Inovação empresarial: questão estratégica
Kathleen Eisenhardt é Professora de Estratégia e Organização da Stanford University, nos EUA, e consultora de empresas do setor de informática e telecom, particularmente a de decisões estratégicas.
Kathleen Eisenhardt é Professora de Estratégia e Organização da Stanford University, nos EUA, e consultora de empresas do setor de informática e telecom, particularmente a de decisões estratégicas.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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O Luiz (embora eu ainda não saiba "que Luiz") está fazendo excelentes comentários neste blog e eu estou bastante feliz com isso!
Ainda sobre a questão do relativismo, segue um "causo" interessante, que é contado por outro Luiz (o Luiz Carlos Lodi da Cruz):
Certa vez os matemáticos de um país viram-se às voltas com um problema intrincado: quantas diagonais podem ser traçadas em um icoságono? Era preciso desenhar um polígono de 20 lados (icoságono) e depois, pacientemente, unir os vértices não consecutivos dois a dois e contar o número de diagonais traçadas.
Um matemático jovem, aplicando uma fórmula algébrica simples, afirmou que no icoságono havia 170 diagonais. Este número foi considerado elevado demais por alguns, pequeno demais por outros, e houve polêmica na assembléia. Foi então que o presidente da mesa teve uma idéia genial: resolver o caso por meio de uma votação.
Cada matemático recebeu uma cédula onde escreveu quantas diagonais ele "achava" que o icoságono deveria ter. Feita a apuração dos votos, o número 100 ganhou por maioria. O presidente então falou com voz magistral: "Fica decretado por esta assembléia que o icoságono tem exatamente 100 diagonais, nada mais, nada menos".
Esta estória é obviamente absurda e ridícula, pois as verdades matemáticas não se decidem pelo "achismo". Já dizia alguém com sabedoria: "Dois mais dois são quatro, mesmo contra a minha vontade".
No entanto, quando se trata de verdades morais, muito mais importantes que as verdades matemáticas, parece que a maioria pode defini-las por votação e decreto. Por exemplo: um ser humano não nascido tem ou não tem direito à vida? É evidente que tem! Trata-se de uma verdade moral, que deriva da dignidade do homem, criado à imagem e semelhança de Deus.
Aliás, se tirarmos do homem (grande ou pequeno, forte ou fraco, nascido ou não nascido) o direito à vida, de que adiantarão os outros direitos (saúde, educação, segurança, propriedade...)? Pode um defunto ter saúde? Pode um morto receber educação? Pode um cadáver gozar de segurança? Pode um falecido possuir bens?
O direito à vida, desde a concepção, é uma verdade gritante. No entanto está em cena no Congresso Nacional a seguinte comédia: definir por votação se esta verdade vai ou não continuar sendo verdade. A maioria terá o poder de decidir, por exemplo, que a criança não nascida é um ser bruto cujos restos mortais podem encher as latas de lixo dos hospitais.
O simples fato de isto ser posto em votação é vergonhoso! Se além de votado, o assassinato intra-uterino for aprovado, o Brasil estará assinando seu atestado de brutalidade e selvageria. A partir daí esta nação simplesmente não merecerá mais subsistir.
E veja que este texto não reflete opiniões e nem achimos! Estamos falando da dignidade humana: aquela que, até mais do que a própria inteligência, nos diferencia dos animais!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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13:53
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É curioso como as pessoas preferem enviar mensagens de e-mail sobre os textos daqui, à fazer comentários no próprio blog.
Vou tentar, então, responder a três questionamentos que me foram feitos:
Sou também contra as opiniões que eu eventualmente tenha. E justifico isso com base na conhecida frase: “o homem é a medida de todas as coisas”.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:25
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A passividade é um fenômeno que está dentro do nevoeiro da pós-modernidade, e que se deve combater, sem passividade!
Percebe-se, entre o senso comum, que existe uma grande confusão entre os qualificativos ‘pacífico’ e ‘passivo’. Nesse sentido, é importante nos darmos conta de que Mahatma Gandhi e outros que lutaram ativamente pela defesa dos direitos humanos, como Martin Luther King, foram pacíficos; jamais passivos!
Nas situações de protesto, por exemplo, o pacífico se caracteriza pela não recorrência à violência; já o passivo, geralmente ‘não protesta’: ele opta por anuir e consentir, mesmo sem concordar com alguma coisa, pactuando-se com os demais, e escondendo-se atrás do “consenso” (outra palavra que, hoje, é confundida com ‘espírito democrático’ e, em muitas ocasiões, esconde sob uma roupagem "politicamente mais correta" o conformismo ou a passividade. Sobre isso, vale a pena ler o livro "Dissensões e Consenso", de Serge Moscovici e Willem Doise, 1991, que trata da questão das decisões coletivas).
A passividade caminha muito próxima da ‘covardia’ e da anulação do dever da consciência diante da observação dos fatos e das ações que são necessárias. O passivo prefere ‘não fazer’ (mesmo indo contra à sua consciência, que lhe solicita abraçar uma causa ou um dever moral), do que ‘fazer e correr riscos’. Assim, ele passa a compactuar com a mediocridade das massas e ser cúmplice do status quo, sendo que, para isso, aceita brigar com a sua própria consciência, que nunca mais o deixará em paz, nem por um segundo, e o consumirá aos poucos.
O passivo prefere o anonimato, que o deixa momentaneamente confortável e imune às críticas e oposições. Para isso, prefere manifestar-se evitando frases diretas que possam demonstrar que a opinião é sua. Assim, usam expressões do tipo:
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Marcos de Lacerda Pessoa
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07:25
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Logo após a tragédia do Areia Branca, quando o edifício virou escombros, um dos desolados ex-moradores deu entrevista lamentando, acima de tudo, ter perdido os cantinhos da casa.
Mais do que o risco de morte que tinha corrido, mais do que a perda de um patrimônio, mais do que a situação de sem-teto na qual se encontrava naquele momento, o desafortunado lamentava ter perdido para sempre os cantinhos da casa.
Ainda que feito sem maiores detalhes, o depoimento nos toca profundamente, ao imaginarmos a importância emocional que tais cantinhos deviam representar na vida daquele senhor e os motivos que o levaram a fazer, de pronto, esta declaração.
Diariamente, fujo da frente do computador e vou interagir com amigos, tomando um...
Como é infinitamente melhor, mais agradável e mais rica a interação homem-amigos comparada à interação homem-máquinas!Externamos pontos de vista, trocamos idéias e sonhamos com projetos que possam conduzir a sociedade a uma vida melhor e mais feliz.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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16:26
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Em um recente evento na área de telecom, um dos ilustres palestrantes, ao falar sobre Governança Corporativa, abordou o interessantíssimo conceito de CONSELHEIRO INDEPENDENTE (aquele que 'aconselha' de forma independente, isto é, sem ter interesses pessoais com aquilo).
Dentro dessa mesma filosofia, você já pensou como a vida seria diferente se todas as pessoas colocassem os interesses coletivos acima dos pessoais?
Os casais seriam mais felizes; as famílias seriam mais unidas; as amizades seriam mais fortalecidas; as empresas seriam mais eficientes e prósperas; até mesmo as reuniões de condomínio seriam bem mais tranqüilas!...
...e surgiriam os líderes naturais,
que teriam a aceitação e o apoio de todos.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:19
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Esta é a capa de uma das mais prestigiadas revistas do planeta.
Desafio você a achar os erros causados a partir do uso do Photoshop.
Note, por exemplo, que o iceberg está flutuando sobre as águas. E que estas simplesmente refletem a parte exposta do bloco de gelo. E veja o reflexo das bandeiras, como está totalmente mal posicionado. E parece que o ambiente é de uma praia, onde se colocou o gelo e o reflexo, em uma montagem grosseira.
A propósito, este blog é especializado em apontar erros desastrosos a partir do Photoshop.
Para finalizar, responda rápido: quem errou, o Photoshop ou o ser humano que o utilizou?
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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:31
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Quando o transporte coletivo é caro ou ineficente, aparecem as vans e lotações.
Dentro do mesmo espírito, e a partir da possibilidade do uso de VoIP em telefones celulares, as pessoas vão partir para esse tipo de solução, ao invés de recorrerem aos tradicionais orelhões (que são de uso mais caro, exigem compra de cartão e, em geral, encontram-se em péssimo estado de conservação, até porque são os que mais sofrem com vandalismo ).
E, de fato, esse fenômeno já começa a ocorrer. Veja esta foto e o texto sobre os...
TELECAMELÔS!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Veja este site do mundo Linux.
E depois, veja este site do mundo Apple Mac .
Agora, compare abaixo o visual dos dois sistemas operacionais: 

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A primeira página do Google é bastante singela, mas por trás da sua simplicidade há inúmeras ferramentas, aplicativos, possibilidades...
Uma delas é o Google Faces, que ainda pouca gente conhece.
Dentro do Google, clique em Imagens, escolha Pesquisa avançada de imagens, e, então, escolha a opção Faces.
Digite no campo, por exemplo, a palavra Arosio, e você vai ver várias faces daquela que já foi a garota propaganda da Embratel.
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Ontem, o meu computador foi dormir bem.

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Não é para menos que a Microsoft está buscando aquisições para aumentar a sua participação na web! Leia esta matéria e constate que, aos poucos, a Google foi "aquecendo a água" do Bill Gates...
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando.
O mestre tentou tirá-lo, e, novamente, o animal o picou.
Alguém que estava observando aproximou-se do mestre e disse: "Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?".
Pode-se tirar, desse texto, uma série de lições. Mas a que quero enfatizar agora é que as técnicas mais avançadas de marketing pressupõem ajudar os outros (os consumidores) A MELHORAR A SUA (QUALIDADE DE) VIDA.
Parece óbvio, mas não é! Especialmente quando se trata de produtos e serviços de base tecnológica, quando foco facilmente deriva para a maximização dos lucros, a escovação de bits, ou ainda, a produção de papers. E os usuários consumidores acabam sendo relegados a um plano inferior!
E, se ajudar os outros não está na natureza daqueles que concebem e comercializam um determinado produto ou serviço tecnológico, então que o dono (ou gerente) da empresa que os vende comece a se preocupar!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Origami é a antiga arte japonesa de dobradura de papel.
Mas o MIT considera o origami mais do que arte apenas: é também ciência, uma vez que são utilizados princípios de geometria e equacionamentos matemáticos.
Assista a este vídeo, que mostra a logomarca do MIT sendo feita em origami. E outro exemplo, onde o "golden beaver" (mascote dos ex-alunos do MIT) é produzido em origami.
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Francis Bacon (1561-1626), foi um político, filósofo e ensaísta Inglês, sendo freqüentemente citado como "Pai da Ciência Moderna".
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Sente-se à mesa e participe com Jesus e os Apóstolos da última ceia!
Ou, então, converse "pessoalmente" com a Mona Lisa.
São coisas que já estão sendo feitas, por meio deste projeto de holografia.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Leonard Kleinrock, professor da UCLA e considerado como sendo um dos pais da Internet, diz que é difícil separar os desafios tecnológicos dos desafios sociais e econômicos.
Para ele, os maiores desafios são agora os seguintes:
[1] adaptar a tecnologia para atender às necessidades da sociedade, da economia, da educação;
[2] um verdadeiro aparelho portátil de comunicação e de geração de imagens (rendering), com vários usos e funções, dotado de conteúdo, aplicativos, serviços e dispositivos convergentes;
[3] encontrar caminhos para prorrogar a Lei de Moore [de Gordon Moore, co-fundador da Intel. Grosso modo, diz que, a cada dois anos, a capacidade dos microprocessadores dobra];
[4] disponibilizar o acesso de banda larga a um número maior de pessoas;
[5] fornecer em todos os lugares produtos e serviços que consigam determinar sua localização geográfica;
[6] criar espaços inteligentes e instalar agentes inteligentes;
[7] fazer da Internet um ambiente mais seguro.
E você, concorda com ele???
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Marcos de Lacerda Pessoa
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14:51
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Vai chegar o dia em que o uso de tecnologias sem fio (do tipo WiFi) ou de voz sobre IP, não será mais algo a ser noticiado pela mídia.

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Os avanços tecnológicos são muitos e ocorrem a velocidades cada vez maiores.

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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:37
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Você tem o hábito de ficar navegando na Internet ao ponto de perder a noção do tempo?
Conforme editorial da revista The American Journal of Psychriatry, na sua última edição (março de 2008), o vício de Internet é um problema que merece ser incluído oficialmente na lista de desordens mentais.
Esse desvio, afirma-se no editorial, manifesta-se por meio de algum dos quatro componentes:
Com você ocorre (ou já ocorreu) algumas dessas coisas?
Caso afirmativo, fique esperto! A questão merece atenção -conforme está dito no texto-, até porque também envolve crianças e adolescentes.
O editorial cita estatísticas coreanas e chinesas com jovens doentes que precisam ser tratados com psicotrópicos e até hospitalização. “A Coréia do Sul considera o vício da Internet um de seus problemas de saúde mais sérios”, diz o texto. Embora reconheça as diferenças culturais, o editorial aponta que os problemas no ocidente são bem similares.
E o problema também está relacionado ao uso corporativo do computador. Veja mais sobre o assunto neste jornal Canadense.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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15:31
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