Pensamento
As tecnologias de telecom vão ser realmente poderosas quando ficaram tão transparentes, tão "invisíveis" e tão intuitivas para os usuários, quanto a eletricidade.
As tecnologias de telecom vão ser realmente poderosas quando ficaram tão transparentes, tão "invisíveis" e tão intuitivas para os usuários, quanto a eletricidade.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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19:42
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Creio firmemente que custa muito menos para uma empresa de telecom manter os clientes de sua carteira, do que conquistar novos clientes.
No entanto, a minha operadora de celular só passou a se interessar por mim no dia em que pedi para fazer a portabilidade numérica, mudando para a concorrente.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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19:39
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Atualmente, parece que ninguém quer dar mais nada de graça.
Nem mesmo o tempo!
Hoje, é tudo na base do "toma-lá-dá-cá", do "uma mão que lava a outra", do "não pregar prego sem estopa".
Assim, o gerente não conversa mais com os seus funcionários (veja, não estou falando de "conversar" durante as reuniões formais de trabalho!), nem se conversa mais com os clientes (novamente, não estou me referindo a "conversar" durante uma tentativa de venda ou na rotina de um pós-venda).
Como resultado, não se cria empatia. E não se avaliam mais as reais necessidades das pessoas.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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19:16
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Em post anterior, falei da quantidade enorme de dados que têm ficado disponíveis e da necessidade de tratá-los, colocando "uma inteligência" por trás dos mesmos, para que se possa extrair mais informações úteis.
Parece simples, mas poucos fazem isso com competência.
Sobre essa verdadeira enxurrada de dados, leia o que saiu na The Economist.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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19:09
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Fazer gestão significa identificar metas, providenciar e administrar os recursos necessários, desenhar e monitorar os processos e manter tudo funcionando, com grande atenção tanto nas macro-estratégias, quanto nos detalhes.
Tudo isso pressupõe controle, sendo que, no meu entendimento, é justamente aí que as coisas podem deixar de funcionar, pois alguém eventualmente até poderia controlar fisicamente as pessoas com quem trabalham (por exemplo, com cartões-ponto, catracas e biometria), mas nunca será possível o controle das suas mentes e dos seus corações.
E é justamente aí que surge o papel dos líderes. Estes, são os que se preocupam com o desenvolvimento de suas equipes, inspirando-as e as desafiando.
Nisso sim, eu acredito plenamente.
Porque significa atenção e respeito. O que funciona, sempre!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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18:29
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TEDxSP 2009 - Fernanda Viegas from TEDxSP on Vimeo.
A Fernanda Viégas é da IBM e fez esta apresentação sobre o tratamento de dados.
Outro dia, estive com um empresário de São Paulo que faz exatamente isso: reúne um universo enorme de dados e coloca "uma inteligência" para inferir coisas verdadeiramente incríveis sobre o comportamento das pessoas, a expansão das cidades, a influência dos negócios, etc. etc...
Aqueles que são responsáveis por coletar dados, que o continuem fazendo. Mas precisamos agora, e cada vez mais, trabalhar nas inferências a partir desses dados. E já há boas técnicas e ferramentas para nos ajudar nisso (ou empresas especializadas em inteligência de dados, para quem podemos terceirizar esse serviço)!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:27
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O economista-chefe do Google, Hal Varian, que também é o autor do bestseller "A Economia da Informação", falou recentemente sobre "a economia dos jornais: online e offline".
Enquanto ele diz que o baixo custo da Internet pode ser uma vantagem (segundo Varian, 50% do gasto de um jornal impresso é com distribuição e impressão), declara que a publicidade não consegue gerar receita suficiente para as publicações online.
Ele entende ser possível cobrar por conteúdo, mas somente por aqueles que forem "diferenciados" (isto é, para um mercado de nicho, portanto menor).
E, também, que o Kindle da Amazon.com, o iPad da Apple e outros equipamentos "leitores" podem representar uma esperança para a indústria, no sentido de que fornecem às pessoas uma experiência mais rica e agradável de leitura.
O texto está neste blog do Google. O site oficial do Hal Varian é este aqui. E hoje há um texto no guardian.co.uk, sobre assunto correlacionado.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:18
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Marcos de Lacerda Pessoa
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18:52
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Falei sobre o fato de as empresas de equipamentos estarem controlando a Rede e ontem a Apple baniu vários aplicativos/conteúdos da sua loja virtual, por "serem considerados picantes demais, com fotos que podem ser consideradas obscenas".
Curiosamente, foram retirados aplicativos de fornecedores menores; o da Playboy, por exemplo, continua.
Aqui há não somente o interesse financeiro da Apple nos conteúdos que mais lhe pagam, mas é relevante o fato de que a empresa quer (neste momento de lançamento do seu novo equipamento iPad) apresentar-se aos pais dos futuros compradores (espera-se que muitos iPads serão vendidos a crianças e adolescentes) como "uma empresa responsável".
E então: a Rede está ou não ficando fechada (com a chave da porta ficando na mão dos fabricantes de equipamentos)?
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Marcos de Lacerda Pessoa
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07:18
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Por muitos anos, temos nos preocupado com a Rede propriamente dita: quantos estão conectados a ela, qual a largura de banda, qual a taxa de compartilhamento...
Mas essa deixou de ser a questão importante! Vejamos:
Como já relatei aqui, o meu primeiro computador foi um Apple Mac. Naquela época, ainda não havia Internet. Era o Mac com o VisiCalc (a primeira planilha eletrônica), o MacWrite (para escrever), o MacDraw (para desenhos) e o MacPaint (programa de imagens e pinturas).
Mas, logo em seguida, surgiram os provedores de conteúdos: America Online e CompuServe eram os maiores. Rapidamente, esses dois angariaram milhões de usuários e viraram gigantes.
Depois vem a Internet (inicialmente com e-mail), seguida pela web que conhecemos hoje, com páginas em html.
E a web fulminou um negócio que era absolutamente promissor (o dos provedores pagos de acesso e conteúdo), à medida que ela passou a proporcionar conteúdos abertos, gratuitos e providos a partir de todos os cantos do planeta. Assim, acaba ocorrendo o que ninguém, à época, poderia prever: AOL e Compuserve foram rapidamente para o brejo.
Mas veja que curioso o que está ocorrendo hoje: Steve Jobs (o mesmo que lançou o Apple II e o Apple Mac), é o que coloca agora no mercado o iPhone e o iPad. Mas as condições desses lançamentos são, desta vez, completamente diferentes!
No passado, Jobs só percebeu que as pessoas estavam usando em seus computadores o VisiCalc, porque as vendas desses computadores dispararam por conta do aplicativo. O fundamental que eu quero dizer aqui, é que aquelas máquinas eram abertas para terceiros proverem livremente os seus aplicativos.
Hoje, a coisa é outra (bem outra!): o iPhone e o iPad são "parcialmente livres" (e, como a expressão "parcialmente livre" é uma incongruência em si, pode-se dizer que eles são verdadeiramente fechados, controlados, regulados). Quem desejar prover algum conteúdo ou aplicativo para essas plataformas, deve antes submetê-lo à aprovação da Apple, que tem toda a liberdade para aprovar ou negar a sua entrada nas plataformas. Adicionalmente, o que for comercializado ali será na base do compartilhamento de receitas, onde a Apple fica com a maior fatia.
Veja só que curioso! A abertura da rede (e dos devices) derrubou as "fechadas" AOL e CompuServe no passado. Enquanto que, hoje, os devices (lançados pelo mesmo Steve Jobs) estão agora fechando a rede novamente!!!
Essa deve ser a verdadeira discussão importante da atualizade: a Rede está ficando rapidamente fechada, passando a ser totalmente controlada pelos provedores dos devices, que decidem o que disponibilizar e que cobram o que querem pelo que for usufruído.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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09:29
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Interessante estudo da Nielsen (em .pdf).
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Aqui.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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00:33
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Após os muitos anos de dominância do mouse e do teclado (QWERT), a Apple começa a lançar seus iPhones e iPads, que passam um pouco a mudar isso.
Mas as mudanças não pararão por aí. Há empresas estudando outras alternativas. É o caso da Oblong. Assista ao vídeo abaixo:
g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:08
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É urgente que se altere esse foco excessivo na pesquisa de caráter puramente acadêmico.
A China e a Índia fizeram isso e passaram a apostar no setor produtivo.
Em 2001, a China investia 0,95% de seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento. Passou a focar na pesquisa associada com a Inovação no setor produtivo. Hoje, a meta já é de 2,5% do PIB em PD&I. E o número de patentes que os chineses registram nos EUA tem crescido a uma taxa anual de 25%.
A Índia, em 1998, superou o número de patentes do Brasil. De lá para cá, também passou a focar em P&D para a Inovação a ser colocada no mercado. No ano passado, registrou seis vezes o número de patentes do Brasil.
O Brasil carece de uma melhor relação enrtre as empresas, as universidades e o governo. Além de investimento em gestão!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:52
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Há 10 anos, o que faltava para uma maior produção de inovação no Brasil era qualificação, recursos e legislação.
Hoje, melhoramos muito nesses três itens. As nossas universidades públicas, em geral, já possuem toneladas de mestres e doutores. Os recursos existem. E a legislação é abundante: Lei do Bem, Lei da Inovação, Lei da Informática, Empreendedor Individual, Leis concedendo insenções diversas,...
O que falta hoje, no meu entendimento, é:
1. Foco. Nas nossas universidades, praticamente cada pesquisador faz o que quer, desenvolvendo a linha que melhor lhe convém. Não há planos institucionais a serem seguidos e financeiramente suportados dentro de uma política geral planejada.
2. Gestão. A ineficiência nessa área é brutal! Além disso, ainda se valorizam demais os papers publicados, enquanto que verbas direcionadas a projetos de inovação são frequentemente devolvidas, sem uso.
3. Cultura. Isso passa por entender que a inovação é fundamental para a sustentabilidade empresarial e para o desenvolvimento do país.
Nesse sentido, defendo o modelo das incubadoras de empresas de base tecnológica, pois essas podem proporcionar os três itens acima com maior eficiência.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:36
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O fato é que nossos empresários brasileiros ainda são muito imeditistas.
E os gerentes são cobrados para darem resultados agora, já.
Assim, o maior horizonte com que se trabalha é até a próxima reunião da diretoria, onde os gerentes apresentam os últimos resultados alcançados.
Desta maneira, no entanto, joga-se para a torcida, mas não se garante a sustentabilidade empresarial!
Enquanto a produtividade no Brasil não for considerada pelo menos a médio prazo e sustentada na inovação, jamais competiremos internacionalmente. E esse é, no meu entendimento, o único caminho baseado na qualificação das pessoas e no uso pleno de seus potenciais.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:24
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Continuando o post anterior...
...li na The Economist que o Brasil participa com 2% no PIB mundial, mas é responsável por apenas 0,2% das patentes registradas.
Segundo a revista, a Coréia do Sul registrou 30 vezes mais patentes do que o Brasil.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:13
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Quando eu morava na Inglaterra, há cerca de 20 anos, lembro de alguns brasileiros virem me visitar falando da incapacidade de nosso país em produzir chips. "Com toda a reserva de mercado", diziam eles naquela época, "o Brasil pouco se desenvolveu nessa área, senão copiando aquilo que encontra nos países mais adiantados".
Bem.. Passaram-se duas décadas e ainda produzimos poucas coisas originais por aqui; e continuamos copiando muito! Mesmo os computadores que "produzimos aqui", na verdade têm uma taxa de nacionalização de seus componentes muito pequena.
Agora, recebo a notícia de que foi recentemente inaugurada a primeira fábrica de chips da América Latina: a Ceitec S.A., em Porto Alegre, fruto de um investimento superior à R$ 400 milhõres, feito por parte do Ministério de C&T. Na verdade, a Ceitec é uma estatal, vinculada ao MCT.
OK! Já é alguma coisa!... Embora estejamos chegando nisso com pelo menos duas décadas de atraso. E com uma estatal, o que é no mínimo algo curioso...
Mas vamos ver se, com essa iniciativa, a indústria de semicondutores passa a se desenvolver no Brasil...
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Marcos de Lacerda Pessoa
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10:56
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O camarada chama-se Mistery Guitar Man.
Ele fez esse clipe, de uma música, com a linguagem visual da passagem de fotos do
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Marcos de Lacerda Pessoa
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A seguir, vou descrever alguns princípios básicos do Taylorismo, próprio para a era da chaminé, mas, certamente, totalmente descabido para empresas 2.0!
E a pergunta que fica é: por que, então, ainda se implementam nas empresas 2.0 métodos, técnicas e sistemas de gestão que são próprios da mentalidade Taylorista?
"Para Taylor, uma vez estabelecida e mapeada cada parte do processo produtivo, a empresa necessita apenas de um ser humano com competência o suficiente para a realização daquela tarefa específica. Se a tarefa, por sua vez, consta somente de apertar um determinado parafuso, não há portanto a necessidade de que o indivíduo que esteja encarregado de realizá-la possua qualquer conhecimento ou aptidão para além disto. Dependendo da tarefa, esta pode até mesmo ser realizada por mulheres, crianças, pessoas aleijadas das mais diversas formas ou mesmo cegos".
Ainda segundo Taylor, "o treinamento do trabalhador deve visar que este execute suas tarefas do modo que a sua gerência indique, obedecendo sempre sem questionamentos quanto à finalidade de suas tarefas, simplesmente devendo ficar atento às ordens recebidas de seus intrutores".
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Marcos de Lacerda Pessoa
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10:23
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Hoje, as pessoas temem:
1. ofender (trata-se da abominável postura do "politicamente correto", que atualmente está na moda); e
2. dizer algo que seja controverso (é o medo de polemizar).
E isso ocorre, mesmo se alguém estiver em perigo ou não se defenda a verdade!
Na minha humilde opinião, está faltando o que os nossos antepassados chamavam de PRUDÊNCIA: sempre que necessário defender a verdade, de forma apropriada, sem ofender ninguém e sem nunca perder a força própria, a convicção.
O "picolé de chuchu", sempre omisso em opinar ou em defender as suas convicções, é um fraco e é simplesmente abominável. E a sua presença em uma empresa é insuportável!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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16:45
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Aristóteles, há cerca de 2500 anos, dizia que nós temos dois propósitos (ou missões) principais na vida:
O primeiro é evoluirmos espiritualmente, posto sermos seres espirituais.
E o segundo é deixarmos este mundo melhor.
Agora, o melhor de tudo é percebermos que nós mesmos evoluímos à medida que deixamos este mundo melhor!
Assim, cabe-nos sempre refletir sobre que legado pretendemos deixar, no sentido de colaborarmos para que este mundo seja melhor e, com isso, também evoluirmos.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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12:29
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Outro dia, ouvi um gerente de empresa dizer:
- "A minha equipe está azeitada!".
Fiquei pensando que essa expressão bem reflete a herança mecanicista da era industrial, que ainda muita gente carrega.
Embora estejamos na era do conhecimento, muitos ainda vivem (falam e agem) como se estivessem na era da chaminé!
Fiquei também pensando como seria bom se as empresas montassem seus Centros de Alfabetização Humana, para que, através deles, as pessoas pudessem reaprender algumas características, princípios e valores básicos, que só são próprios dos seres humanos, jamais das máquinas.
Máquinas são azeitadas, seres humanos são motivados por tramento humano e por boas causas.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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11:04
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O alimento dos neurônios é o oxigênio.
O alimento das empresas é a informação.
O cérebro funciona com energia, glicose.
A energia nas empresas é a motivação.
Daqui para frente, cada leitor pode ajudar, ampliando ainda mais essa analogia...
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Marcos de Lacerda Pessoa
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17:10
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Não é possível aumentar o número de neurônios de uma pessoa, mas pode-se incrementar as sinapses entre eles.
Da mesma maneira, a inteligência empresarial pode ser aumentada com o mesmo número de pessoas na organização, somente melhorando as relações entre elas.
E as relações melhoram com uma melhor e maior comunicação.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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17:05
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Antigamente, um banco contratava um gerente que fosse bom em cálculo de juros simples e compostos.
Hoje, porém, não é mais assim!
Por que?
Pois quem faz isso, atualmente, é o computador (como disse em post anterior, tarefas próprias do hemisfério cerebral esquerdo tendem a ser automatizadas)!
Atualmente, contratam-se gerentes com base nas suas capacidades mais relacionadas ao hemisfério cerebral direito, como por exemplo, na habilidade de comunicação e de empatia com relação aos problemas e necessidades dos clientes.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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13:29
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Assim como há mais seres que um dia viveram e não existem mais (foram extintos), do que seres que continuam vivos...
...há mais empresas que um dia viveram e não existem mais (foram extintas).
E qual seria a explicação para essas coisas?
Uma delas é a pouca capacidade de adaptação.
Foram empresas que não perceberam as mudanças da sociedade, do mercado, dos concorrentes, da evolução tecnológia,...
Mas o que é preciso para que essa percepção aconteça?
Fundamentalmente, aumentar a inteligência da empresa. E, para isso, é necessário aumentar a inteligência das pessoas que dela fazem parte.
Mas é possível aumentar a inteligência de alguém?
Certamente que sim! Através do seu uso adequado e dos estímulos corretos.
E é dever dos líderes empresariais proporcionarem o maior e melhor uso da inteligência de seus liderados, estimulando-os com a aquisição conhecimentos transversais e com desafios novos e cada vez maiores.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Recentemente, estive em São Paulo jantando com o Wagner Heibel, competente consultor na área de telecom, profissional com rara e excepcional visão sistêmica; juntamente com a Martha Gabriel, palestrante 2.0, professora 2.0 e artista 2.0!
Que enorme satisfação é estar com pessoas que mostram satisfação em relação ao trabalho que realizam!!!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Leia AQUI.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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