quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Mais sobre o controle na Rede

Falei sobre o fato de as empresas de equipamentos estarem controlando a Rede e ontem a Apple baniu vários aplicativos/conteúdos da sua loja virtual, por "serem considerados picantes demais, com fotos que podem ser consideradas obscenas".

Curiosamente, foram retirados aplicativos de fornecedores menores; o da Playboy, por exemplo, continua.

Aqui há não somente o interesse financeiro da Apple nos conteúdos que mais lhe pagam, mas é relevante o fato de que a empresa quer (neste momento de lançamento do seu novo equipamento iPad) apresentar-se aos pais dos futuros compradores (espera-se que muitos iPads serão vendidos a crianças e adolescentes) como "uma empresa responsável".

E então: a Rede está ou não ficando fechada (com a chave da porta ficando na mão dos fabricantes de equipamentos)?


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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Internet fechada: ela cresce assustadoramente!


Por muitos anos, temos nos preocupado com a Rede propriamente dita: quantos estão conectados a ela, qual a largura de banda, qual a taxa de compartilhamento...

Mas essa deixou de ser a questão importante! Vejamos:

Como já relatei aqui, o meu primeiro computador foi um Apple Mac. Naquela época, ainda não havia Internet. Era o Mac com o VisiCalc (a primeira planilha eletrônica), o MacWrite (para escrever), o MacDraw (para desenhos) e o MacPaint (programa de imagens e pinturas).

Mas, logo em seguida, surgiram os provedores de conteúdos: America Online e CompuServe eram os maiores. Rapidamente, esses dois angariaram milhões de usuários e viraram gigantes.

Depois vem a Internet (inicialmente com e-mail), seguida pela web que conhecemos hoje, com páginas em html.

E a web fulminou um negócio que era absolutamente promissor (o dos provedores pagos de acesso e conteúdo), à medida que ela passou a proporcionar conteúdos abertos, gratuitos e providos a partir de todos os cantos do planeta. Assim, acaba ocorrendo o que ninguém, à época, poderia prever: AOL e Compuserve foram rapidamente para o brejo.

Mas veja que curioso o que está ocorrendo hoje: Steve Jobs (o mesmo que lançou o Apple II e o Apple Mac), é o que coloca agora no mercado o iPhone e o iPad. Mas as condições desses lançamentos são, desta vez, completamente diferentes!

No passado, Jobs só percebeu que as pessoas estavam usando em seus computadores o VisiCalc, porque as vendas desses computadores dispararam por conta do aplicativo. O fundamental que eu quero dizer aqui, é que aquelas máquinas eram abertas para terceiros proverem livremente os seus aplicativos.

Hoje, a coisa é outra (bem outra!): o iPhone e o iPad são "parcialmente livres" (e, como a expressão "parcialmente livre" é uma incongruência em si, pode-se dizer que eles são verdadeiramente fechados, controlados, regulados). Quem desejar prover algum conteúdo ou aplicativo para essas plataformas, deve antes submetê-lo à aprovação da Apple, que tem toda a liberdade para aprovar ou negar a sua entrada nas plataformas. Adicionalmente, o que for comercializado ali será na base do compartilhamento de receitas, onde a Apple fica com a maior fatia.

Veja só que curioso! A abertura da rede (e dos devices) derrubou as "fechadas" AOL e CompuServe no passado. Enquanto que, hoje, os devices (lançados pelo mesmo Steve Jobs) estão agora fechando a rede novamente!!!

Essa deve ser a verdadeira discussão importante da atualizade: a Rede está ficando rapidamente fechada, passando a ser totalmente controlada pelos provedores dos devices, que decidem o que disponibilizar e que cobram o que querem pelo que for usufruído.



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Serão os últimos dias do mouse e do teclado?

Após os muitos anos de dominância do mouse e do teclado (QWERT), a Apple começa a lançar seus iPhones e iPads, que passam um pouco a mudar isso.

Mas as mudanças não pararão por aí. Há empresas estudando outras alternativas. É o caso da Oblong. Assista ao vídeo abaixo:



g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo.

Inovar é desenvolver e é gerar novas e melhores faturas


É urgente que se altere esse foco excessivo na pesquisa de caráter puramente acadêmico.

A China e a Índia fizeram isso e passaram a apostar no setor produtivo.

Em 2001, a China investia 0,95% de seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento. Passou a focar na pesquisa associada com a Inovação no setor produtivo. Hoje, a meta já é de 2,5% do PIB em PD&I. E o número de patentes que os chineses registram nos EUA tem crescido a uma taxa anual de 25%.

A Índia, em 1998, superou o número de patentes do Brasil. De lá para cá, também passou a focar em P&D para a Inovação a ser colocada no mercado. No ano passado, registrou seis vezes o número de patentes do Brasil.

O Brasil carece de uma melhor relação enrtre as empresas, as universidades e o governo. Além de investimento em gestão!



O que nos falta

Há 10 anos, o que faltava para uma maior produção de inovação no Brasil era qualificação, recursos e legislação.

Hoje, melhoramos muito nesses três itens. As nossas universidades públicas, em geral, já possuem toneladas de mestres e doutores. Os recursos existem. E a legislação é abundante: Lei do Bem, Lei da Inovação, Lei da Informática, Empreendedor Individual, Leis concedendo insenções diversas,...

O que falta hoje, no meu entendimento, é:

1.
Foco. Nas nossas universidades, praticamente cada pesquisador faz o que quer, desenvolvendo a linha que melhor lhe convém. Não há planos institucionais a serem seguidos e financeiramente suportados dentro de uma política geral planejada.

2.
Gestão. A ineficiência nessa área é brutal! Além disso, ainda se valorizam demais os papers publicados, enquanto que verbas direcionadas a projetos de inovação são frequentemente devolvidas, sem uso.

3.
Cultura. Isso passa por entender que a inovação é fundamental para a sustentabilidade empresarial e para o desenvolvimento do país.

Nesse sentido, defendo o modelo das incubadoras de empresas de base tecnológica, pois essas podem proporcionar os três itens acima com maior eficiência.

Horizonte

O fato é que nossos empresários brasileiros ainda são muito imeditistas.

E os gerentes são cobrados para darem resultados agora, já.

Assim, o maior horizonte com que se trabalha é até a próxima reunião da diretoria, onde os gerentes apresentam os últimos resultados alcançados.

Desta maneira, no entanto, joga-se para a torcida, mas não se garante a sustentabilidade empresarial!

Enquanto a produtividade no Brasil não for considerada pelo menos a médio prazo e sustentada na inovação, jamais competiremos internacionalmente. E esse é, no meu entendimento, o único caminho baseado na qualificação das pessoas e no uso pleno de seus potenciais.


Inovação no Brasil

Continuando o post anterior...

...li na
The Economist que o Brasil participa com 2% no PIB mundial, mas é responsável por apenas 0,2% das patentes registradas.

Segundo a revista, a Coréia do Sul registrou 30 vezes mais patentes do que o Brasil.



Antes tarde...

Quando eu morava na Inglaterra, há cerca de 20 anos, lembro de alguns brasileiros virem me visitar falando da incapacidade de nosso país em produzir chips. "Com toda a reserva de mercado", diziam eles naquela época, "o Brasil pouco se desenvolveu nessa área, senão copiando aquilo que encontra nos países mais adiantados".

Bem.. Passaram-se duas décadas e ainda produzimos poucas coisas originais por aqui; e continuamos copiando muito! Mesmo os computadores que "produzimos aqui", na verdade têm uma taxa de nacionalização de seus componentes muito pequena.

Agora, recebo a notícia de que foi recentemente inaugurada a primeira fábrica de
chips da América Latina: a Ceitec S.A., em Porto Alegre, fruto de um investimento superior à R$ 400 milhõres, feito por parte do Ministério de C&T. Na verdade, a Ceitec é uma estatal, vinculada ao MCT.

OK! Já é alguma coisa!... Embora estejamos chegando nisso com pelo menos duas décadas de atraso. E com uma estatal, o que é no mínimo algo curioso...

Mas vamos ver se, com essa iniciativa, a indústria de semicondutores passa a se desenvolver no Brasil...


Criatividade

O camarada chama-se Mistery Guitar Man.

Ele fez esse clipe, de uma música, com a linguagem visual da passagem de fotos do iPhone!




Taylor, hoje

A seguir, vou descrever alguns princípios básicos do Taylorismo, próprio para a era da chaminé, mas, certamente, totalmente descabido para empresas 2.0!

E a pergunta que fica é: por que, então, ainda se implementam nas empresas 2.0 métodos, técnicas e sistemas de gestão que são próprios da mentalidade Taylorista?

"Para Taylor, uma vez estabelecida e mapeada cada parte do processo produtivo, a empresa necessita apenas de um ser humano com competência o suficiente para a realização daquela tarefa específica. Se a tarefa, por sua vez, consta somente de apertar um determinado parafuso, não há portanto a necessidade de que o indivíduo que esteja encarregado de realizá-la possua qualquer conhecimento ou aptidão para além disto. Dependendo da tarefa, esta pode até mesmo ser realizada por mulheres, crianças, pessoas aleijadas das mais diversas formas ou mesmo cegos".

Ainda segundo Taylor, "o treinamento do trabalhador deve visar que este execute suas tarefas do modo que a sua gerência indique, obedecendo sempre sem questionamentos quanto à finalidade de suas tarefas, simplesmente devendo ficar atento às ordens recebidas de seus intrutores".





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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Prudência: uma virtude esquecida

Hoje, as pessoas temem:

1. ofender (trata-se da abominável postura do "politicamente correto", que atualmente está na moda); e

2. dizer algo que seja controverso (é o medo de polemizar).

E isso ocorre, mesmo se alguém estiver em perigo ou não se defenda a verdade!

Na minha humilde opinião, está faltando o que os nossos antepassados chamavam de PRUDÊNCIA: sempre que necessário defender a verdade, de forma apropriada, sem ofender ninguém e sem nunca perder a força própria, a convicção.

O "picolé de chuchu", sempre omisso em opinar ou em defender as suas convicções, é um fraco e é simplesmente abominável. E a sua presença em uma empresa é insuportável!


Um pensamento da antiga Grécia

Aristóteles, há cerca de 2500 anos, dizia que nós temos dois propósitos (ou missões) principais na vida:

O primeiro é
evoluirmos espiritualmente, posto sermos seres espirituais.

E o segundo é
deixarmos este mundo melhor.

Agora, o melhor de tudo é percebermos que nós mesmos evoluímos à medida que deixamos este mundo melhor!

Assim, cabe-nos sempre refletir sobre que legado pretendemos deixar, no sentido de colaborarmos para que este mundo seja melhor e, com isso, também evoluirmos.

Herança da chaminé

Outro dia, ouvi um gerente de empresa dizer:

- "A minha equipe está azeitada!".

Fiquei pensando que essa expressão bem reflete a herança mecanicista da era industrial, que ainda muita gente carrega.

Embora estejamos na era do conhecimento, muitos ainda vivem (falam e agem) como se estivessem na era da chaminé!

Fiquei também pensando como seria bom se as empresas montassem seus Centros de Alfabetização Humana, para que, através deles, as pessoas pudessem reaprender algumas características, princípios e valores básicos, que só são próprios dos seres humanos, jamais das máquinas.

Máquinas são azeitadas, seres humanos são motivados por tramento humano e por boas causas.


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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Inteligência humana e empresarial

O alimento dos neurônios é o oxigênio.

O alimento das empresas é a
informação.

O cérebro funciona com
energia, glicose.

A energia nas empresas é a
motivação.

Daqui para frente, cada leitor pode ajudar, ampliando ainda mais essa analogia...

Ainda sobre a inteligência empresarial


Não é possível aumentar o número de neurônios de uma pessoa, mas pode-se incrementar as sinapses entre eles.

Da mesma maneira, a inteligência empresarial pode ser aumentada com o mesmo número de pessoas na organização, somente melhorando as relações entre elas.

E as relações melhoram com uma melhor e maior comunicação.

Mais sobre hemisférios cerebrais

Antigamente, um banco contratava um gerente que fosse bom em cálculo de juros simples e compostos.

Hoje, porém, não é mais assim!

Por que?

Pois quem faz isso, atualmente, é o computador (como disse em post anterior, tarefas próprias do hemisfério cerebral esquerdo tendem a ser automatizadas)!

Atualmente, contratam-se gerentes com base nas suas capacidades mais relacionadas ao hemisfério cerebral direito, como por exemplo, na habilidade de comunicação e de empatia com relação aos problemas e necessidades dos clientes.

Adaptação e inteligência empresarial

Assim como há mais seres que um dia viveram e não existem mais (foram extintos), do que seres que continuam vivos...

...há mais empresas que um dia viveram e não existem mais (foram extintas).

E qual seria a explicação para essas coisas?

Uma delas é a pouca capacidade de adaptação.

Foram empresas que não perceberam as mudanças da sociedade, do mercado, dos concorrentes, da evolução tecnológia,...

Mas o que é preciso para que essa percepção aconteça?

Fundamentalmente, aumentar a inteligência da empresa. E, para isso, é necessário aumentar a inteligência das pessoas que dela fazem parte.

Mas é possível aumentar a inteligência de alguém?

Certamente que sim! Através do seu uso adequado e dos estímulos corretos.

E é dever dos líderes empresariais proporcionarem o maior e melhor uso da inteligência de seus liderados, estimulando-os com a aquisição conhecimentos transversais e com desafios novos e cada vez maiores.

Comercial do Google mostra uma história de amor. Interessante!...

Quando o trabalho se confunde com a diversão e a satisfação



Recentemente, estive em São Paulo jantando com o Wagner Heibel, competente consultor na área de telecom, profissional com rara e excepcional visão sistêmica; juntamente com a Martha Gabriel, palestrante 2.0, professora 2.0 e artista 2.0!

Que enorme satisfação é estar com pessoas que mostram satisfação em relação ao trabalho que realizam!!!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Onde se aprende o empreendedorismo?

Leia AQUI.

Gerenciando na prática

Você gostaria de ser operado por um médico que sabe toda a teoria, mas jamais tocou em um paciente?

Então por que os egressos dos MBAs costumam achar que são "os tais" da administração, quando muitos jamais gerenciaram nada?


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Questão de escala

Gerentes são aqueles que devem administrar as coisas médias.

Líderes, por outro lado, em geral são mais capazes (e gostam mais) de administrar as coisas grandes e as pequenas (sendo que não costumam nem ter paciência para as médias).


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Ainda sobre modelos de negócios

A Apple imitou modelo da Gillette às avessas: dá a "lâmina" (músicas no iTunes) praticamente de graça, o que é compensado com a margem no "barbeador" (o iPod).


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Novos negócios

Ao contrário do que muitos possam pensar, novos negócios, que realmente mudam o jogo, não dizem respeito a novas tecnologias.

O sucesso vem em colocar a tecnologia em um modelo de negócios poderoso e adequado.

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Para reflexão

O consumidor não deseja comprar furadeira. Ele quer apenas um furo na parede.


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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Questão de hemisfério

O que vem do hemisfério cerebral esquerdo (lógico, linear) deverá ser (se ainda não foi) automatizado (software).

Por outro lado, o que vem do hemisfério cerebral direito (criativo, empático) deverá ser cada vez mais valorizado.

Suécia lidera em uso das Tecnologias de Informação e Comunicação

A Suécia ultrapassou os Estados Unidos e chegou ao topo do ranking anual de uso das TICs.

A Connectivity Scorecard, criada por um professor da LondonBusiness School, avalia dezenas de indicadores em 50 países, entre os quais capacitação tecnológica e uso das TICs.

Veja essa conclusão a que chegaram:

“A Suécia não só tem a melhor combinação de atributos, no momento, como mostra poucas indicações de que perderá a sua vantagem”.

Já a Malásia lidera no âmbito da lista de países em desenvolvimento, seguida pela África do Sul, Chile, Argentina, Rússia e Brasil.

Veja o ranking das maiores economias impulsionadas por inovação avaliadas pelo estudo, numa escala de 1 a 10 pontos:

1. Suécia 7,95
2. EUA 7,77
3. Noruega 7,74
4. Dinamarca 7,54
5. Holanda 7,52
6. Finlândia 7,26
7. Austrália 7,04
8. Reino Unido 7,03
9. Canadá 7,02
10. Japão 6,73

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Brasil quer US$ 12 bilhões para P&D em quatro anos

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, Luciano Coutinho, exortou o empresariado brasileiro a investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de produtos, de forma a ampliar as competências do Brasil em áreas de alta tecnologia.

Segundo o executivo, no horizonte de quatro anos o governo pretende elevar o porcentual do Produto Interno Bruto (PIB) investido em inovação do nível atual de 1,1% para 2% - uma marca que se aproximaria da média das nações desenvolvidas, de 2,5%.

“Vamos fazer um esforço de diálogo com empresas, estimulando que elas se lancem em projetos de pesquisa e desenvolvimento de maior alcance”, garantiu Coutinho

O objetivo traçado pelo executivo é dobrar o que chamou de “esforço privado” na área. “Hoje o esforço privado é de 0,5%, e passaria para 1%. Nosso objetivo é chegar a 2% do PIB, que ainda fica abaixo da média dos países desenvolvidos, mas significaria um avanço muito grande”.

Com base nas projeções de PIB de US$ 1,5 trilhão em 2010, Coutinho espera que os investimentos na área cheguem a US$ 3 bilhões por ano – ou US$ 12 bilhões no quatriênio.

Essa meta será alcançada, afirma, com o trabalho conjunto entre o governo e organizações como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e federações estaduais. “O Brasil precisa fazer um esforço forte de modernização e de mobilização do setor privado”.

As declarações de Coutinho sobre o tema despertaram o interesse dos demais participantes do II Fórum Econômico América Latina-Caribe. Enquanto ministros de Economia e especialistas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) elogiavam a preocupação brasileira, empresários partiram para a ação. Ao término de sua palestra no evento, o presidente do BNDES foi cercado por executivos, interessados pelas possibilidades de investimentos.

Fonte: Protec.