sexta-feira, 30 de julho de 2010

MEDO: a maior barreira para empreender e para inovar




NUNCA TENHA RECEIO DE TENTAR ALGO NOVO.

LEMBRE:

A ARCA FOI FEITA POR AMADORES. O TITANIC, POR PROFISSIONAIS.

Inovação aberta: necessária?


A Apple é fantástica por vários fatores, como por compreender que a inovação deve ir além do produto. Ela inova nos serviços, no design, no marketing, nas apresentações dos novos produtos,...

O fato é que a inovação está no DNA da Apple. E isso é dificílimo de ser obtido, significando o mais elevado nivel de maturidade em termos de inovação empresarial, sendo extremamente complexo para outras empresas alcançarem tal façanha, pois isso demanda "formar uma cultura", o que requer muito tempo e um esforço contínuo, de toda a empresa.

Inovação exige paixão!

Quem empreende inovação precisa ser uma apaixonado pelo que faz. E isso, quando alcançado, passa a ser naturalmente transmitido aos usuários. Os usuários dos produtos Apple são, definitivamente, apaixonados pelos mesmos.

Inovação aberta? Atualmente, fala-se muito sobre isso. No entanto, a Apple, empresa que considero ser o verdadeiro ícone da inovação no planeta, não tem nada de "aberta"!

Está certo que a Apple é uma organização diferenciada, única, mas o fato de ela não fazer "inovação aberta" demonstra, na prática, que não é necessário que se abra o processo de inovação em uma empresa, para que sejam gerados produtos e serviços excepcionais.

E ressalto, mais uma vez, que a Apple é dificilmente reproduzível, imitável, copiável...

terça-feira, 27 de julho de 2010

Climate change


É fundamental que uma empresa se preocupe com a ESTRATÉGIA, isto é, com definir bem os seus objetivos, com elaborar os planos necessários para atingi-los, com providenciar os recursos demandados,...

Entretanto, outros fatores também exigem cuidadosa atenção, como por exemplo, o CLIMA ORGANIZACIONAL. Este, está diretamente relacionado a inspirar pessoas, a motivar equipes, a proporcionar a "alegria pelo trabalho bem feito", a gerar uma "vontade de fazer acontecer", a extrair o melhor de cada um.

Acontece que o CLIMA é algo bem mais sensível, sendo que a equipe é muito menos tolerante a um eventual descaso da sua chefia com respeito a isso.

Além do mais, a ESTRATÉGIA pode ser alterada a qualquer momento e de maneira rápida; porém, modificar um "clima tenso", uma "atmosfera pesada", com o pessoal já desanimado e desmotivado, demanda muito mais tempo e uma enorme energia (se é que ainda é possível modificar um clima deteriorado por muito tempo!).

sábado, 3 de julho de 2010

Principais características do empreendedor

Dizem que os empreendedores de sucesso (Bill Gates e Steve Jobs, por exemplo) são pessoas de cabeça.

É claro que são pessoas inteligentes, disso ninguém duvida. Entretanto, antes de tudo, são pessoas que colocam o
coração naquilo que fazem.

Todo empreendedor de sucesso tem
verdadeira paixão por aquilo que faz. É a paixão que faz a grande diferença!

Entusiasmo e paixão:
no meu entender, as principais características de um empreendedor de sucesso.

Vontade

Fico impressionado ao constatar que muitas pessoas aparentam não querer aprender coisas novas. Vivem satisfeitas com o que sabem e, assim, estacionam. Não evoluem.

Gerentes e chefes, em geral, dizem que muitos de seus colaboradores simplesmente "desistem", como se lhes tivesse esgotado a bateria. Vão até certo ponto e, daí em diante, não querem mais crescer e recusam os desafios. Não desejam aprender coisas novas. Não questionam. Conformam-se. Param.


Muitas empresas têm bons programas de treinamento, mas é necessário que as pessoas queiram aprender. Ninguém consegue ensinar quem não tem vontade aprender. Esse é o desafio.

Todo mundo vê as pingas que tomo, mas não vê os tombos que levo

Quem quer empreender e inovar, tem que ficar surdo às negativas que sempre aparecem.

-Isso é sonho!... -Isso não vai dar certo!... -Loucura!...

E quando o empreendimento é viabilizado, aí esses indivíduos negativos imaginam que tudo foi muito fácil, até rápido demais, e que não passou de pura... Sorte!

-Hoje as coisas são mais difíceis; na época em que ele empreendeu aquilo, era muito mais fácil... -Fez porque foi apadrinhado pelo fulano... -Qualquer um faria aquilo; ele só estava na hora certa, no lugar certo...


Você já viu esse "filme" antes?

Antes, muito suor!


É impressionante ver como os jovens que têm hoje ingressado nos ambientes de trabalho, já querem ser promovidos.

Ambicionam conseguir, imediatamente, sucesso material e prestígio.

Desejam ser reconhecidos como profissionais competentes, mesmo antes de terem tempo para mostrar competência.

Mas não pode haver ilusão! A não ser que alguém seja premiado na loteria, a verdade é que, para que se tenha algum sucesso, é preciso muito trabalho, muito foco no que se faz, muito empenho, muito suor, muitas lutas, muita dedicação, muita persistência, muitas noites mal dormidas!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Primata?

Desde o primata Australophitecus, passaram-se 3 milhões de anos.

No entanto, se esses 3 milhões de anos fossem condensados em apenas 1 ano, as mudanças radicais que temos experimentado na ciência e na tecnologia teriam ocorrido somente nos últimos 15 segundos.

Em nenhum período da História houve tantas mudanças ao mesmo tempo, quanto agora. E esse processo só tende a se intensificar.

Portanto, se você não deseja virar um Australophitecus em pleno Século XXI, então...

...MUDE! MUDE! MUDE!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Você é um bom identificador de problemas?



Então saiba que, com essa característica, você está entre a grande maioria dos profissionais.

Realmente diferenciados são aqueles que, identificando algum problema, tentam resolvê-lo, já apresentando ao superior hierárquico a solução, ou algumas opções de solução.

sábado, 26 de junho de 2010

Internet em números (XXX)

The Stats on Internet Pornography
Via: Online MBA

terça-feira, 22 de junho de 2010

Os diferentes níveis do "servir"



O sentido do "servir" (ou de "doar-se") é algo que pode ter diferentes níveis:

PRIMEIRO: a pessoa "serve" a ela mesma. Trata-se daquele indivíduo que, como usualmente se diz, olha somente para o seu próprio umbigo.

SEGUNDO: a pessoa "doa-se" para as outras pessoas, mas apenas com o intuito de cativar (motivar, entusiasmar,...) as outras pessoas, a fim de que elas trabalhem mais eficientemente 'para ela'. Essa é, na verdade, uma variação do primeiro nível.

TERCEIRO: a pessoa doa-se alegramente para as outras pessoas, sem qualquer tipo de interesse próprio. Doa-se pois entende a vida num sentido mais elevado, com um propósito superior, que é muito maior do que o puramente terreno, imediatista, antropocêntrico.

A pessoa do PRIMEIRO nível é puramente egoísta (e, muitas vezes, nem percebe isso). Já a do SEGUNDO nível é egoísta e maquiavélica, pois usa os outros para seu próprio benefício, além de deixar a (falsa) impressão de que se interessa, de fato, por alguém. E a do TERCEIRO nível, por outro lado, certamente alcançou um patamar bastante superior, o qual devemos, todos, buscar.



Não nos cabe julgar ninguém, mas temos a obrigação de refletir a respeito disso, de modo a que perguntemos, para nós mesmos, em que nível nos encontramos: somos realmente capazes de fazer pelos outros (servi-los) de forma totalmente desapegada, sem qualquer interesse próprio?

segunda-feira, 21 de junho de 2010



Hoje, é bem conhecido o fato de que você interpreta um gráfico, faz projetos de engenharia e realiza uma análise numérica qualquer, com seu hemisfério cerebral esquerdo, enquanto você usa o lado direito de sua cabeça para inovar, ser criativo, tocar uma música e apreciar uma obra de arte.

"A satisfação que meu hemisfério direito está sentindo é maior que a capacidade do meu hemisfério esquerdo de explicá-lo."
(Dr R. Sperry, Prêmio Nobel de Medicina em 1981).

Sabe-se, igualmente, que há pessoas com o lado equerdo mais desenvolvido; e outras, com predominância no funcionamento do lado direito.



Também é bem conhecido (mas, infelizmente, nem sempre aplicado) o fato de que a vida corporativa contemporânea exige um mix de profissionais, contemplando predominâncias distintas de hemisférios cerebrais, maximizando-se assim a eficiência, especialmente quando o ambiente proporciona um trabalho integrado e harmônico entre essas pessoas.


Em função da aceleração das mudanças, vivemos uma época em que, mais do que nunca, precisamos nos empenhar para bem administrar as nossas empresas e as nossas carreiras (hemisfério cerebral esquerdo) , mas nunca podemos parar de criar e inovar (hemisfério cerebral direito) para melhorar nossa competitividade.


É a integração de indivíduos com predominâncias cerebrais diferentes que possibilita o fluxo de novas reflexões (sobre velhos modelos), novos modelos (sobre velhas ideias), novas ideias (sobre velhos processos), novos processos (sobre velhos pensamentos). E assim, progressivamente, alcançam-se novos modelos, novas ideias, novos processos, novos pensamentos,...


Cabe às áreas de RH procurarem contratar pessoas de tal forma que ocorra esse mix na proporção adequada. E à empresa como um todo, a tarefa de proporcionar ambientes que permitam uma interatividade proveitosa, para a empresa e para cada um dos empregados, independentemente do seu tipo predominante de potencial (analítico/sintético, abstrato/analógico, digital/espacial, linear/sistêmico, verbal/introspectivo, operacional/estratégico, lógico/intuitivo,...).


terça-feira, 25 de maio de 2010

Unindo duas boas invenções

domingo, 16 de maio de 2010

Empreendedorismo

Qual seria a melhor definição de EMPREENDEDORISMO? Coletei algumas:

"Uma atividade que permite criar, manter e fazer crescer uma empresa lucrativa".

"Comportamento que leva à criação de uma nova empresa".

"Uma nova produção de bens ou serviços, aproveitando-se uma oportunidade com todas as sua consequências".

"Novas iniciativas de negócios inicialmente concebidos e em seguida desenvolvidos psara atingir o mercado".

"Uma maneira de ver as coisas e um processo para criar e desenvolver atividades econômicas com base em risco, criatividade e inovação de gestão, no interior de uma organização nova ou existente".

E você, o que acha que é empreendedorismo?

domingo, 18 de abril de 2010

A quem podemos julgar?


Um colega disse que eu estava sendo arrogante com ele.

Certa vez, aprendi com um amigo (de Boston, USA) a frase "
do not shoot the messenger". Isso implica que sempre que recebemos uma mensagem (do tipo daquela do meu colega), não devemos rebatê-la, sem antes refletirmos sobre a mesma. E foi o que fiz...

Por outro lado, aprendi com outro Amigo (de Nazaré, Israel) a frase "
Não julgueis". Isso implica que pessoa alguma é grande o suficiente para julgar outro alguém. Pois o ato de julgar, em si, seria (este sim!) definitivamente arrogante.

Pensemos: quando uma pessoa julga a outra desse modo, quem estaria cometendo uma falta maior: o julgado (acusado de arrogância) ou quem julgou? De quem seria "a arrogância maior"?

É claro que aquele que julga sempre se justifica dizendo:

- Veja que legal que eu sou!... Estou lhe dando um
feedback!....

E, achando-se protegido por detrás dessa frase, somente comprova sua postura covarde e traiçoeira: "a mão que afaga é a mão que apunhala" (sim, apunhala, pois quem realmente quer dar um feedback positivo, não realiza a crítica em público, como o meu colega fez, mas a pratica de forma pessoal e isolada).

O diálogo abaixo, que também é verídico, tem a ver com este assunto, sendo que foi travado em outubro de 1995, entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

Os americanos começaram na maciota:

- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam de pronto:

- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.

O americano ficou mordido:

- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.

Mas o canadense insistiu:

- Não. Mude o SEU curso atual.

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.

E o canadense respondeu:

- Aqui é um farol, câmbio!


Reflexão:

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...

Serve para mim. Serve para meu colega. Serve para todos nós.



terça-feira, 6 de abril de 2010

Ficar?

Hoje, “ficar com alguém” quer dizer exatamente o contrário: que NÃO SE VAI ficar com aquele alguém.


E hoje, onde nada (nem ninguém) fica, é possível admitir alguém que fica insistindo na mesma tecla? Dá para entender pessoas que ainda ficam com um só objetivo, uma só ideia (fixa e sem acento no “e”), um só pensamento?

sábado, 3 de abril de 2010

Feliz Páscoa!




Que nela você veja tanto amor, saúde e paz, quando tem visto de chocolate; e que a doçura esteja mesmo é no seu coração.

terça-feira, 16 de março de 2010

É tempo de renovação


O blog entra em férias.



domingo, 14 de março de 2010

Inovação

A GRANDE CAPACIDADE INOVADORA NAS EMPRESAS
NÃO ESTÁ NOS DEPARTAMENTOS DE PESQUISA E LABORATÓRIOS...

...ESTÁ EM QUALQUER LUGAR.

Inovar... Até quando?


É comum pessoas acharem que já não há mais espaço para inovação na empresa.

Assim como é comum, nessas situações, que se diga algo como:

- "Afinal, não damos conta nem do que já temos hoje; que dirá se buscarmos alguma outra novidade!"...

Com respeito a esse pensamento, quero afirmar o seguinte:

A EMPRESA DO FUTURO
É AQUELA QUE VALORIZAR E SE MANTIVER CENTRADA NO SEU
CAPITAL INTELECTUAL...

...NA SUA CAPACIDADE DE SE REINVENTAR E INOVAR.



Terapia salvadora

Diz Rafael Cifuentes que, no nosso tempo, uma das maiores doenças é a vontade de triunfar a todo o custo.


De fato, a sociedade competitiva em que vivemos criou a necessidade psicológica do sucesso. É preciso subir na escala social! É necessário ganhar status! Despertar admiração!


A profissão tornou-se fundamentalmente um pedestal. Daí vem a corrida pelos postos rendosos e honoríficos, catalisada pelo doping da vaidade que lança adrenalina nas veias, incentivando à realização de um trabalho desmedido e descabido. Atividades frenéticas que acabam por desgastar a pessoa pelo stress, depressão e outros distúrbios psicológicos, a não ser que antes tenha sido fulminada pelo infarto.


Não raro, diz Cifuentes, o habitante das nossas cidades é um homem escravo, dominado pela paixão da vaidade e da ambição. Não é dono do seu destino pessoal. Faz parte da máquina de uma sociedade globalizada que enaltece a produtividade e tritura a “ineficácia”.


Acontece que, quando um homem não possui o comando da sua vida, perde a sua categoria humana, a sua prerrogativa essencial que o distingue da planta ou do animal: a de não ter uma vida autônoma.


Todos os fatores externos, a opinião alheia, os slogans propagandísticos, as ideias e sentimentos que a televisão, o rádio, os jornais e a Internet querem incutir em cada pessoa a marteladas, passam então a invadir o centro solene da sua alma e é como se injetassem uma espécie de “narcótico” nas veias do seu ser, colocando-o num estado pré-hipnótico.


É urgente que nos interiorizemos!


O homem que perdeu o silêncio e o recolhimento não somente perdeu um atributo: foi modificado em toda a sua estrutura.


Muitos já dizem que vida interior seria uma noção muito antiquada para o século XXI. Que aquilo que importa hoje seria somente o dinamismo e a eficácia, pois só seria possível sentir-se bem na ação. Reflexão, oração – dizem –, isso está bem para um monge, para uma freira, mas não para pessoas “comuns”. Pessoas estas que, hoje, têm muito a fazer... São continuamente assaltadas pelas responsabilidades e obrigações... Não têm um minuto livre... Vivem “na correria”... Os filhos, o cônjuge, os problemas em casa, o trabalho, a empresa, os negócios, os mil assuntos a resolver solicitam-lhes alguma ação, alguma atenção. Não há mais tempo para lero-leros.


No entanto, para os que assim pensam, é preciso ressaltar que aquilo que distingue o ser humano de uma máquina é precisamente o aspecto interior, os pensamentos, os sentimentos. Uma máquina realiza exteriormente o que o homem pode realizar, mas não pode sentir nem pensar.


Quem diz que só é feliz com a ação, está enganado!


A felicidade não está nas coisas sobre as quais um indivíduo atua – por exemplo, se é engenheiro, nos tijolos dos edifícios que constrói – mas ela se verifica em razão da plenitude que essa pessoa experimenta pelo exercício das suas faculdades criadoras.


A felicidade não está na eficácia e no dinamismo – termos mais de moda do que os da vida interior –, na rapidez em construir um prédio. Porque tudo isso pode ser feito muito melhor por uma máquina. E um homem poderia ter como ideal ser uma máquina, muito eficiente, mas que não sente nada?


O homem moderno diz que gosta de viajar. Mas o que é que dá valor a uma viagem? O ir de um lugar para outro, ou antes, a maravilha de descobrir o encanto de uma nova paisagem, que é uma experiência fundamentalmente interior?


É preciso que se note que a fonte da felicidade não está na ação exterior, mas no mais íntimo de cada qual, na plenitude interior que leva à ação.


Viver do exterior é viver

condicionado pelos acontecimentos.


Um homem devorado pela febre da ação não tem as suficientes reservas interiores para gozar plenamente dos resultados dos seus esforços.


O excesso do ‘fazer’

provoca a anemia do ‘ser’.


Evidentemente, devemos concordar com o caráter necessário da ação, reconhecendo as suas virtudes e os seus benefícios. Mas com a condição de que não chegue até ao esgotamento interior, no qual o homem despossuído do que ‘é’ se converte em escravo do que ‘faz’.


O recolhimento e o silêncio interior são fundamentais

para se conseguir a paz, o equilíbrio e

a harmonia de uma vida em plenitude.


Há hoje muitas pessoas que vivem divorciadas de si mesmas porque não fazem silêncio por dentro. Não ouvem o que há de mais essencial, porque o ruído as impede de ouvir a voz do seu mundo interior, que é onde Deus se pode manifestar.


É por isso que tantos precisam de “terapias” especiais, e é também por isso que os homens que têm vida interior normalmente não precisam ir ao analista: a paz, fruto da meditação e da oração – sem reduzir-se simplesmente a isso –, não deixa de ser uma verdadeira e fecunda terapia salvadora.


Comunicação interna nas empresas, hoje



INSTITUCIONAL
UNIDIRECIONAL
SEM INTERAÇÃO
IMPESSOAL
SEM EMOÇÃO

AS EMPRESAS AINDA NEGLIGECIAM A CAPACIDADE INTERATIVA, DE MOBILIZAÇÃO E CRIATIVIDADE COLETIVA DAS PESSOAS.


Delegar é preciso

Há pessoas que não sabem delegar.

Centralizam tudo, achando que é somente com elas que o negócio anda.

Essa mentalidade é jurássica!

O líder de hoje delega funções e as monitora.

Muitos chefes têm a intenção de delegar, mas só conseguem de fato abdicar, deixando seus subordinados mais inseguros e com a certeza de que lhes foi armada uma armadilha para que caiam e sejam recriminados posteriormente (pelo chefe, que diz ter "delegado").

Saber delegar é fundamental!

Quem delega mostra que confia na equipe, sendo que não interfere a todo momento nas coisas delegadas.

Novamente, isso exige despreendimento por parte de quem delega, além de muita maturidade, segurança e humildade.




É fazendo que se aprende


Um bom líder deve incentivar os liderados a pensarem criativamente sobre o negócio.

Já um chefe manda-os apenas executar tarefas que ele, apenas ele, acha úteis.

É fundamental que se dê às pessoas a licença para que assumam riscos calculados e possam falhar.

Pequenas falhas (por mais contraditório que isso possa parecer) incentivam grandes sucessos.

Despreendimento

O uso das redes socias demanda despreendimento.

Na semana que está encerrando, estive em excelente evento sobre Cidades Inovadoras, em Curitiba.

Durante o evento eram projetadas mensagens via Twitter, relativas às palestras que estavam acontecendo por lá.

Algumas mensagens positivas, outras nem tanto.

Então, pense comigo: como se comportarão os políticos, que agora querem entrar nas redes sociais, pois lá terão maior visibilidade? Coisas positivas aparecerão, outras nem tanto.

Veja esta matéria sobre o assunto.

As nossas ideias mudam e mudamos as nossas ideias

Hoje, um amigo perguntou se eu estaria MUDANDO DE IDEIA a respeito de determinado projeto.

Respondi que isso é melhor do que NÃO TER IDEIA PARA MUDAR.

Ele concordou e encerramos o assunto.

sábado, 13 de março de 2010

Pensamento

As tecnologias de telecom vão ser realmente poderosas quando ficaram tão transparentes, tão "invisíveis" e tão intuitivas para os usuários, quanto a eletricidade.

Uma tática absurda

Creio firmemente que custa muito menos para uma empresa de telecom manter os clientes de sua carteira, do que conquistar novos clientes.

No entanto, a minha operadora de celular só passou a se interessar por mim no dia em que pedi para fazer a portabilidade numérica, mudando para a concorrente.

Tempo: perca-o para ganhá-lo


Atualmente, parece que ninguém quer dar mais nada de graça.

Nem mesmo o tempo!

Hoje, é tudo na base do "toma-lá-dá-cá", do "uma mão que lava a outra", do "não pregar prego sem estopa".

Assim, o gerente não conversa mais com os seus funcionários (veja, não estou falando de "conversar" durante as reuniões formais de trabalho!), nem se conversa mais com os clientes (novamente, não estou me referindo a "conversar" durante uma tentativa de venda ou na rotina de um pós-venda).

Como resultado, não se cria empatia. E não se avaliam mais as reais necessidades das pessoas.

Cada um, ao dar de graça um pouco do seu tempo,
passa a conviver numa espetacular
fonte de inovação e renovação,
para si, para as outras pessoas e para as empresas.

Reserve um tempo na sua agenda para que você converse com os seus clientes e funcionários, participe de eventos na sua área e empresa,
conheça melhor sua concorrência (estou falando dos seres humanos que estão por trás das empresas concorrentes), recicle seus conhecimentos sobre as pessoas com quem convive, aumente sua rede de relacionamentos,...

Particularmente, tento fazer isso diariamente, circulando pelas áreas de minha empresa, conversando e verdadeiramente me interessando pelo que as pessoas me contam. Noto, no entanto, que essa é uma atitude algumas vezes mal entendida e, em certas ocasiões, até mesmo compreendida como (pasmem!)...

..."perda de tempo".




Tsunami digital

Em post anterior, falei da quantidade enorme de dados que têm ficado disponíveis e da necessidade de tratá-los, colocando "uma inteligência" por trás dos mesmos, para que se possa extrair mais informações úteis.

Parece simples, mas poucos fazem isso com competência.

Sobre essa verdadeira enxurrada de dados, leia o que saiu na The Economist.