terça-feira, 26 de maio de 2009

Novos lançamentos da Apple

Com o aumento da digitalização (especialmente agora em que a Amazon.com passou a comercializar publicações digitais, como livros e revistas), certamente passou a haver demanda para um dispositivo que seja maior do que um celular, mais simples de transportar e usar do que um notebook e que tenha um teclado touch.

E, de forma ideal, esse equipamento não deverá ter o tradicional e demorado boot-time, dos atuais computadores.

Por isso (e já há boatos correndo!), a Apple, após lançar o próximo iPhone (já anunciado), deverá buscar o lançamento de um tablet, especializado no acesso à Internet e na leitura de e-books.



Assim, pelo enorme apelo da Apple sobre o público usuário, pela sua capacidade de produzir dispositivos com fantástica usabilidade e com várias funcionalidades agregadas, o Kindle da Amazon.com vai ser, no meu entendimento, simplesmente massacrado.

Quem beber, verá!...


Slides sobre a revolução da mobilidade no Japão

Comunicar é preciso! (um pensamento)



Conversar pode não mudar o mundo.

Mas pode mudar a cabeça das pessoas que poderão mudar o mundo.

domingo, 24 de maio de 2009

É a economia, bobo!

Concordo com Marcuse quando, ao abordar o "homem unidimensional", diz que a racionalidade econômica se tornou uma forma asfixiante para a sociedade e para os indivíduos.

O dinheiro pode fazer o mundo girar, mas Maslow já nos mostrava que é a busca da auto-realização dos indivíduos que faz o mundo mudar!

Entendo que a forma de percepção do mundo, dogmatizada pelo pensamento estritamente econômico (o que se cristalizou no Séc. XX), equivale a viver em uma espécie de "jaula cognitiva", uma prisão mental, onde não importa a natureza dos problemas que vivemos ou os desafios que estamos enfrentando (como indivíduos, comunidades, cidades, estados, países e até mesmo como "planeta"). Nessa visão, só nos resta uma saída: o crescimento econômico!



Creio que este é um modo simplista e totalmente determinístico-cartesiano-newtoniano de ver o mundo, o que a geração Web 2.0 está destruindo, e o faz rapidamente. Muitas preocupações e perguntas novas estão surgindo, que os argumentos puramente financistas já não conseguem, por si só, responder.

A minha percepção é que, nesse sentido, os gestores que são focados unicamente na economia ainda estão caminhando de costas para o futuro. Ignoram, por exemplo, questões cruciais associadas à produção e ao consumo, como é o caso da poluição e do meio ambiente. Sem falar naquelas mais diretamente associadas às condições dos indivíduos, como as tensões, a ansiedade, o estresse (isso tudo, muitos acham, seria "humano demais" para ser considerado, pois o trabalhador deve ser visto simplesmente como um "recurso" humano, isto é, um meio para que empresa alcance o seu fim, que seria puramente em termos de "os melhores resultados financeiros", ou seja: mais "recursos", mais rapidamente!).

Carville fez Clinton vencer as eleições presidenciais dos EUA em 1992, lançando a frase "it's the economy, stupid!"(é a economia, bobo!), com a intenção inicial de "enquadrar" Al Gore, que não era apenas focado na economia, mas também em outros valores.

Bem... Al Gore ganhou o Prêmio Nobel da Paz, exatamente pelas suas preocupações que extrapolam o puro desenvolvimento econômico.

O poder dos gestores de visão puramente financista começa a ser corroído. A sociedade pedirá, cada vez mais, pessoas de visão mais ampla, que consigam conciliar o desenvolvimento econômico com o desenvolvimento sustentável, adicionado ao progresso, ao bem estar e à felicidade das pessoas.

E a boa notícia (apesar de alguns não perceberem isso!) é de que a relação não é excludente! Ou seja: não se trata de uma coisa "OU" outra, mas de uma "E" outra:

Desenvolvimento econômico "E" desenvolvimento/felicidade das pessoas.



E não digo isso "na teoria". Em todos os projetos em que estive envolvido até hoje, sem exceção, a equipe que trabalhou comigo sempre produziu de forma muito alegre e motivada, aprendendo e crescendo (como pessoas e profissionalmente); e viabilizamos, juntos, empreendimentos que geraram o desenvolvimento empresarial e que, simultaneamente, proporcionaram melhorias na condição de vida das pessoas (usuárias dos novos produtos/serviços gerados).

Assim, posso afirmar: é possível!

Basta que se queira.


CQD

Vivi por vários anos em países anglo-saxônicos.



Há quem ache que os povos originários desses locais sejam mais inteligentes. Eu sempre entendi, por outro lado, que a inteligência deles está em atrair os mais inteligentes e talentosos.

Sobre isso, acabo de ler uma matéria na revista The Economist, dizendo: "Metade dos norte-americanos que receberam o Prêmio Nobel em física entre 2000 e 2006 nasceu em outro país. Um quarto das empresas do Vale do Silício foi fundado por indianos e chineses. Intel, Microsystems e Google foram fundadas ou cofundadas por imigrantes. Mas agora, a Índia e a China estão puxando de volta seus expatriados, e os europeus competidores dos Estados Unidos estão acordando para a importância de reter talentos", como é o caso de Alemanha e França estarem estimulando os profissionais mais qualificados a fixarem residência nesses países.


CQD (=Como Queríamos Demonstrar)

Pensamentos...



Em uma festa, é sempre uma minoria animada que faz a maioria dançar.

Em uma empresa, não é diferente.


Poucos são os mais inquietos e mais obstinados: que "agitam", que provocam as mudanças, que inovam, que orquestram as necessárias ações coletivas.

São pessoas que entendem que vieram ao mundo para realizar algum tipo de obra, e não apenas para sobreviver, ou simplesmente, "curtir" a vida.

Embora cada um desses indivíduos deva ter um objetivo próprio, entendo que eles compartilham uma característica muito específica: o comprometimento em construir ou criar algo, algo que deverá influenciar positivamente a vida de outros indivíduos.

Essas pessoas não somente são em número mais reduzido, como também, em geral, possuem "padrões" de comportamento diferentes dos da maioria. E, certamente, seriam pessoas que os departamentos de RH tradicionais não aconselhariam que a empresa contratasse. Os preferidos para contratação são, em geral, os "enquadradinhos", aqueles que dançam estritamente conforme a música e só entram no salão depois que todo mundo já a estiver dançando.

Semântica


No meu Exame de Admissão (ao ginásio), lembro que caiu que o Brasil era um país...
...
subdesenvolvido.

Mais tarde, no Cursinho Pré-Vestibular, já ensinavam que o Brasil seria um país...
...em desenvolvimento.

Agora, ao dar uma olhada nas apostilas de Cursinho do meu filho, falam do Brasil como um país...
...
emergente!


Sobre SOHO

Tenho falado da questão do SOHO e da necessidade de que nossa legislação seja modificada para dar conta dessa nova forma de trabalho, que já é grande e a tendência é que deva crescer muito nos próximos anos.

Hoje, há duas matérias na Folha de São Paulo falando exatamente sobre isso. Apresento, abaixo, alguns trechos dessas matérias (quem quiser saber mais, está na Folha!).



Matéria 1. Trabalho remoto esbarra na ausência de regulamentação

De um lado, o profissional tem a vantagem de trabalhar em casa e regular seus próprios horários. Do outro, as empresas ganham agilidade e dependem cada vez menos dos grandes espaços comerciais. No meio, uma lacuna legislativa empurra esse modelo de trabalho para a informalidade.

Inevitável tendência no campo profissional graças ao rápido desenvolvimento tecnológico, o trabalho a distância -que teve início com o "home office", ou escritório em casa, e agora ganha espaço em cafés, aeroportos e até shoppings- tem na falta de regulamentação seu maior obstáculo atualmente.

"A burocratização trabalhista e a ausência de uma legislação específica engessam esse modelo, delimitando a forma de contratação", afirma o consultor de recursos humanos Fernando Montero da Costa.

"Como a burocracia atrapalha, deixar os funcionários trabalharem em suas casas exige uma relação de confiança entre a empresa e os colaboradores", salienta Cecília Pompeo, diretora-geral da NTR Brasil, que oferece ferramentas tecnológicas para trabalho remoto.

Um dos caminhos encontrados pelas empresas para evitar batalhas judiciais é formular contratos específicos, que delimitam direitos e deveres de quem trabalha remotamente.

Matéria 2. Melhor sozinho em casa

Marcelo Leme, 29, descobriu as vantagens de trabalhar em domicílio quando morou nos Estados Unidos. Hoje microempresário e prestador de serviços, Leme destaca que o segredo é ter "responsabilidade ao administrar prazos".

Exige-se agora que o colaborador seja gerente de si mesmo, e, ao gestor, cabe o desafio de mudar a forma com que supervisiona e motiva suas equipes.

O que importa atualmente é o resultado - e a agilidade com que ele é atingido -, destaca a socióloga Daniela Alves, especialista em mudanças sociotécnicas e trabalho.

sábado, 23 de maio de 2009

Snipi




Enfim, uma idéia inovadora para o comércio eletrônico!



Perguntar não ofende, mas há coisas que nem Freud explica



Não consigo entender os hotéis que cobram de seus hóspedes pelo acesso Wi-Fi.

Vem cá!... Se nenhum hotel cobra separadamente pelo uso da água e da luz no apartamento, por que o Wi-Fi tem de ser um item...

...extra?!!!

Além do mais, a água e a energia têm uma conta varíavel com o consumo, enquanto que a banda larga é normalmente uma despesa fixa para o hotel.

Adicionalmente, o hotel não deveria pensar no conforto de seus e-hóspedes em primeiro lugar e deixar de querer ganhar naquilo que não é o seu
core-business?

Um momento congelado



Sensacional essa campanha que promove a nova televisão da Philips, chamada CINEMA 21:9.

Realização da Tribal DDB com a Stink Digital.


Carousel from maxime caron on Vimeo.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fotojornalismo



Fotojornalismo é uma tendência.

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras.

Bom o site de fotojornalismo do TheNewYorkTimes, que também possui vídeos!


Bloqueio a conteúdos que consomem banda?



Neutralidade da rede, independentemente do que se trafaga sobre ela?

Tarifação
flat? Ou cobrança sob demanda?

Dados são ilimitados, banda não é! Portanto, é preciso limitar o seu uso.

Essas são discussões importantes atualmente. Leia aqui.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Como nós, adultos, complicamos as coisas!

Se você tem um problema complexo a resolver, tente explicá-lo a um garoto de 9 até 13 anos de idade.

Para isso você terá que, inicialmente, explicar-lhe o problema em linguagem bem simples.

Depois, peça a ele três possíveis opções de solução.

Acredite: você se surpreenderá!




(Nota: se você ainda não leu o livro "Adams Óbvio", vale a pena!)


100Mpbs em residências na Índia


Implantada pela Ericson,
a rede já está disponível para 3 mil residências,
trafegando IPTV e banda larga de até 100 Mbps.


A Ericsson implantou FTTH (fibra ótica até a casa do usuário) na Índia. A tecnologia foi disponibilizada em parceria com a Radius Sinergies, uma companhia que oferece serviços e sistemas de gerenciamento de prédios.

Cerca de três mil residências próximas a Nova Delhi estão conectadas, com acesso a IPTV personalizado em alta definição, vídeo sob demanda e acesso a banda larga de até 100 Mpbs.

Iluminação automatizada, pagamento de contas e serviços de segurança também são possíveis por meio da solução, via tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network).

De acordo com a fabricante, o EDA 1500 é uma solução de acesso, que faz parte da sua oferta Full Service Broadband, baseada na tecnologia GPON.

Mais sobre o assunto aqui. E também aqui.

Assista ao vídeo:



terça-feira, 19 de maio de 2009

Perfeccionista?



Freqüentemente, algumas pessoas são taxadas de perfeccionistas, simplesmente porque buscam fazer as coisas da melhor maneira possível, executando cada tarefa até o fim.

Sobre isso, certa vez ouvi a história do Rei Ricardo III (foto acima), que aqui reproduzo:

O Rei conduzia seu exercito para uma batalha contra Henrique, o "Conde de Richmond", numa disputa pela coroa da Inglaterra.

No calor da batalha, ele precisou disparar um tiro para tentar unir parte do seu exército, que estava debandando.

Nisso, seu cavalo perdeu uma ferradura e caiu. Em seguida, levantou-se e fugiu, deixando Ricardo a pé e gritando: - “um cavalo, meu reino por um cavalo!”.

Dizem que isso aconteceu porque o ferreiro, deforma descuidada, achou que um prego a menos por ferradura não faria mal algum, e ele economizaria pregos, que estavam em falta durante a guerra.

Por causa de um prego perdeu-se...

...a ferradura

...o cavalo

...a batalha

...e o reinado.


Prova diária de endurance

As chamadas provas de endurance são, na verdade, provas de “resistência”, em que o que vale não é a velocidade com que o carro corre ou o peso que o atleta levanta. O que importa é por “quanto tempo” é possível manter-se em atividade, com regularidade.



No mundo corporativo, se não houvesse tanta inveja e tanto ciúme, os "atletas" das organizações dariam muito maior velocidade àquilo que fazem.

E levariam a empresa ao pódium! Mas não conseguem, pois acabam necessitando de endurance.



E precisam de endurance por causa dos MAIORES INIMIGOS DA EFICIÊNCIA CORPORATIVA, que são...

...as cascas de banana

...as puxadas de tapete

...os chutadores de banquinho

...e a torcida para o jacaré!


Com esse time de "profissionais" em campo, é preciso muito foco, enorme persistência e uma boa dose de surdez para NÃO OUVIR que o aquilo que você está fazendo "NÃO dará certo"!


Haja endurance!...

Estou na correria!

Sempre achei curiosas as pessoas que ficam apertando o botão do elevador freneticamente, como se aquilo fizesse com que o elevador chegasse mais rápido!



O fato é que as pessoas estão vivendo em um mundo onde a pressa passou a imperar. "Estou na correria!" é o que vários (orgulhosamente?) dizem.

Corre-se muito. E, freqüentemente, não se sabe para onde.

Pois não há mais tempo para refletir sobre a direção.

"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta." (Carl Young)



segunda-feira, 18 de maio de 2009

O vaidoso não pode empreender!


O entusiasmo para empreender tem sua origem na percepção de que podemos ser agentes transformadores de sonhos em realidades.

Mas o sucesso dessa transformação não se faz "ao acaso" e...

...Atenção!!! Ele nunca acontece quando a finalidade é atender à vaidade (o que é bem comum, em alguns ambientes)!

O problema é que o vaidoso não prospera, porque a ele importa 'menos' produzir e 'mais' aparentar que está produzindo; e, deste modo, acaba colocando mais energia na aparência do que propriamente na busca da excelência.



O empreendedor atinge seus objetivos com humildade e quando se faz acompanhar do devido preparo e também da certeza de que nada se obtém sem muito trabalho, grande paciência e enorme persistência. Além disso, que é empreendedor de fato tem a percepção de que o aquilo que produzir virá a ser sucesso se for entendido como útil, pelos outros e para os outros.

Bertrand Russel, filósofo e matemático que recebeu o prêmio Nobel de literatura, interessava-se em estudar as características das pessoas produtivas e felizes, e afirmava que uma coisa está sempre presente nessas pessoas: o entusiasmo.

No entanto, ele fazia questão de acrescentar que o entusiasmo não deriva "do nada", e sim da feliz coincidência entre uma energia que é própria da pessoa [que está marcada no seu DNA] e a boa relação com seu mundo. E nessa relação está incluída a percepção de como podemos interagir melhor, com a sociedade, buscando sempre a melhor maneira para sermos úteis ao maior número possível de pessoas.

A percepção de utilidade entusiasma, e nos transforma em empreendedores de verdade.

Resumindo: no meu entendimente, um empreendedor é a combinação entre...

...a mente que busca a utilidade e a simplicidade das coisas

...o corpo que trabalha para criá-las

...o coração que se apaixona pela criação

...e o espírito que se inclina a deixar um legado.


Fidelizar é preciso

Com a elevadíssima competição entre as operadoras de telecom no Japão, elas estão oferecendo netbooks por até por 1¥ (UM YEN)!!!

E quem desejar um iPhone de 8GB, também o consegue por esse preço!

Qual é o "segredo"?

O cliente tem que assinar um contrato de fidelização com as operadoras. Por exemplo: a operadora Emobile exige a adesão a um plano de dados no valor de 6000 Yens (aproximadamente R$133 mensais).

O que o usuário recebe? Tráfego ilimitado e velocidade de 7,2Mbits!

E pensar que a proposição do Nicholas Negroponte (MediaLab) era de criar o "100-dollar-PC", para disponibilizar
um para cada criança do mundo.

Como as coisas mudaram, em tão pouco tempo!!!

domingo, 17 de maio de 2009

Internet gera muita economia familiar



Segundo uma pesquisa realizada pelo PostOffice (os Correios) do Reino Unido:

Famílias com banda larga podem economizar £70 (setenta libras esterlinas) por mês (ou £840 por ano), através do acesso
on-line a produtos e serviços mais baratos.

Um terço das famílias no Reino Unido estão deixando de realizar essas economias e de usufruirem de muitos benefícios, por ainda não estarem
on-line.

Estima-se que um total de quase £4.5 bilhões de "economias potenciais" deixam de ser realizadas anualmente, por aqueles que ainda não são usuários da Internet.

O que você coloca no seu CV?



Ainda hoje, encontramos currículos em que a pessoa declara a sua proficiência nos aplicativos do MS-Office, como se isso ainda fosse uma vantagem competitiva.

Não é mais!

"Domínio de informática" já é condição básica (não um diferencial!). Assim como falar inglês e ter um diploma de ensino superior são características que já viraram
commodities profissionais.

Entendo que a real vantagem, hoje, para as carreiras empresariais (em que trabalhar em equipe e liderar pessoas são condições fundamentais), está na
relação com as pessoas.

Adicionalmente, a
leitura, a capacidade de comunicação eficaz (ouvida/falada e escrita) e o pensamento lógico estão na ordem do dia em termos de requisitos profissionais.

O curioso é que as ecolas normalmente não focam nessas coisas. Ainda estão voltadas para "despejarem informações" em cima dos alunos, sem qualquer estímulo à melhoria da comunicação ou à lógica do pensamento, nem um adequado incentivo ao gosto pela leitura (este, freqüentemente, é muito mal conduzido).



Kindle para iPhone

Comecei a usar a Amazon.com em 1995, logo após o seu lançamento.

De lá para cá comprei inúmeros livros, sendo que uma boa parte deles nunca chegou a ser publicada no Brasil. Portanto, o serviço sempre foi, para mim, de grande utilidade.

Em um ano específico, cheguei a compor a lista dos maiores devoradores brasileiros de livros da Amazon.com e, por conta disso, a empresa até chegou a me mandar alguns presentes no Natal.

Os livros são bem mais baratos do que nas livrarias, porém o fator transporte sempre pesou na conta final.

Mas agora o problema do preço de transporte passou a ser completamente resolvido. A Amazon.com lançou serviço que permite com que os livros sejam descarregados no iPhone, pela Internet.



Inicialmente, achei que seria incômodo ler um livro no iPhone. Mas não é!!!

O serviço é absolutamente sensacional, fácil de usar e elimina por completo os gastos com transporte.

Agora, você pode ler um livro novo, no momento em que foi lançado, de forma prática e barata.

Uma verdadeira revolução que, certamente, passarei a usar daqui pare frente.

Aliás, já a estou usando!

sábado, 16 de maio de 2009

O atual jogo organizacional



Hoje, nas organizações, podemos identificar claramente três tipos de indivíduos:

[1] Os GAME-PAYERS são as pessoas que "jogam o jogo". Constituem-se por aqueles que implementam as coisas programadas para acontecer, que seguem as regras, que garantem que as coisas funcionem, que cumprem as metas. Essa categoria constitui o padrão majoritário de pessoas dentro de uma organização (eu diria que cerca de 80% do corpo funcional).

[2] Outra categoria é a dos GAME-GHANGERS. São um pequeno grupo, que tem um comportamento diferente daquele dos jogadores tradicionais. São as pessoas que gostam de "inventar novas modas", que oxigenam as organizações com novas perspectivas e experimentações, que vislumbram novas direções. São os inovadores, os visionários.

Uma empresa precisa de pessoas com essas duas caraterísticas: a dos jogadores e a dos inovadores. Cabe aos dirigentes das corporações exercerem o seu talento de misturarem esses dois tipos, em proporções corretas. Uma organização com GAME-CHANGERS garantirá vitalidade e renovação de qualidade superior, se a compararmos com uma companhia constituída somente por jogadores que "jogam o jogo" (esta corre o risco de se tornar burocrática, esclerosar e perder o passo das transformações importantes!).

A direção da organização deve, além de procurar a proporção mais conveniente de misturar jogadores e inovadores, certificar-se de que as pessoas certas estarão nos lugares certos para fazer as coisas certas. Colocar GAME-CHANGERS para cumprir tarefas operacionais de rotina, nas quais eficiência, qualidade total, programas "5-s", etc... são requisitos importantes, costuma ser altamente desmotivante para eles. Por outro lado, forçar bons GAME-PLAYERS a produzir inovações e mudanças de ruptura é algo totalmente contraprodutivo, pois esse tipo e pessoa é eficiente desde que haja um bom
script operacional.

[3] Uma terceira categoria é a dos GAME-BLOCKERS: são os que estão em campo, mas não acreditam no jogar-o-jogo. Tampouco crêem em inovar para que se aperfeiçoe o modo de jogar o jogo.

Uma característica marcante do GAME-BLOCKER é a sua atitude de ceticismo crônico. Isso o torna descrente de qualquer tentativa de mudança.

Depois de muitos anos na empresa, esses indivíduos já perderam o entusiasmo de realizar coisas novas. Para eles tudo é velho e assim sempre será. Muitos permanecem na organização apenas para esperar o dia do pagamento, e o dia da aposentadoria. São muito acomodados para procurar algo que valha a pena. E, não raro, o ceticismo se junta ao cinismo (este, um verdadeiro veneno para as organizações!).

O GAME-BLOCKER também pode transformar-se em um sabotador, quando assume ativamente o seu comportamento negativo, ou então constituir-se em um peso-morto, quando assume uma atitude meramente pasiva.

Sejam sabotadores ou pesos-mortos, os GAME-BLOCKERS acabam sendo uma ameaça séria para as organizações, tanto para elas realizarem as suas metas, quanto para se revitalizarem.

Os GAME-BLOCKERS podem ser excelentes pessoas em outros ambientes. Podem até mesmo ser indivíduos com grande potencial para realizar; no entanto, tendem a se julgar vítimas da estrutura organizacional e não conseguem achar uma "direção mais propícia" para realizar suas potencialidades.

O gestor tem duas opções: superlotar os GAME-BLOCKERS de atividades, ocupando-os ao máximo; ou pedir que eles saiam de campo.

Nas organizações estatais ou para-estatais, onde há estabilidade funcional, muitos GAME-BLOCKERS transformam-se em verdadeiros zumbís corporativos: uma especie de morto-vivo organizacional, que fica encostado em funções onde atrapalharão menos seus colegas que jogam o jogo.

GAME-PLAYERS, GAME-CHANGERS e GAME-BLOCKERS: esses são os "times" presentes em toda organização de hoje. Cabe à direção gerenciá-los adequadamente.

Pensamento




Procurar compreender a opinião contrária
é aprender com ela.

Ao contrário do que alguns imaginam, uma empresa democrática não é aquela em que todos têm direito ao voto, mas é uma empresa onde todos têm voz, podem opinar e discordar.

O que não se pode é contrariar a missão da empresa, caso contrário seria melhor não pertencer a ela.

Li na revista Você S/A que "uma empresa democrática tem líderes capazes de obter o comprometimento das pessoas por meio da visão de futuro e do exemplo de seu comportamento.
Líderes que praticam a comunicação de mão dupla deixam claro o que estão pensando e são capazes de ouvir" (negritos meus).


O homem moderno não pode morrer antes de...



1. Ter um filho;

2. Plantar uma árvore;

3. Ter um blog.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Download: um caso de Estado!

Um projeto de lei foi aprovado na França, estabelecendo corte na Internet, pelo período de 1 ano, para quem é pego pela 3ª vez fazendo download de forma ilegal.

O projeto vai contra uma medida do Parlamento Europeu que proíbe a interrupção de qualquer acesso à Internet, sem a determinação de um tribunal.

O projeto foi apoiado por uma boa parte da indústria de entretenimento (gravadoras, estúdios, etc).

Mas... Vem cá!... Fala sério!... Eles imaginam que o pessoal vai voltar a comprear CDs e DVDs?!!!


Essas mídias físicas já estão na UTI há muito tempo, em fase terminal!

terça-feira, 12 de maio de 2009

"Abaixo-assinados" pela web

Hoje, os "abaixo assinados" têm uma nova cara...



...são feitos pela web!

Pedido de reabertura da pedreira Paulo Leminski, em Curitiba.

GVT segura IPTV


A GVT está preparada para lançar comercialmente sua oferta de IPTV no que diz respeito à rede, seleção de plataforma e fornecedores.

No entanto, como a aprovação do Projeto de Lei 29 que permite operadoras de telefonia transmitir programação de TV via estrutura de telecomunicações tem sido continuamente adiada, a empresa decidiu esperar para realizar os testes do serviço de IPTV até que o cenário esteja mais claro.

A GVT tem dois fornecedores selecionados por meio de RFP em julho do ano passado – a Cisco e a Ericsson e ao longo do último ano a empresa também fez uma ampla verificação das condições de sua rede, conduzida pela Alcatel, que indicou adequações necessárias em determinados pontos.

As adequações realizadas no período tornaram a rede apta a oferecer o serviço com implantação de parâmetros de qualidade de serviço (QoS) fim a fim e ajustes pontuais na configuração.

Independente dos testes e da data de início da oferta comercial de IPTV, a rede da GVT continua em processo de ajuste fino para fornecimento de serviços de nova geração sobre banda larga, envolvendo velocidades e aplicações de gerenciamento que exigem as mesmas condições do IPTV.

Enquanto não há uma definição da PL, a empresa estuda alternativas de parcerias, utilizando a tecnologia DTH para viabilizar o lançamento do serviço por meio de um parceiro ou ainda em formatos diferenciados de vídeo sob demanda.

Apesar das alternativas possíveis, a prioridade é adotar um modelo que utilize plenamente o potencial da rede de banda larga, que tem capacidade de transmissão e padrão de qualidade superiores em relação às demais operadoras de banda larga e TV a cabo.

+1 3PLAY

Transit e SKY se unem para oferecer 3-play.

Com a parceria, a operadora de TV por assinatura passará a ofertar voz por IP, além dos pacotes de Internet e TV, combo que ambas as empresas consideram como um grande passo para concorrerem dentro do setor.

A Transit Telecom anunciou parceria com a companhia de TV por assinatura SKY para oferecer um pacote de serviços de TV, telefonia e Internet para clientes corporativos.

O SKY Corporativo, oferta de canais específica para o mercado corporativo, será agregado comercialmente ao produto Flash IP Transit, permitindo que empresas tenham acesso aos serviços.

A Transit Telecom oferece em seu portfólio de produtos código para chamadas de longa distância, soluções em telefonia IP, acesso à Internet em alta velocidade e links dedicados de voz, infraestrutura que a SKY utilizará para ofertar o seu novo plano.