seus mercados, e ao conseqüente planejamento de seu futuro. E isso é especialmente significativo nos casos em que a evolução ocorre de forma mais dinâmica, como no mercado das TICs
Descobrindo e revelando hábitos e costumes dos consumidores, a Antropologia e a Filosofia já vêm sendo utilizadas por grandes empresas (em especial nos países mais desenvolvidos da Europa), para o planejamento de novos produtos e serviços.
Toda empresa possui uma "cultura" que está mais ou menos oculta e que, na verdade, a define e a diferencia das demais.
Essa cultura é formada pelo conjunto das tradições (o passado), das necessidades (o presente) e das aspirações (o futuro) da empresa e de seus gerentes.
É só por meio do maior conhecimento dessa cultura que a empresa pode crescer com segurança e tranqüilidade, aproveitando as razões de seu sucesso e alterando o que deve ser modificado (ou complementado), mas sem romper com os valores culturais fundamentais, da empresa e das pessoas.
Identificando e respeitando os valores culturais (nem sempre explícitos), as pessoas que a compõem, e que com ela se relacionam, podem colocar muito mais energia e dedicação ao que fazem, conduzindo a empresa a um sucesso maior.
Essa deve ser a base do uso da Antropologia e da Filosofia nas empresas: observação para compreender os valores e crenças de seus empregados, gerentes, fornecedores, acionistas e clientes, para, assim, trabalhar com o seu futuro.
O que pode garantir o sucesso de uma empresa amanhã é a questão fundamental que a Antropologia e da Filosofia nas empresas deve buscar responder. Afinal, infelizmente muitas empresas esquecem elas são feitas pelas pessoas e para as pessoas!
Sem modelos pré-definidos, a Antropologia e a Filosofia devem buscar identificar e reforçar os pontos fortes e os indicadores positivos da empresa, do ponto de vista dos clientes, do mercado, dos colaboradores, dos fornecedores, da comunidade... A, a partir disso, desenvolver projetos inovadores que a farão vencer os desafios da competitividade, de forma segura e harmoniosa.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:07
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Kathleen Eisenhardt é Professora de Estratégia e Organização da Stanford University, nos EUA, e consultora de empresas do setor de informática e telecom, particularmente a de decisões estratégicas.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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08:34
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O Luiz (embora eu ainda não saiba "que Luiz") está fazendo excelentes comentários neste blog e eu estou bastante feliz com isso!
Ainda sobre a questão do relativismo, segue um "causo" interessante, que é contado por outro Luiz (o Luiz Carlos Lodi da Cruz):
Certa vez os matemáticos de um país viram-se às voltas com um problema intrincado: quantas diagonais podem ser traçadas em um icoságono? Era preciso desenhar um polígono de 20 lados (icoságono) e depois, pacientemente, unir os vértices não consecutivos dois a dois e contar o número de diagonais traçadas.
Um matemático jovem, aplicando uma fórmula algébrica simples, afirmou que no icoságono havia 170 diagonais. Este número foi considerado elevado demais por alguns, pequeno demais por outros, e houve polêmica na assembléia. Foi então que o presidente da mesa teve uma idéia genial: resolver o caso por meio de uma votação.
Cada matemático recebeu uma cédula onde escreveu quantas diagonais ele "achava" que o icoságono deveria ter. Feita a apuração dos votos, o número 100 ganhou por maioria. O presidente então falou com voz magistral: "Fica decretado por esta assembléia que o icoságono tem exatamente 100 diagonais, nada mais, nada menos".
Esta estória é obviamente absurda e ridícula, pois as verdades matemáticas não se decidem pelo "achismo". Já dizia alguém com sabedoria: "Dois mais dois são quatro, mesmo contra a minha vontade".
No entanto, quando se trata de verdades morais, muito mais importantes que as verdades matemáticas, parece que a maioria pode defini-las por votação e decreto. Por exemplo: um ser humano não nascido tem ou não tem direito à vida? É evidente que tem! Trata-se de uma verdade moral, que deriva da dignidade do homem, criado à imagem e semelhança de Deus.
Aliás, se tirarmos do homem (grande ou pequeno, forte ou fraco, nascido ou não nascido) o direito à vida, de que adiantarão os outros direitos (saúde, educação, segurança, propriedade...)? Pode um defunto ter saúde? Pode um morto receber educação? Pode um cadáver gozar de segurança? Pode um falecido possuir bens?
O direito à vida, desde a concepção, é uma verdade gritante. No entanto está em cena no Congresso Nacional a seguinte comédia: definir por votação se esta verdade vai ou não continuar sendo verdade. A maioria terá o poder de decidir, por exemplo, que a criança não nascida é um ser bruto cujos restos mortais podem encher as latas de lixo dos hospitais.
O simples fato de isto ser posto em votação é vergonhoso! Se além de votado, o assassinato intra-uterino for aprovado, o Brasil estará assinando seu atestado de brutalidade e selvageria. A partir daí esta nação simplesmente não merecerá mais subsistir.
E veja que este texto não reflete opiniões e nem achimos! Estamos falando da dignidade humana: aquela que, até mais do que a própria inteligência, nos diferencia dos animais!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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13:53
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É curioso como as pessoas preferem enviar mensagens de e-mail sobre os textos daqui, à fazer comentários no próprio blog.
Vou tentar, então, responder a três questionamentos que me foram feitos:
Sou também contra as opiniões que eu eventualmente tenha. E justifico isso com base na conhecida frase: “o homem é a medida de todas as coisas”.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:25
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A passividade é um fenômeno que está dentro do nevoeiro da pós-modernidade, e que se deve combater, sem passividade!
Percebe-se, entre o senso comum, que existe uma grande confusão entre os qualificativos ‘pacífico’ e ‘passivo’. Nesse sentido, é importante nos darmos conta de que Mahatma Gandhi e outros que lutaram ativamente pela defesa dos direitos humanos, como Martin Luther King, foram pacíficos; jamais passivos!
Nas situações de protesto, por exemplo, o pacífico se caracteriza pela não recorrência à violência; já o passivo, geralmente ‘não protesta’: ele opta por anuir e consentir, mesmo sem concordar com alguma coisa, pactuando-se com os demais, e escondendo-se atrás do “consenso” (outra palavra que, hoje, é confundida com ‘espírito democrático’ e, em muitas ocasiões, esconde sob uma roupagem "politicamente mais correta" o conformismo ou a passividade. Sobre isso, vale a pena ler o livro "Dissensões e Consenso", de Serge Moscovici e Willem Doise, 1991, que trata da questão das decisões coletivas).
A passividade caminha muito próxima da ‘covardia’ e da anulação do dever da consciência diante da observação dos fatos e das ações que são necessárias. O passivo prefere ‘não fazer’ (mesmo indo contra à sua consciência, que lhe solicita abraçar uma causa ou um dever moral), do que ‘fazer e correr riscos’. Assim, ele passa a compactuar com a mediocridade das massas e ser cúmplice do status quo, sendo que, para isso, aceita brigar com a sua própria consciência, que nunca mais o deixará em paz, nem por um segundo, e o consumirá aos poucos.
O passivo prefere o anonimato, que o deixa momentaneamente confortável e imune às críticas e oposições. Para isso, prefere manifestar-se evitando frases diretas que possam demonstrar que a opinião é sua. Assim, usam expressões do tipo:
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Marcos de Lacerda Pessoa
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07:25
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Logo após a tragédia do Areia Branca, quando o edifício virou escombros, um dos desolados ex-moradores deu entrevista lamentando, acima de tudo, ter perdido os cantinhos da casa.
Mais do que o risco de morte que tinha corrido, mais do que a perda de um patrimônio, mais do que a situação de sem-teto na qual se encontrava naquele momento, o desafortunado lamentava ter perdido para sempre os cantinhos da casa.
Ainda que feito sem maiores detalhes, o depoimento nos toca profundamente, ao imaginarmos a importância emocional que tais cantinhos deviam representar na vida daquele senhor e os motivos que o levaram a fazer, de pronto, esta declaração.
Diariamente, fujo da frente do computador e vou interagir com amigos, tomando um...
Como é infinitamente melhor, mais agradável e mais rica a interação homem-amigos comparada à interação homem-máquinas!Externamos pontos de vista, trocamos idéias e sonhamos com projetos que possam conduzir a sociedade a uma vida melhor e mais feliz.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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16:26
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Em um recente evento na área de telecom, um dos ilustres palestrantes, ao falar sobre Governança Corporativa, abordou o interessantíssimo conceito de CONSELHEIRO INDEPENDENTE (aquele que 'aconselha' de forma independente, isto é, sem ter interesses pessoais com aquilo).
Dentro dessa mesma filosofia, você já pensou como a vida seria diferente se todas as pessoas colocassem os interesses coletivos acima dos pessoais?
Os casais seriam mais felizes; as famílias seriam mais unidas; as amizades seriam mais fortalecidas; as empresas seriam mais eficientes e prósperas; até mesmo as reuniões de condomínio seriam bem mais tranqüilas!...
...e surgiriam os líderes naturais,
que teriam a aceitação e o apoio de todos.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Esta é a capa de uma das mais prestigiadas revistas do planeta.
Desafio você a achar os erros causados a partir do uso do Photoshop.
Note, por exemplo, que o iceberg está flutuando sobre as águas. E que estas simplesmente refletem a parte exposta do bloco de gelo. E veja o reflexo das bandeiras, como está totalmente mal posicionado. E parece que o ambiente é de uma praia, onde se colocou o gelo e o reflexo, em uma montagem grosseira.
A propósito, este blog é especializado em apontar erros desastrosos a partir do Photoshop.
Para finalizar, responda rápido: quem errou, o Photoshop ou o ser humano que o utilizou?
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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:31
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Quando o transporte coletivo é caro ou ineficente, aparecem as vans e lotações.
Dentro do mesmo espírito, e a partir da possibilidade do uso de VoIP em telefones celulares, as pessoas vão partir para esse tipo de solução, ao invés de recorrerem aos tradicionais orelhões (que são de uso mais caro, exigem compra de cartão e, em geral, encontram-se em péssimo estado de conservação, até porque são os que mais sofrem com vandalismo ).
E, de fato, esse fenômeno já começa a ocorrer. Veja esta foto e o texto sobre os...
TELECAMELÔS!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Veja este site do mundo Linux.
E depois, veja este site do mundo Apple Mac .
Agora, compare abaixo o visual dos dois sistemas operacionais: 

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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:13
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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:00
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A primeira página do Google é bastante singela, mas por trás da sua simplicidade há inúmeras ferramentas, aplicativos, possibilidades...
Uma delas é o Google Faces, que ainda pouca gente conhece.
Dentro do Google, clique em Imagens, escolha Pesquisa avançada de imagens, e, então, escolha a opção Faces.
Digite no campo, por exemplo, a palavra Arosio, e você vai ver várias faces daquela que já foi a garota propaganda da Embratel.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:03
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Ontem, o meu computador foi dormir bem.

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Marcos de Lacerda Pessoa
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Não é para menos que a Microsoft está buscando aquisições para aumentar a sua participação na web! Leia esta matéria e constate que, aos poucos, a Google foi "aquecendo a água" do Bill Gates...
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando.
O mestre tentou tirá-lo, e, novamente, o animal o picou.
Alguém que estava observando aproximou-se do mestre e disse: "Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?".
Pode-se tirar, desse texto, uma série de lições. Mas a que quero enfatizar agora é que as técnicas mais avançadas de marketing pressupõem ajudar os outros (os consumidores) A MELHORAR A SUA (QUALIDADE DE) VIDA.
Parece óbvio, mas não é! Especialmente quando se trata de produtos e serviços de base tecnológica, quando foco facilmente deriva para a maximização dos lucros, a escovação de bits, ou ainda, a produção de papers. E os usuários consumidores acabam sendo relegados a um plano inferior!
E, se ajudar os outros não está na natureza daqueles que concebem e comercializam um determinado produto ou serviço tecnológico, então que o dono (ou gerente) da empresa que os vende comece a se preocupar!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Origami é a antiga arte japonesa de dobradura de papel.
Mas o MIT considera o origami mais do que arte apenas: é também ciência, uma vez que são utilizados princípios de geometria e equacionamentos matemáticos.
Assista a este vídeo, que mostra a logomarca do MIT sendo feita em origami. E outro exemplo, onde o "golden beaver" (mascote dos ex-alunos do MIT) é produzido em origami.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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