sábado, 2 de maio de 2009

SOHO

Entendo que, cada vez mais, ficará difícil separar horas no trabalho com horas fora do trabalho.

Assim, vejo que os aplicativos web, que ajudem as empresas a serem gerenciadas remotamente, passarão a ganhar força.


Nesse sentido, veja o que a Klomptek oferece, na área de gerenciamento da telecomunicação empresarial móvel.

Quem for criativo no e-business, vai ganhar muito mercado!


Os usuários Web 2.0 estão sedentos por novidades e por formas fáceis e eficientes para a aquisição de produtos e serviços.


Aroxo

Um exemplo disso:

Diga o que deseja comprar e estabeleça quando quer pagar. O resto, deixe com AROXO.

My name is e



Aqui, você pode trocar informações rapidamente.

A idéia é colocá-lo em contato imediato no
Facebook, LinkedIn,
Twitter, etc... de uma outra pessoa (e tranferir, para esta, os seus contatos e endereços em redes sociais).

+ EAD

Eu sempre prefiro achar que EAD significa Educação a Distância e não Ensino a Distância.

A razão é bem simples: entendo o aprender (que é "fim") como sendo sempre mais importante do que o ensinar (que é preponderantemente "meio"). Portanto, prefiro adotar o termo genérico "educação".



Para complementar o assunto "EAD", o Wagner Heibel mandou os seguintes links, que se relacionam a uma série de reportagens veiculadas pelo TV Globo no Jornal Nacional.

Educação a distância beneficia milhões - No Amazonas, em cinco anos, o método a distância qualificou 16 mil professores de ensino básico que só tinham o nível médio.

Cresce o número de curso superior a distância
- A oferta de cursos superiores no Brasil cresceu 571% entre 2003 e 2006. E o número de alunos avançou 356% em três anos. Segundo o MEC, 73% estão em escolas particulares.

Televisão é fundamental no ensino a distância - Veja como a televisão está levando educação a milhares de jovens na Região Norte, onde os cursos a distância mais avançam: as matrículas cresceram 940% em três anos.

Os mecanismos de busca o conhecem melhor do que você mesmo!


Novamente, vou bater na mesma tecla: a da privacidade.

Qualquer um de nós usa algum mecanismo de busca no seu dia a dia.

Eu, pessoalmente, estou sempre usando o Google, várias vezes ao dia. E nem me dou conta do que eles armazenam sobre mim!

De maneira geral, eles armazenam logs detalhados das buscas efetuadas, fazendo uso de gravação dos endereços IPs que originaram a busca, cookies, data e hora da pesquisa, keywords usados na busca e os resultados clicados pelos usuários. Com estas informações é possivel saber, por endereço IP, quais páginas e em qual seqüência foram acessadas. E também, com estas informações, pode-se, a partir de uma lista de keywords saber que IPs as usaram. Assim, na verdade minhas buscas não são tão anônimas como eu pensava!

Com a chegada da Web 2.0, as informações pessoais se espalham com muito mais intensidade e velocidade pela Internet. As pessoas colocam seu dia a dia e opiniões em blogs, criam home pages pessoais, usam webmails gratuitos, colocam seu perfil profissional no Linkedin ou Plaxo, seus bookmarks de websites favoritos no del.icio.us, detalham relacionamentos com amigos no Facebook, MySpace e Orkut, registram suas músicas preferidas no Last.fm, compartilham suas experiências de viagem no Dopplr, se divertem com vídeos do YouTube e assim por diante...

Outro dia, o Cezar Taurion da IBM (eu assisti a uma exelente palestra dele em um evento da Converge, em São Paulo), sugeriu que pensássemos na junção dos mecanismos de busca com os sites Web 2.0. Por exemplo, um Google com Orkut com YouTube com Gmail com Picasa com Dodgeball... Ou ainda, um Yahoo com Flickr e del.icio.us. Pensem: quantas informações sobre cada um de nós não estarão disponíveis?!!!

À medida que mais e mais informações pessoais se disseminam pelos sites Web 2.0, os critérios de privacidade começam a erodir.

O importante, nisso tudo, é termos consciência que ao fazermos uso das fantásticas inovações oferecidas pela Web 2.0 podemos estar (e freqüentemente estamos) abrindo mão de nossa privacidade!


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Educação ANYWHERE/ANYTME



Conheça o programa One Portable Media Player per Teacher.

E leia mais sobre ele aqui.

O mundo todo precisa,
no tão carente setor da educação, de soluções criativas como essa!



Gripe "A"




Aqui, o mapa da gripe suína.

Celular com projetor

Os amigos já não têm que se reunir ao redor de um computador para assistirem ao último vídeo do YouTube.

A Samsung lançou um celular com projetor, que permite exibir imagens fixas ou em movimento, com até 1,20 metros de largura.



O telefone incorpora uma tecnologia de processamento digital de luz da Texas Instruments, por meio da qual as imagens são projetadas por centenas de milhares de espelhos microscópicos.

O aparelho, que já está disponível na Coréia, deverá ser lançado nos demais países do mundo, neste próximo inverno.


(Texto traduzido de MIT/Alumni)

Como as pessoas, em 1910, imaginavam que seria o ano 2000


Enviado pelo Ernani Fragoso:

A Biblioteca Nacional da França (BNF) tem uma impressionante coleção de gravuras feitas em 1910, que retratam o que seria a vida no ano de 2000.

Os bombeiros voariam...

Os sapatos teriam motor...

Os barbeiros seriam robôs...

Os carros voariam...

As mensagens seriam fonográficas...

Existiriam drive-in para "carros voadores"...

Os jornais seriam escutados ao invés de lidos...

Existiriam videoconferências...

Não existiriam funcionários nas obras, somente robôs...

Os alunos não usariam livros, eles iriam ouvi-los, de acordo com a vontade do professor...

Fabricar roupas nunca seria tão fácil...

Complemento, com a seguinte frase famosa:

"A arte da previsão consiste em antecipar o que acontecerá e depois explicar o porque não aconteceu." (Winston Churchill)


O celular no Brasil



Duas mátérias, dois links (enviados pelo Cícero Lima):

Penetração da telefonia celular no Brasil.

Teledensidade da telefonia móvel no Brasil.

Educação à Distância

Ontem, fiz uma palestra em videoconferência, mostrando na prática os enormes benefícios da Educação à Distância.

Na oportunidade, falei sobre o primitivismo de nossa educação atual, que ainda segue os moldes da RETÓRICA, com o professores despejando informação nos alunos (o que eu chamo de "professor caixa d'água"); e, os alunos, em uma assistência passiva.

Quatro séculos antes de Cristo, Sócrates estimulava o pensamento de seus alunos e pares, empregando a DIALÉTICA. O objetivo era, através do diálogo, buscar a verdade. Hoje, apesar do avanço tecnológico, as nossas escolas continuam no modelo do "giz e cuspe", que as próprias crianças questionam e não compreendem mais (pois, informação somente, elas podem acessar no computador, no celular,... em qualquer local e a qualquer tempo).

Ao chegar em casa, ontem mesmo, deparei-me com o seguinte (e excepcional!) texto, sobre assunto correlacionado. Veja:


Ensino não presencial – o desafio do século 21

A Rede Globo decide, com o prestígio que adquiriu, por bem ou por mal, mais, muito mais graças à sua extrema competência, e agora parece abraçar a idéia do EAD – Ensino a Distância, jóia!

Maior presente para o nosso povo, impossível.

Está mais do que na hora de entendermos que existe um mundo de diferenças entre os três graus clássicos do nosso ensino, sem contar com os demais. Precisamos de escolas orfanatos, restaurantes, abrigos, creches etc. para o primeiro grau. Nesse nível os professores são muito mais do que ensinadores de tabuadas, letras e algumas historinhas, eles educam, eles cuidam das crianças substituindo pais nem sempre conscientes de suas responsabilidades. No segundo grau os mestres enfrentam jovens em choque com seus hormônios, completamente confusos, ensaiando relações e procurando objetivos para suas vidas. A imaturidade é a marca de garotos que começam a falar grosso e garotas que se sentem mulheres. O fundamental é que ao concluírem o segundo grau estejam razoavelmente amadurecidos para enfrentarem as escolas de nível universitário. Não chegaram lá? Infelizmente nem todos nasceram para a conquista desse nível, outros enfrentarão responsabilidades que os afastarão das salas de aula. E que salas de aula...

Os deficientes sabem o pesadelo de freqüentar escolas convencionais...

Podemos e devemos perguntar, quantas faculdades, universidades, quantas escolas de nível superior realmente estarão preparadas formar bons profissionais? Seus alunos podem freqüentar suas aulas? Precisam trabalhar? Quanto tempo perdem em deslocamentos entre suas casas e as salas de aula? Quantos são assassinados, atropelados, mutilados indo e vindo para lições que nem sempre são necessárias? E as escolas ainda têm espaços para estacionamentos? Quanto gastam em energia mantendo salas, pátios, corredores, salões iluminados? Nossas cidades comportam o trânsito adicional desse povo que se desloca motorizado?

Fantasticamente as telecomunicações, os computadores, os conhecimentos em eletrônica, tecnologia dos materiais, lógica, informática e muitas outras coisas (principalmente os gênios e indústrias do primeiro mundo) estão viabilizando o ensino a distância. Tudo é possível sincronizadamente ou não. Não há a mínima necessidade de “salas virtuais”, não há por que obrigar alunos a se deslocarem para assistirem aulas ministradas de pólos distantes. Via CD, DVD, pendrives, downloads etc. pode-se ter a aula no PC ou no ebook e repeti-la quantas vezes for necessário, onde quer que se esteja. Provas? Podem ser feitas onde e como os alunos puderem pagar ou ganhar. Pode-se usar laboratório virtual, biblioteca virtual, visitas técnicas virtuais, museus virtuais, um mundo de coisas sem a presença física, a ser feita quando e como os alunos puderem realizar.

A escola vai ao aluno, não o aluno à escola. Professores? Os melhores do mundo para milhões de alunos. Apoio? Sim, ótimo se possível e necessário. Tutores, técnicos em informática, fabricantes de equipamentos ajustados ao que o aluno precisa. E as imensas escolas existentes? Que sejam grandes laboratórios, bibliotecas, museus, lugares de confraternização ou simplesmente moradia para quem não tem onde morar.

Temos gripe suína, CO2, engarrafamento de trânsito, atropelamentos, violência, escolas convencionais mal equipadas, elitização do ensino, professores apegados a livrinhos antigos e a suas queridas e encebadas apostilas, necessidade de trabalhar, de cuidar da própria vida.

Não compete a professores decidir sobre a vida de jovens, isso o mercado, os concursos, o mundo faz, ainda que as corporações continuem exigindo carimbos e diplomas. No terceiro milênio da era cristã, meio milênio após Gutenberg, alguns milênios após os hieróglifos, papiros e coisas dessa espécie, chegou a hora da liberdade com responsabilidade. O aluno universitário decide sobre sua vida e não a escola escolástica, a que a Terceira Onda pedia, a criadora de autômatos.

Parabéns à Rede Globo, viva o EAD.

Fonte: Cascaes- EAD INTELIGENTE.

O real sentido da competição no trabalho


O entendimento sobre o que deve ser a COMPETIÇÃO NO TRABALHO está sendo muito desvirtuado nas corporações.



Competir
'NÃO É' fazer dos colegas de trabalho, seus inimigos. Pessoas que você teria que derrotar.

Até porque o problema da competição
'NÃO É' externo. É, por outro lado, derrotar os seus inimigos INTERIORES. Assim, é a própria realização do ser.

Competir no trabalho é APRIMORAR-SE PERMANENTEMENTE para, pela sua própria competência, produzir cada vez mais e melhor, para o bem das pessoas (e da sociedade em geral).


Aí você será vencedor, pois sem ter que passar rasteiras, nem puxar tapetes, você conseguirá realizar muitas coisas, reconhecidamente boas.

Termino essa reflexão com esta frase, atribuída a Marmontel.



Bom projeto

Muito melhor do que o projeto em si

é o seu poder de transformar

a cabeça e o coração

daqueles que dele participam.



quinta-feira, 30 de abril de 2009

Conheça alguns serviços sensacionais!





AT&T (U-verse).

Telefonica Espanhola (Imagenio).

Verizon (FIOS).

Para quem gosta de ler livros


Skoob é um espaço virtual dedicado aos amantes da leitura.

Nele, o usuário pode cadastrar os livros que leu, está lendo ou pretende ler. Pode, ainda, compartilhar sua opinião com seus amigos ou até mesmo fazer novas amizades.

Hoje, já conta com 7 mil usuários, tendo mais de 10 mil livros cadastrados.

Lá você encontra de tudo um pouco. Desde grandes clássicos da literatura brasileira até
bestsellers americanos.

Os leitores ajudam a contribuir com o Skoob, avaliando as obras lidas.

A palavra Skoob nada mais é do que livros, em inglês, escrito ao contrário (tão óbvio que não dá para perceber de imediato).

Para utilizar, cadastre-se aqui!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Iguais, somente no sobrenome


Apesar do sobrenome comum, não sou fã do Fernando Pessoa, que era um gnóstico "de carteirinha". Veja mais sobre isso, aqui. E aqui.

Acaba, porém, de ser lançado o aplicativo "iPessoa", para o iPhone, que fornece frases do hermético poeta/escritor.

Novidades que estão para chegar




domingo, 26 de abril de 2009

Finding Hope

sábado, 25 de abril de 2009

Pensamentos...

[1]
O mundo digital deixou de ser criado PARA pessoas e passou a ser criado COM as pessoas.


[2]
Erraram os "gurus" que falavam que a convergência seria entre TV e PC.
Ela acabou ocorrendo numa telinha bem menor: a do CELULAR.

[3]
Depois que comecei a usar
um smartphone,
com
push-mail, push-agenda, push-qualquer coisa,
deixei de ter que "entrar na Intenet",
pois ela passou a estar sempre COMIGO, no bolso.

[4]
Por outro lado, se começar haver SPAM no celular
e se não houver proteção à PRIVACIDADE,
posso garantir:
nossa vida ficará infernal.



Medicina no bolso


Vale a pena ler (em Inglês).

Cultura e Tecnologia

sexta-feira, 24 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

As empresas carecem de construtores de novos enredos

Há nas empresas uma quantidade enorme de excelentes profissionais.

E há os que são capazes de construir novos e diferentes enredos.

Estes, bem mais raros, são aqueles que percebem:

- o valor de um pensamento mais abrangente (multifocado);

- que o conhecimento (do especialista) deve acompanhar a flexibilidade (do generalista);

- que o humanismo deve ser a grande vantagem competitiva.

Para que esses profissionais possam se desenvolver, as empresas devem, internamente, estimular o pensamento, gerar curiosidade, aumentar o espírito crítico e mobilizar funcionários em direção à recuperação de uma utopia: a de que é possível a construção de um mundo melhor através de pessoas melhores.

Pessoas que vão além da competência, que sejam criativas
, comunicativas, gregárias, estudiosas, comprometidas, visionárias, felizes, líricas. O lirismo, aqui, significando entusiasmo pelo ardor, pela motivação, pelo idealismo (que são qualidades presentes nos empreendedores, naqueles que mudam o universo -universo que os circunda- a partir do seu universo interior).

Esses profissionais precisam ser desenvolvidos, pois na ânsia de romper barreiras, eles quebram paradigmas, voam com a imaginação, criam novos mundos, descobrem, inventam, formulam, desenvolvem, sonham e realizam.

Portanto, libertam.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Julgamento de Sócrates


Sócrates (quatro séculos antes de Cristo), queria persuadir seus concidadãos a não se preocupar nem com o corpo nem com a fortuna, tão apaixonadamente quanto a alma, a fim de torná-la tão boa quanto possível.

Por essa razão, foi denunciado por estar "corrompendo a sociedade e as leis".

Quando lhe deram a sentença de morte, dizendo-lhe que teria que beber cicuta, pois "estava subvertendo o pensamento de jovens e adultos", Sócrates assim respondeu:

"Não sou eu quem está sendo condenado à morte!".


Em time que está ganhando não se mexe?

Errado! Depois do primeiro jogo, esteja certo de que os próximos adversários já mapearam os pontos fracos e fortes de seu time, e já possuem alguma tática para neutralizá-lo.

Outro dia, presenciei uma pessoa sugerindo uma mudança de procedimento e seu chefe disse que aquilo seria "um absurdo, pois as coisas sempre foram daquela maneira e sempre deram certo" (Bem... Os queridos leitores certamente conhecem esse tipo de "argumento", não é mesmo?).

Como disse Clemenceau:

Entendo que MUDANÇA é algo fundamental, especialmente NAS NOSSAS FORMAS DE PENSAR E AGIR.

Mudar
significa
evoluir
.


Veja um exemplo:

Se pudéssemos trazer para os dias de hoje uma pessoa do Séc. XIX, certamente ela não reconheceria nada, em lugar algum! Nem um shopping center. Nem um supermercado. Nem uma padaria. Nem um ônibus biarticulado. Nem uma video-locadora. Nem um hospital.... Nada!

Pense que você está com dor de dente. Você se prestaria a ir consultar um dentista do Séc XIX? Um "tira-dentes"? É claro que não! Simplesmente porque a odontologia (assim como tudo mais) evoluiu muitíssimo de lá para cá. Ela mudou, e mudou muito!

O mesmo deve ocorrer conosco. Quando mais mudarmos, mais iremos evoluir. Mas, para mudarmos bem, é necessário que estejamos em um processo EDUCATIVO permanente e numa intranqüilidade positiva com relação ao nosso estado atual. Além disso, como já disse E. Mussak, é necessário coragem, persistência e relevância. Além do espírito de doação, como falarei mais adiante.

É por estes conceitos que tenho muito interesse pela questão da educação. Ela deve ser a base da mudança e da evolução do ser humano.

Ainda no mesmo exemplo que eu dei, da pessoa do Séc XIX que traríamos para os dias de hoje (e vimos que ela ficaria perdida, em qualquer lugar que fosse!), curiosamente se a levássemos para assistir a um curso dentro de uma empresa ou para assistir a uma aula (em qualquer escola), aí ela saberia exatamente onde estaria!


A educação (de uma forma ampla, que inclui a reciclagem, o treinamento, a discussão técnica sadia, etc.) deveria ser A PRECURSORA DA MUDANÇA nas formas de pensar e de agir. Mas é exatamente a educação que não mudou! Ela continua, ainda, no velho e ineficiente modelo. O mesmo formato (da "retórica") permanece em vigência: o professor, na frente da sala, falando e despejando conhecimento (eu denomino isso de professor "caixa d'água"); os alunos, sentados, somente escutando (e muitas vezes dormindo!). Discussão? Nunca, nenhuma! Chamo de "caixa d'água", porque o modelo é de "despejar" informação e não de ajudar os alunos a fazerem o que há de mais natural, neles próprios: "PENSAR".

Particularmente, acredito na forma de atuar do filósofo grego Sócrates, que primeiro perguntava, em vez de começar propondo uma tese. Sócrates fazia o outro PENSAR, deixando o aluno chegar às respostas e conclusões, por si mesmo. Coisa que as novas tecnologias (como a dos blogs e das videoconferências, por exemplo) podem, com maior facilidade, ajudar a sociedade a RE-viver o processo educacional dialético, de Sócrates.

Sob esse aspecto, pergunto: não estaria na hora de RE-discutirmos ou RE-inventarmos o treinamento (e a educação, de uma forma geral)?

Quem trabalha com a Internet (ou com redes, de uma forma mais ampla) está colaborando para constituir um mundo cada vez mais conectado, cada vez mais "no ar", ou "em rede".

Mas o que isso deve implicar, verdadeiramente, para a mudança social (nas novas formas de pensar e agir)?


Desenvolvimento econômico e desenvolvimento social têm que estar atrelados! Não é possível pensarmos em um, sem o outro. Não entendo ser lógico, por exemplo, buscarmos um incremento de receita empresarial, sem que isso venha acompanhado de uma mudança de nós mesmos, do nosso modelo mental, do nosso comportamento.

E é isso que deve ser a EDUCAÇÃO: a educação de Sócrates, do PENSAMENTO. E, inicialmente, do NOSSO pensamento (do meu e do seu).

Feita essa reflexão inicial, coloco outras perguntas: as áreas empresarais de treinamento não deveriam usar amplamente a Internet, as redes sociais, os blogs, as videoconferências, e todas as novas cyber-ferramentas para... Ensinar, verdadeiramente e eficientemente? E a disponibilização desses meios, não é função daqueles que atuam nas Tecnologias de Informação e Comunicação, as TICs? Ou trabalham somente para o aumento da receita empresarial?

Se o propósito é maior, e abrange o desenvolvimento econômico com o social, por que, então, o pessoal de TIC não faz acontecer esse "casamento" (TIC trabalhando em projetos conjuntos -em parceria- com as áreas de treinamento das empresas)?

Seria um sonho? Pode ser!... O fato -bem concreto- é que aquilo que os céticos (e os desanimados, e os pessimistas, e os acomodados) chamam de "realidade", não é outra coisa se não o reflexo de um sonho.

O país necessita de uma revolução educacional e de uma revolução empresarial. E precisamos, antes de tudo, de uma revolução INDIVIDUAL, que abandona a "lógica" (lógica?) do "sempre foi assim" ou a do "por que mudar?".

Mudar significa evoluir
e para evoluir,
é preciso sonhar.

O progresso está a arte de sonhar! Mas sonhar, conjugando outros ingredientes, como disse acima: a coragem, a persistência, a relevância e o espiríto de ajudar ao próximo.

Estou certo de que ações individuais contam MUITO (apesar da confortável, conformista e usual saída do "uma andorinha só não faz verão", ou do "de nada adianta eu fazer a minha parte, se ninguém colabora").

São as ações individuais que desencadeiam as coletivas, que acabam se transformando em um comportamento generalizado.

Para refletirmos um pouco mais sobre isso, faço uma pergunta (à la Sócrates): o que muda antes, o indivíduo ou a coletividade?

Se aceitarmos que a coletividade muda primeiro, explicamos facilmente as mudanças de comportamento de cada um de nós. Pode-se dizer que as pessoas não gostam de serem diferentes pelo desconforto que isso causa. Assim, tendemos a acompanhar a mudança do geral e, portanto, a mudança do individual deve-se à mudança do coletivo. Mas... E a mudança do coletivo, deve-se a quê?

Não se pode explicar como é que o coletivo muda, sem aceitar que haja algum indivíduo para iniciar o processo. Toda a mudança do coletivo nasce de uma ação individual, que é absorvida pelo conjunto (muitas vezes, sem ser percebida). E é por esse motivo que ações individuais contam muito: elas podem se transformar em ações coletivas. Mas, para que isso de fato ocorra, creio que há esses pressupostos básicos, indispensáveis: a coragem, a persistência, a relevância e o espírito de doação.

Coragem? Sim! Porque o homem, por princípio biológico, é um ser resistente a mudanças. Nosso instinto é o de resistir a toda atividade que consuma energia (Eu que o diga! Como é difícil sair do trabalho e ir para a academia fazer spinning! E a dificuldade não é só a do spinning, mas já começa com o "caminhar" do estacionamento até a academia!!!). Mudar um comportamento exige, sim, uma dose considerável de coragem, pois vai contra uma condição estável. E incomoda (pois requer esforço).

Persistência? Claro! Pois as mudanças comportamentais não acontecem de uma hora para a outra. Ocorrem por intermédio da REPETIÇÃO do estímulo (você não assume um "modismo" como comportamento, a não ser que ele seja persistente --quando, então, deixa de ser apenas modismo).



Relevância? Também! Porque a coragem e a persistência são toleradas e aceitas se o que está se propondo FIZER SENTIDO. Propostas irrelevantes são as ilógicas (ou as injustas) e só podem ser impostas pela força, pelo constrangimento, pelo poder autoritário (o que, certamente, ainda é manifestado em empresas, famílias, governos, escolas... Só que, nesses casos, vejo que o costume não persiste por muito tempo: ele acaba sendo substituído pelo estímulo de um membro da coletividade, por alguém dotado de coragem, persistência, relevância e espírito de doação).

Espírito de doação? Evidentemente! Pois é somente com ele que poderemos ser realmente felizes: que, no final, é o que todos buscamos!

Se mantivermos essas coisas em mente, e se concordarmos que esse é o caminho, tenho plena convicção de que faremos muitas transformações, onde quer que estejamos. Evoluiremos e ajudaremos outros a evoluírem também.

Os projetos empresariais devem ser sempre meios para se alcançar um fim (nunca o contrário disso!). E tenho a convicção de que o fim maior é, justamente, o que eu falei no início dessa mensagem: a MUDANÇA NAS NOSSAS FORMA DE PENSAR E AGIR.

É isso que dará a confiança necessária para que as pessoas, por elas próprias, proponham e abracem enredos e desafios novos e cada vez melhores, fazendo os outros felizes e, assim, tornando-se, a si próprios, felizes.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Adivinhem quem vai imitar o Obama?

Clique sobre a figura...

A nova onda

Em pouco tempo, ninguém mais vai querer assitir coisa alguma, se não for em alta definição.

TVs, celulares,... TUDO será HD!

Veja o que uma câmera que filma mil quadros por segundo consegue fazer (coloque em tela cheia).


I-Movix SprintCam v3 NAB 2009 showreel from David Coiffier on Vimeo.

domingo, 19 de abril de 2009