O futuro da web está nas aplicações específicas


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Marcos de Lacerda Pessoa
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Ontem, uma pessoa me perguntou o que eu fazia na vida.
Respondi que eu APRENDIA.
A pessoa sorriu, pensando que eu não havia entendido a pergunta; e insistiu: - " Mas que trabalho você faz?", questionou ela.
Respondi novamente que eu aprendia. E expliquei que sou movido a aprender, que a maior parte do meu tempo ativo é usada por mim para aprender: principalmente através de ler e ouvir os outros... Aprendendo, sempre aprendendo!
As pessoas normalmente acham que o principal no trabalho é fazer. E se enchem de uma infinidade de tarefas a serem realizadas. E o tempo passa, e o mundo muda, e mais rapidamente do que elas possam imaginar já estão fazendo coisas ultrapassadas. Concentraram-se em fazer, deixando de lado o aprender.
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...fazer de quase nada, alguma coisa..
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Tem pessoas que querem ser contra. Tanto faz contra o quê. Primeiro vem a posição, contrária, depois vem o assunto. Elas se acham inteligentes por agirem assim. Na verdade, isso é uma doença que requer tratamento!
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Pense comigo: a construção de redes de fibra óptica demanda consideráveis investimentos por parte das empresas provedoras de infraestrutura de banda larga. Assim, por que motivo essas empresas deveriam ser impedidas de cobrar, de acordo com o que o mercado está disposto a pagar para trafegar seus conteúdos?
Ora, se há quem deseje que conteúdos sejam entregues de forma mais rápida e segura, há quem queira pagar mais por isso. Mas se não houver a possibilidade de um serviço diferenciado, ninguém irá querer pagar mais, pela mesma coisa! Essa é uma lei de mercado que, a meu ver, configura-se como justa e racional.
Talvez isso ainda não esteja, no entanto, muito claro no mundo virtual. Então, pensemos no mundo físico, que as pessoas conhecem mais e onde essas leis são exatamente as mesmas:
Vamos supor que, de uma hora para outra, os Correios fossem proibidos (por alguma lei ou regulamento) de cobrar mais para entregarem certas encomendas mais rapidamente do que outras. Assim, por exemplo, não haveria mais o "Sedex-10", sendo que toda a remessa passaria a ser feita na categoria "Simples", normal, que é bem mais lenta e mais insegura. Isso seria um absurdo, não é mesmo?
Sim, seria! Principalmente considerando que os Correios investiram muito, ao longo dos anos, na construção de um sistema de logística e transporte com capacidade para fazer atendimentos diferenciados. E os Correios devem ter (e de fato é assim!) todo o direito de cobrar de acordo com aquilo que o mercado pode pagar para transportar uma encomenda em consonância com a qualidade com que o mercado escolher!
Com relação aos Correios, ninguém tem dificuldade de entender um tratamento diferenciado, para o qual se cobra mais. E no mundo físico há muitos exemplos iguais a esse, que são perfeitamente compreendidos e muito bem aceitos pelo mercado. Na verdade, os usuários querem ter a opção de escolher entre diferentes tipos de serviços, de acordo com a suas necessidades.
Então, por que motivo há tamanha dificuldade quando passamos a tratar do mundo virtual? Por que tanta confusão quanto ao entendimento da neutralidade das redes de banda larga? O conceito é absolutamente o mesmo!
Só há uma reposta que explique isso: o interesse particular de alguns.
Quem advoga a neutralidade das redes são aqueles que não vendem canais! Eles não investiram maciçamente na construção das redes (necessárias para o transporte de conteúdos).
Os defensores da neutralidade gastaram quantias significativas na produção dos conteúdos. Deste modo, é óbvio que eles desejam que seus bits sejam transportados da forma mais barata possível (assim como aqueles que estão no ramo de livros querem que esses sejam transportados pelos Correios da forma mais barata possível). Portanto, o que ocorre é que cada um está olhando para o seu próprio interesse econômico.
A análise da neutralidade deve ser tão simples quanto a que estou fazendo aqui. E veja: não há nada de errado com o fato de cada um estar olhando para o seu interesse econômico, pois todo empresário faz a mesma coisa!
Como conclusão, portanto, entendo que a questão da neutralidade das redes não deve ser levada para o lado moral ou da justiça, como tem sido feito. Vimos aqui que não tem nada disso! Quem leva para esse lado, o faz simplesmente para, erroneamente, induzir as pessoas a pensarem assim, levando-as a defender uma causa que elas, de fato, não compreendem totalmente.
Em resumo: a questão é absolutamente econômica!
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Um dia aquilo que você sonha existirá no mundo real; e quando isso ocorrer, não apenas a sua vida, mas também a de muitas outras pessoas, será melhor.
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Acredito plenamento que aquele que coloca o foco no dinheiro, NÃO O GANHA, pela sua incapacidade de sonhar.
Sem dinheiro, porém, nada é realizado, pois ele geralmente é O MEIO necessário para a concretização de muitos SONHOS.
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12:29
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Gerente: lembre sempre que todo especialista só consegue enxergar uma parte DO TODO que faz a realidade.
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12:23
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Nunca se deixe abater pela crítica azeda.
Nunca se deixe encantar pelo elogio doce.
Nunca se engane: o bajulador é mais perigoso do que o crítico.
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Um estudo realizado ao longo de 20 anos em diferentes países, por um pesquisador Americano focado em O QUE FAZ A DIFERENÇA NO SUCESSO DE CADA UM, teve o seguinte resultado, após analisar inúmeras famílias que tiveram filhos com a mesma educação:
[FATORES] [% ATINGIR SUCESSO]
Genética: 10%
Educação: 20%
Capacidade de agir: 70%
Isso nos leva a refletir sobre o seguinte:
1. Quantos de nós já não pensamos em algo que podia ser fantástico, mas colocamos a ideia na gaveta à espera de termos "as condições perfeitas"?
2. E quantos de nós já acabamos vendo a nossa mesma ideia ser um sucesso nas mãos de outra pessoa?
Conclusão:
O MUNDO NÃO É CARENTE DE IDEIAS, MAS DE EMPREENDEDORES.
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09:07
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...a REVOLUÇÃO FRANCESA deu LIBERDADE à maioria?
...a REVOLUÇÃO VERDE deu COMIDA à maioria?
...a REVOLUÇÃO DIGITAL nos deu REDE à maioria?
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Este artigo fala sobre o papel dos governos na inovação.
Entendo que, em geral, a solução seria simples, se os governos simplesmente:
1. Em educação, saíssem NA frente
2. No restante, saíssem DA frente.
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Em país desenvolvido, TELEVISÃO compete com INTERNET.
Em país não desenvolvido, TELEVISÃO compete com GELADEIRA.
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...a inovação tem que estar no centro, não a padronização que limita o novo.
Estamos nos aproximando dos Jetsons, ainda com a gestão de Flintstones.
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No Brasil, 58% das residências já têm ao menos um PC.
Essa distribuição, entretanto, é desequilibrada: enquanto no Sudeste 66% dos lares possuem a computador, no Nordeste esse índice é de 42%.
Esses números resultam de uma pesquisa feita pela consultoria Ipsos, a pedido da Intel (o levantamento foi realizado entre agosto e outubro de 2010, consultando-se 2.500 pessoas, de 16 cidades brasileiras).
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Eike Baptista: estratégia e logística.
Leia aqui.
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19:53
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1) Inovação não é o que os inovadores oferecem; é o que os consumidores adotam.
2) Ideias não geram valor; é a implamentação de uma ideia que cria inovação e gera valor.
3) Não creia em opiniões; teste tudo, sempre!
4) Boas idéias são inúteis no contexto da inovação; ninguém compra idéias, mas sim produtos e serviços.
5) Pessoas com boas idéias em geral não são inovadoras; pois só falam sobre elas próprias e sobre as suas ideias, reclamam muito do "sistema" e não botam as ideias em prática.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Philip Kotler fez uma palestra no HSM ExpoManagement 2010.
Kotler defende uma visão “humanizada” da comunicação e dos negócios, o que ele chama de Marketing 3.0: marketing centrado em valores (não em produtos ou em clientes).As empresas devem se preocupar com o planeta, contribuindo para um mundo melhor. Não basta serem lucrativas e eficientes, têm que se preocupar com os outros. As empresas têm que ter causa e propósito, colaborando para darem um sentido na vida de seus funcionários, fornecedores, acionistas, clientes.
Alguma coincidência com o que vimos dizendo há anos?
Para quem tem acompanhado o nosso trabalho profissional, tem visto que o nosso discurso (inclusive com os mesmos termos), o nosso propósito e as nossas ações têm se pautado EXATAMENTE NISSO. Nem sempre, entretanto, com o devido apoio. Primeiro, porque não podemos nos comparar com o prestigiado Kotler (nem de longe!); depois, por vivermos em uma sociedade hiper-consumista, hiper-hedonista, hiper-pós-moderna, como a nossa, que só se preocupa com o próprio umbigo. Falamos sobre isso em uma palestra que demos no ano passado, e que teve como título "Sociedade Quinária".
Talvez agora, com o guru Kotler falando o que já temos pregado há muito tempo, passemos a ser mais ouvidos...
Kotler também diz que as empresas vendem experiências e não produtos ou serviços. Tudo isso também já dissemos. Só chamamos de "x.0", enquanto Kotler usa a denominação "3.0". Esses conceitos, à propósito, estão no livro "Projeto BEL: a COPEL Telecomunicações pensada estrategicamente, em equipe", impresso em dezembro de 2008, particularmente no Capítulo 1 - "BEL: a COPEL Telecomunicações na era x.0".
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Marcos de Lacerda Pessoa
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Nicholas Carr, pesquisador do MIT, fez a apologia do cloud computing, durante sua apresentação em evento da HSM, o ExpoManagement. Segundo ele, tudo deverá passar para"as núvens", com o tempo.
No entanto, isso não está de acordo com o que ele mesmo fala em seu livro A Grande Mudança, onde ele afirma que a tendência é "híbrida", sendo o desafio maior a decisão sobre o que passaria para "as núvens" e o que ficaria fora.
Curioso...
O mesmo polêmico pesquisador, há algum tempo, afirmou que a Internet está prejudicando as nossas atividades cerebrais. Veja mais sobre o assunto aqui.
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We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.
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Uma pessoa, por si só, pode ter uma ideia fantástica.
Entretanto, para materializá-la é geralmente necessário que haja mais de uma pessoa, dedicando-se àquilo.
E isso me fez lembrar do Tom Jobim:
“Vou te contar... Os olhos já não podem ver... Coisas que só o coração pode entender... Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho…”
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18:11
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Quando o empregado pergunta ao chefe:
- O que devo fazer?
O chefe deveria responder, simplesmente, com a seguinte pergunta:
- Quais são os nossos valores?
E o empregado, então, passaria a saber o que fazer...
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18:06
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TREINAMENTO é uma palavra que, da maneira como hoje é entendida, deve entrar em desuso.
Eu TREINO cães.
Pessoas, por outro lado, eu devo EDUCAR (ensinando os porquês e os comos).
E o rotineiro que seja automatizado.
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Marcos de Lacerda Pessoa
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17:59
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