domingo, 26 de abril de 2009

Finding Hope

sábado, 25 de abril de 2009

Pensamentos...

[1]
O mundo digital deixou de ser criado PARA pessoas e passou a ser criado COM as pessoas.


[2]
Erraram os "gurus" que falavam que a convergência seria entre TV e PC.
Ela acabou ocorrendo numa telinha bem menor: a do CELULAR.

[3]
Depois que comecei a usar
um smartphone,
com
push-mail, push-agenda, push-qualquer coisa,
deixei de ter que "entrar na Intenet",
pois ela passou a estar sempre COMIGO, no bolso.

[4]
Por outro lado, se começar haver SPAM no celular
e se não houver proteção à PRIVACIDADE,
posso garantir:
nossa vida ficará infernal.



Medicina no bolso


Vale a pena ler (em Inglês).

Cultura e Tecnologia

sexta-feira, 24 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

As empresas carecem de construtores de novos enredos

Há nas empresas uma quantidade enorme de excelentes profissionais.

E há os que são capazes de construir novos e diferentes enredos.

Estes, bem mais raros, são aqueles que percebem:

- o valor de um pensamento mais abrangente (multifocado);

- que o conhecimento (do especialista) deve acompanhar a flexibilidade (do generalista);

- que o humanismo deve ser a grande vantagem competitiva.

Para que esses profissionais possam se desenvolver, as empresas devem, internamente, estimular o pensamento, gerar curiosidade, aumentar o espírito crítico e mobilizar funcionários em direção à recuperação de uma utopia: a de que é possível a construção de um mundo melhor através de pessoas melhores.

Pessoas que vão além da competência, que sejam criativas
, comunicativas, gregárias, estudiosas, comprometidas, visionárias, felizes, líricas. O lirismo, aqui, significando entusiasmo pelo ardor, pela motivação, pelo idealismo (que são qualidades presentes nos empreendedores, naqueles que mudam o universo -universo que os circunda- a partir do seu universo interior).

Esses profissionais precisam ser desenvolvidos, pois na ânsia de romper barreiras, eles quebram paradigmas, voam com a imaginação, criam novos mundos, descobrem, inventam, formulam, desenvolvem, sonham e realizam.

Portanto, libertam.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Julgamento de Sócrates


Sócrates (quatro séculos antes de Cristo), queria persuadir seus concidadãos a não se preocupar nem com o corpo nem com a fortuna, tão apaixonadamente quanto a alma, a fim de torná-la tão boa quanto possível.

Por essa razão, foi denunciado por estar "corrompendo a sociedade e as leis".

Quando lhe deram a sentença de morte, dizendo-lhe que teria que beber cicuta, pois "estava subvertendo o pensamento de jovens e adultos", Sócrates assim respondeu:

"Não sou eu quem está sendo condenado à morte!".


Em time que está ganhando não se mexe?

Errado! Depois do primeiro jogo, esteja certo de que os próximos adversários já mapearam os pontos fracos e fortes de seu time, e já possuem alguma tática para neutralizá-lo.

Outro dia, presenciei uma pessoa sugerindo uma mudança de procedimento e seu chefe disse que aquilo seria "um absurdo, pois as coisas sempre foram daquela maneira e sempre deram certo" (Bem... Os queridos leitores certamente conhecem esse tipo de "argumento", não é mesmo?).

Como disse Clemenceau:

Entendo que MUDANÇA é algo fundamental, especialmente NAS NOSSAS FORMAS DE PENSAR E AGIR.

Mudar
significa
evoluir
.


Veja um exemplo:

Se pudéssemos trazer para os dias de hoje uma pessoa do Séc. XIX, certamente ela não reconheceria nada, em lugar algum! Nem um shopping center. Nem um supermercado. Nem uma padaria. Nem um ônibus biarticulado. Nem uma video-locadora. Nem um hospital.... Nada!

Pense que você está com dor de dente. Você se prestaria a ir consultar um dentista do Séc XIX? Um "tira-dentes"? É claro que não! Simplesmente porque a odontologia (assim como tudo mais) evoluiu muitíssimo de lá para cá. Ela mudou, e mudou muito!

O mesmo deve ocorrer conosco. Quando mais mudarmos, mais iremos evoluir. Mas, para mudarmos bem, é necessário que estejamos em um processo EDUCATIVO permanente e numa intranqüilidade positiva com relação ao nosso estado atual. Além disso, como já disse E. Mussak, é necessário coragem, persistência e relevância. Além do espírito de doação, como falarei mais adiante.

É por estes conceitos que tenho muito interesse pela questão da educação. Ela deve ser a base da mudança e da evolução do ser humano.

Ainda no mesmo exemplo que eu dei, da pessoa do Séc XIX que traríamos para os dias de hoje (e vimos que ela ficaria perdida, em qualquer lugar que fosse!), curiosamente se a levássemos para assistir a um curso dentro de uma empresa ou para assistir a uma aula (em qualquer escola), aí ela saberia exatamente onde estaria!


A educação (de uma forma ampla, que inclui a reciclagem, o treinamento, a discussão técnica sadia, etc.) deveria ser A PRECURSORA DA MUDANÇA nas formas de pensar e de agir. Mas é exatamente a educação que não mudou! Ela continua, ainda, no velho e ineficiente modelo. O mesmo formato (da "retórica") permanece em vigência: o professor, na frente da sala, falando e despejando conhecimento (eu denomino isso de professor "caixa d'água"); os alunos, sentados, somente escutando (e muitas vezes dormindo!). Discussão? Nunca, nenhuma! Chamo de "caixa d'água", porque o modelo é de "despejar" informação e não de ajudar os alunos a fazerem o que há de mais natural, neles próprios: "PENSAR".

Particularmente, acredito na forma de atuar do filósofo grego Sócrates, que primeiro perguntava, em vez de começar propondo uma tese. Sócrates fazia o outro PENSAR, deixando o aluno chegar às respostas e conclusões, por si mesmo. Coisa que as novas tecnologias (como a dos blogs e das videoconferências, por exemplo) podem, com maior facilidade, ajudar a sociedade a RE-viver o processo educacional dialético, de Sócrates.

Sob esse aspecto, pergunto: não estaria na hora de RE-discutirmos ou RE-inventarmos o treinamento (e a educação, de uma forma geral)?

Quem trabalha com a Internet (ou com redes, de uma forma mais ampla) está colaborando para constituir um mundo cada vez mais conectado, cada vez mais "no ar", ou "em rede".

Mas o que isso deve implicar, verdadeiramente, para a mudança social (nas novas formas de pensar e agir)?


Desenvolvimento econômico e desenvolvimento social têm que estar atrelados! Não é possível pensarmos em um, sem o outro. Não entendo ser lógico, por exemplo, buscarmos um incremento de receita empresarial, sem que isso venha acompanhado de uma mudança de nós mesmos, do nosso modelo mental, do nosso comportamento.

E é isso que deve ser a EDUCAÇÃO: a educação de Sócrates, do PENSAMENTO. E, inicialmente, do NOSSO pensamento (do meu e do seu).

Feita essa reflexão inicial, coloco outras perguntas: as áreas empresarais de treinamento não deveriam usar amplamente a Internet, as redes sociais, os blogs, as videoconferências, e todas as novas cyber-ferramentas para... Ensinar, verdadeiramente e eficientemente? E a disponibilização desses meios, não é função daqueles que atuam nas Tecnologias de Informação e Comunicação, as TICs? Ou trabalham somente para o aumento da receita empresarial?

Se o propósito é maior, e abrange o desenvolvimento econômico com o social, por que, então, o pessoal de TIC não faz acontecer esse "casamento" (TIC trabalhando em projetos conjuntos -em parceria- com as áreas de treinamento das empresas)?

Seria um sonho? Pode ser!... O fato -bem concreto- é que aquilo que os céticos (e os desanimados, e os pessimistas, e os acomodados) chamam de "realidade", não é outra coisa se não o reflexo de um sonho.

O país necessita de uma revolução educacional e de uma revolução empresarial. E precisamos, antes de tudo, de uma revolução INDIVIDUAL, que abandona a "lógica" (lógica?) do "sempre foi assim" ou a do "por que mudar?".

Mudar significa evoluir
e para evoluir,
é preciso sonhar.

O progresso está a arte de sonhar! Mas sonhar, conjugando outros ingredientes, como disse acima: a coragem, a persistência, a relevância e o espiríto de ajudar ao próximo.

Estou certo de que ações individuais contam MUITO (apesar da confortável, conformista e usual saída do "uma andorinha só não faz verão", ou do "de nada adianta eu fazer a minha parte, se ninguém colabora").

São as ações individuais que desencadeiam as coletivas, que acabam se transformando em um comportamento generalizado.

Para refletirmos um pouco mais sobre isso, faço uma pergunta (à la Sócrates): o que muda antes, o indivíduo ou a coletividade?

Se aceitarmos que a coletividade muda primeiro, explicamos facilmente as mudanças de comportamento de cada um de nós. Pode-se dizer que as pessoas não gostam de serem diferentes pelo desconforto que isso causa. Assim, tendemos a acompanhar a mudança do geral e, portanto, a mudança do individual deve-se à mudança do coletivo. Mas... E a mudança do coletivo, deve-se a quê?

Não se pode explicar como é que o coletivo muda, sem aceitar que haja algum indivíduo para iniciar o processo. Toda a mudança do coletivo nasce de uma ação individual, que é absorvida pelo conjunto (muitas vezes, sem ser percebida). E é por esse motivo que ações individuais contam muito: elas podem se transformar em ações coletivas. Mas, para que isso de fato ocorra, creio que há esses pressupostos básicos, indispensáveis: a coragem, a persistência, a relevância e o espírito de doação.

Coragem? Sim! Porque o homem, por princípio biológico, é um ser resistente a mudanças. Nosso instinto é o de resistir a toda atividade que consuma energia (Eu que o diga! Como é difícil sair do trabalho e ir para a academia fazer spinning! E a dificuldade não é só a do spinning, mas já começa com o "caminhar" do estacionamento até a academia!!!). Mudar um comportamento exige, sim, uma dose considerável de coragem, pois vai contra uma condição estável. E incomoda (pois requer esforço).

Persistência? Claro! Pois as mudanças comportamentais não acontecem de uma hora para a outra. Ocorrem por intermédio da REPETIÇÃO do estímulo (você não assume um "modismo" como comportamento, a não ser que ele seja persistente --quando, então, deixa de ser apenas modismo).



Relevância? Também! Porque a coragem e a persistência são toleradas e aceitas se o que está se propondo FIZER SENTIDO. Propostas irrelevantes são as ilógicas (ou as injustas) e só podem ser impostas pela força, pelo constrangimento, pelo poder autoritário (o que, certamente, ainda é manifestado em empresas, famílias, governos, escolas... Só que, nesses casos, vejo que o costume não persiste por muito tempo: ele acaba sendo substituído pelo estímulo de um membro da coletividade, por alguém dotado de coragem, persistência, relevância e espírito de doação).

Espírito de doação? Evidentemente! Pois é somente com ele que poderemos ser realmente felizes: que, no final, é o que todos buscamos!

Se mantivermos essas coisas em mente, e se concordarmos que esse é o caminho, tenho plena convicção de que faremos muitas transformações, onde quer que estejamos. Evoluiremos e ajudaremos outros a evoluírem também.

Os projetos empresariais devem ser sempre meios para se alcançar um fim (nunca o contrário disso!). E tenho a convicção de que o fim maior é, justamente, o que eu falei no início dessa mensagem: a MUDANÇA NAS NOSSAS FORMA DE PENSAR E AGIR.

É isso que dará a confiança necessária para que as pessoas, por elas próprias, proponham e abracem enredos e desafios novos e cada vez melhores, fazendo os outros felizes e, assim, tornando-se, a si próprios, felizes.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Adivinhem quem vai imitar o Obama?

Clique sobre a figura...

A nova onda

Em pouco tempo, ninguém mais vai querer assitir coisa alguma, se não for em alta definição.

TVs, celulares,... TUDO será HD!

Veja o que uma câmera que filma mil quadros por segundo consegue fazer (coloque em tela cheia).


I-Movix SprintCam v3 NAB 2009 showreel from David Coiffier on Vimeo.

domingo, 19 de abril de 2009

sábado, 18 de abril de 2009

YouTube Symphony Orchestra

Vale a pena assistir a essa incrível iniciativa, e prestar atenção na qualidade de som e imagem (veja em full screen).




Veja mais aqui. Espetacular!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Celulares no fundo do poço?



Pirataria e Pravacidade


Pirataria e Privacidade: os dois assuntos que, no meu entendimento, cada vez ficarão mais importantes e devem ser urgentemente incorporados às preocupações dos profissionais de segurança digital e de redes. Leia, por exemplo:

O Partido Pirata Sueco
.


Organização negocia penalidades por downloads ilegais de música e filmes.


O Brasil no Combate Internacional à Pirataria na Internet.

A Internet e o Direito à Privacidade.

Privacidade no Ciberespaço.





segunda-feira, 13 de abril de 2009

NetBooks

Há cerca de 10 anos, comprei nos EUA um computador minúsculo, Sony VAIO.

Ao chegar no Brasil, entretanto, não me adaptei ao nanoteclado, nem à microtela. Vendi o equipamento, sem tê-lo praticamente usado.

De lá para cá, pequenas (mas importantes!) modificações foram introduzidas nos computadores pequenos. Tando os teclados, quanto as telas, ganharam muito em design e ergonomia.

E, sem dúvida alguma, em conectividade, pois os NetBooks de hoje já chegam com Wi-Fi, 3G, etc.



Com a incorporação de touchscreen, esses equipamentos virarão sucesso absoluto no mercado ("afinal, quem precisa de teclado?")

E já vi, aqui, que a Apple já está caminhando para isso.

Retendo talentos

Fernando Feitoza, da Across, dirigindo-se aos líderes do setor de tecnologia, sugere essas três ações:

[1] Mapeie os recursos para identificar o perfil de cada membro da equipe e os talentos mais promissores. Assim, poderá ter a visão completa do tipo de profissional que mais necessita e quais colaboradores merecem mais atenção;

[2] Identifique os desafios da área para os próximos anos e tente adaptá-los à equipe que possui hoje. Dessa forma, conseguirá enxergar as habilidades que devem ser mais desenvolvidas nos funcionários, individualmente;

[3] Classifique os riscos que a companhia corre se a iniciativa proposta não for implementada. Mostre, no papel, como o treinamento dos profissionais que formam a equipe de tecnologia trará benefícios ao negócio.


Fonte: ComputerWorld.

domingo, 12 de abril de 2009

"Primeiro a obrigação, depois a diversão"

Esse é um lema que já ficou antiquado.

Hoje, as pessoas querem "todas as coisas", cada vez mais rapidamente.

Isso tem ocorrido, visivelmente, na área do entretenimento (e do prazer, de modo geral).

"Diversão já!". "Prazer já!".

Esses são os novos lemas, das crianças e dos adolescentes.

O perigo é quando o comportamento voltado ao "prazer já" torna-se patológico (e um grande problema está nos pais, que nunca acham que seus filhos já estejam em um estágio patológico, ou perigoso).

Tecnicamente, essa patologia é chamada de "hedonismo": a tendência a buscar o prazer imediato, individual, como única e possível forma de senso moral, evitando tudo o que possa ser desagradável na vida.

Assim, ninguém quer se sacrificar mais. Ninguém quer fazer algo pelos outros, se isso exigir algum esforço adicional. E, em última análise, ninguém mais "ama" de fato (posto que amar verdadeiramente significa "doar-se, alegremente").

Foi deixada de lado a noção (que nossos avós possuíam) de que na vida há valores sensíveis (ou inferiores) e valores espirituais (ou superiores). Entre os primeiros, destacam-se os valores hedonistas (do agradável e do prazer), os úteis, ou econômicos; entre os segundos, estão os valores lógicos, estéticos, éticos e religiosos.

Antigamente, essas coisas eram ensinadas na escola, na catequese e na família. Hoje, tais ensinamentos já não estão mais presentes nesses meios (que são fundamentais para a formação dos jovens).

O problema não é com a tecnologia (o MSN, o ORKUT, etc... como muitos pregam), mas com a superficialidade com que a tecnologia é usada (em que tudo parece se resolver com dois cliques no computador); e com a decadência dos valores na sociedade.

Sem falso moralismo, é inquestionável que a juventude precisa ser levada novamente à leitura das obras clássicas; e as famílias, de volta ao seu papel agregador, onde todos cuidam de todos, e se sacrificam por todos, pois todos se amam incondicionalmente.


terça-feira, 7 de abril de 2009

Lema do blogueiro



"Seja uma fonte, não um dreno."

(Rex Hudler)




SOHO

Cada vez mais, será difícil diferenciar o tempo "no trabalho" com o tempo "fora do trabalho". As coisas vão se confundir, muito!

À medida que você sai do ambiente físico de seu trabalho, e seu chefe, ou seu subordinado, lhe envia um e-mail que você recebe pelo iPhone ou Blackberry e responde imediatamente a essa mensagem, isso é hora "no trabalho" ou "fora do trabalho"?


Veja uma matéria interessante aqui.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Murdoch muda de idéia quanto aos conteúdos gratuitos



Como usuários de informação, nós a queremos de graça, obviamente.

Como produtores de informação, entretanto, temos que pagar as nossas contas (ou conseguir algum tipo de patrocínio).

Acontece que o modelo de propaganda subsidiando conteúdos vai chegar no limite do viável. Pelo menos, esse é o meu entendimento. Alguma coisa terá que ser cobrada. E é por isso que eu acredito em modelos híbridos, como a de um "clube social", em que o associado paga uma mensalidade para ter acesso ao clube, e depois só paga lá dentro por aquilo que utilizar (paga barato pelo que usar e a qualidade do serviço é garantida pelo clube).

Rupert Murdoch parece que, agora (pois a opinião dele já foi diferente!), também vê que o modelo de conteúdo totalmente gratuito não vai se manter!

Click: o novo livro do dono da Hotwise

Escrito por Bill Tancer, estou lendo agora o livro Click, recém-lançado no Brasil, para mostrar o quanto dizem sobre nós os termos que pesquisamos nos sistemas de buscas.


Creio (e o autor também) que as nossas buscas dizem muito a respeito de nós, dos nossos comportamentos e das nossas personalidades.

De acordo com Tancer, quando estamos em frente a um computador, com a sensação de um "suposto anonimato", acabamos "nos soltando mais", do que quando estamos na frente de uma pessoa de um instituto ou empresa de pesquisa. Isso faz com a análise dos dados de nossas buscas seja mais eficiente para tomadas de decisão e revele tendências que antes não eram tão visíveis.

Pelos métodos tradicionais de pesquisa (por telefone ou pessoalmente), o autor diz que dificilmente os pesquisadores poderiam saber que as maiores dúvidas que as pessoas têm são de “como dar um nó na gravata” ou “como fazer sexo”. Ou que os maiores medos pessoais são o de “ficar sozinho a vida inteira” ou o de “firmar um compromisso muito forte”. Essas são algumas das expressões mais buscadas na rede.

Oviamente, o que o autor faz, na verdade, é "vender o seu peixe" (ele é o diretor-geral da Hitwise), mostrando o quão importantes são esses dados nas tomadas de decisões e o quanto eles podem revelar características de comportamentos, que não são detectadas pelos métodos tradicionais de pesquisas.

Internet Bus



Conheça aqui o projeto Internet Bus.

O ônibus percorre diferentes cidades da Índia, disseminando a Internet.

No site, você verá um mapa mostrando as localidades pelas quais o ônibus já passou, e terá outras informações a respeito do projeto.



Caem os preços dos netbooks

O termo netbook foi cunhado pela Intel ao lançar seu novo processador Atom.

No projeto do Atom, a Intel preocupou-se muito mais com o baixo consumo de energia (o que possibilita maior duração da bateria) do que com o desempenho e velocidade de processamento (o pressuposto é que os usuários de netbooks utilizariam as máquinas para atividades simples, como navegar na Internet e escrever textos, não necessitando, assim, de maior capacidade de processamento).

O preços desses equipamentos (como pude constatar ontem, quando os estive vendo em um Shopping Center) estão caindo muito! Aliás, esse fenômeno já havia sido antecipado pelo New York Times.

Deste modo, o que costumávamos chamar de “computador”, já sai da classe produto e se torna serviço (associado à infra-estrutura de acesso e à capacidade de computação e comunicação que reside, cada vez mais, na rede.

Leia mais sobre esse assunto aqui.

domingo, 5 de abril de 2009

Você sabia?

A quantidade de
informação técnica nova
dobra a cada dois anos.


Para estudantes começando
um curso com duração de quatro anos,
isso significa que...

...a metade do que eles aprendem no primeiro ano
estará desatualizado
no terceiro ano de estudo!




Voice search



Google diz aqui que vai passar a apostar nas tecnologias de busca por voz.

Aprendendo com facilidade

Muita gente ainda não sabe usar RSS.

Fui buscar uma explanação que fosse fácil, para colocar aqui, e acabei achando um site sensacional, que explica tudo em linguagem corriqueira. Assista:

Gerentes e empreendedores

Acaba de ser publicado na revista Nature o resultado de uma pesquisa realizada pela universidade inglesa de Cambridge.

Os pesquisadores concluem: "o padrão mental de gerentes e empreendedores é bem diferente".

Em uma série de testes, gerentes e empreendedores mostraram padrões semelhantes nas questões do dia-a-dia, isto é, nas que não envolvem emoções. Por outro lado, os empreendedores são muito mais dispostos a enfrentar riscos e a intuir. Os gerentes tendem a racionalizar mais, o que, muitas vezes, os impedem de decidir e arrojar.


Barbara J. Sahakian, especialista em psicofarmacologia e lider desse projeto, diz que o comportamento dos empreendedores pode ser estimulado nos gerentes, através de medicamentos:

"Processos cognitivos envolvendo riscos dependem da bioquímica do cérebro e particularmente dos níveis do neurotransmissor dopamina, os quais podem ser modificados com drogas".


Sabedoria chinesa

Assisti a um podcast do iTunes, em que o Professor Peter Williamson da Universidade de Cambridge, fala que as empresas chinesas são modelos em "inovação de custos".

Interessante! Nós sempre imaginamos os chineses como mão-de-obra barata.

Mas o professor afirma que as empresas chinesas não são somente isso: "as suas competências estão em repensarem totalmente as definições ocidentais de produto e mercado, fazendo mais com menos".

Isso inclui colocar produtos de alto valor tecnológico no mercado de massa, explodindo os nichos elitistas. Algo que as empresas ocidentais poderiam aprender a fazer.



Por aqui, as tecnologias mais sofisticadas começam a ser comercializadas apenas para os públicos de maior poder aquisitivo. A idéia é que, aos poucos, elas alcancem as demais classes. Mas essa penetração ou demora muito, ou acaba nem ocorrendo!




sábado, 4 de abril de 2009

Amazon Elastic MapReduce

Este é mais um serviço que acaba de ser lançado pela Amazon Web Services.




Ele é destinado a usuários que precisam grande capacidade para o processamento de uma enorme quantidade de dados, o que se obtém por computação distribuída em clusters.

Útil, por exemplo, em biotecnologia, meteorologia e finanças, que são áreas intensivas processamento de dados.

O que é interessante é o modelo de funcionamento: o usuário auto-provisiona o serviço (ativa uma maior capacidade, quando necessita dela) e paga somente pelo que usa.