sábado, 9 de janeiro de 2010

De que direção deve vir a mudança

Enganam-se aqueles que ficam ESPERANDO por mudanças, por imaginarem que elas devam ocorrer sempre de cima para baixo.

Há mudanças que ocorrem
de baixo para cima, quando empregados da base enxergam oportunidades de melhoria (o que é usual ocorrer, posto que possuem uma visão mais próxima dos processos e vivem mais de perto as dificuldades operacionais do dia-a-dia-), e implementam as mudanças necessárias por conta própria.


Ou podem vir lateralmente, seja de outras áreas, seja daqueles que possuem um contato mais direto com o mercado e estão sempre antenados com respeito às alterações no ambiente externo.










sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Coisas certas com aplicações erradas

As pessoas não lêem mais (salvo a revista Veja, as mensagens de e-mail e as manchetes do jornal local que elas buscam na Internet) e, portanto, tratam das coisas de modo absolutamente superficial.

Nas empresas, o resultado disso é uma série de distorções. Ouve-se a galinha a cacarejar por aqui, o galo a cantar por ali, e já vão aplicando (mal!) as coisas.



Um primeiro exemplo disso tem a ver com os cortes. Hoje, parece que todos estão cortando tudo! Pessoal, material de consumo, cafezinho... Qualquer coisa que é considerada “custo”. Ouve-se algum economista dizer que é preciso cortar as gorduras. Tudo bem, mas cortar o que e até quando (ou quanto)? Cada vez que todo mundo corta custos, o óbvio acontece: todos ficam com os custos cortados. Portanto, ficam idênticos e, como resultado, ninguém se diferencia.

Um segundo exemplo, do qual sempre falo, é o tal do 5S. Será que ninguém ainda percebeu que essas coisas foram feitas para FÁBRICAS? E será que ninguém ainda viu que não se pode simplesmente transportar coisas que dão certo no Japão para países latinos?

Um terceiro exemplo é o que se chama Grupo de Trabalho (ou Colegiado), cujo objetivo tem sido (erroneamente) entendido como “um mecanismo para se chegar a um resultado de consenso”. Como conseqüência, isso produz um DESASTROSO NIVELAMENTO das pessoas, das idéias, do comportamento, da mentalidade. E assim, infelizmente, muitos gerentes acabam se comportando mais como carpinteiros que enxergam seus gerenciados como se fossem pregos fincados em uma tábua: é só perceberem cabeças mais salientes e eles as martelam até ficarem todas iguais!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A responsabilidade é nossa, só nossa!

Há um assunto que deve ser do interesse de todo adulto responsável, mas do qual as pessoas parecem fugir: eu me refiro à influência das TECNOLOGIAS nas NOVAS GERAÇÕES.

É claro que devemos ser isentos nessa análise e que são indiscutíveis os benefícios que as TICs têm proporcionado para o progresso de uma forma geral.

No entanto, todos nós já tivemos o sentimento de que a geração das pessoas que “nasceram conectadas” parece ser MAIS IGNORANTE do que nós éramos, quando possuíamos essa idade. A impressão que temos é de que os mais jovens não SABEM mais nada e não SE INTERESSAM mais por nada!

Toda essa PARAFERNÁLIA TECNOLÓGICA de hoje tem proporcionado a essa nova geração uma espécie de DÉFICIT DE ATENÇÃO. O resultado é uma geração SUPERFICIAL, DISTRAÍDA e que não consegue FOCAR mais em nada.

Estranha-se, por exemplo, que os jovens que entram hoje nas empresas (geralmente depois de passarem por concursos e critérios rigorosos de admissão) não mais “esquentam as cadeiras”: em pouco tempo, já pedem para sair e vão buscar uma outra empresa. A primeira impressão que poderíamos ter é de que haveria algum problema sério com a empresa, mas NÃO É ISSO! O fator principal é a INTRANQUILIDADE dos jovens, a sua INSTABILIDADE, a permanente INSATISFAÇÃO e a contínua busca por empregos tão SUPERFICIAIS quanto uma navegação de “dois cliques” na Internet. Mas isso não existe, pois empresas não “navegam” e não sobreviveriam à deriva: elas competem bravamente em MAR ALTO, travando verdadeiras batalhas em mercados cada vez mais agressivos. E, para isso, precisam de pessoas animadas, dispostas, fortes, resistentes, decididas e de propósitos firmes. Pessoas que sabem quem são e para onde querem ir; e dotadas da consciência de que a VISÃO SISTÊMICA e a ESPECIALIZAÇÃO são coisas cruciais e que devem caminhar juntas.

A nova geração “interligada” não lê e se comunica de maneira muito pobre. E todo professor universitário pode confirmar que, ano após ano, o desempenho das turmas vem decrescendo.

Além disso, muitos adolescentes fogem hoje do esporte ou de qualquer atividade física: eles preferem se isolar, passando horas e mais horas sedentárias nos Messengers, Orkuts e jogos eletrônicos. É um verdadeiro vício, que a MAVAV (Mothers Against Videogame Addiction and Violence) diz ser “comparável ao álcool e às drogas, pelos perigos que causam às novas gerações”.

Um outro fenomeno é a LIBERALIDADE ou a FALTA DE PUDOR. Para os adolescentes, tudo passou a ser possível e aceitável na rede, onde eles divulgam para o mundo todo as informações mais íntimas e mais pessoais sobre si mesmos, seus familiares e amigos.

Adicionalmente, o ROUBO tornou-se algo comum e normal. Tudo parece ser resolvido no control-c-control-v. Os jovens não se importam mais com direitos autorais e “mandam brasa” no COPIAR-E-COLAR, muitas vezes alterando textos sem a autorização de seus autores; ou, até mesmo, simplesmente retirando o nome dos autores e publicando o mesmo material em algum outro local (site, blog, dever de casa,...).

E há uma série de outros fatores PREOCUPANTES, mas por enquanto vou parar por aqui. O fato é que, como pais, professores, empregadores,... Enfim, como adultos responsáveis, cabe-nos um alerta para que se faça um USO ADEQUADO das excelentes tecnologias de informação e telecomunicação que estão hoje disponíveis.

A RESPONSABILIDADE NESSE SENTIDO É NOSSA.

NÃO É DE NOSSOS FILHOS. NÃO É DE NOSSOS JOVENS.

É SÓ NOSSA:

DE ADULTOS RESPONSÁVEIS QUE DEVEMOS SER.






segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Por uma causa

As pessoas gostam de participar de CAUSAS importantes. E, elas mesmas, sentem-se importantes com isso.


O comprometimento com cada tarefa é maior quando existe a clara percepção do SIGNIFICADO e do VALOR do trabalho a ser desenvolvido.


Cabe ao LÍDER esclarecer, discutir, informar e, assim, auxiliar as pessoas a perceberem a relevância do que deve ser feito e os BENEFÍCIOS MAIS NOBRES a serem alcançados.


Liderar é elevar espíritos”, dizia Peter Drucker.


Assim, gerentes que colocam os subordinados para baixo e que não se preocupam em propor CAUSAS a serem entendidas e abraçadas por todos, podem ser “chefes”; jamais, lideres.




quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Empreender: a arte de dar à luz



Assim como na maiêutica socrática,
ou como na geração e nascimento de um filho,
produzir e viabilizar um novo projeto é "um parto",
com todas as dores e os enjôos associados.


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

The Bucket List



Fantástico o filme
"Antes de Partir" (com Nicholson e Freeman). Vale a pena asistí-lo!

Três "sabedorias" estraídas do filme:

[1] Nunca dispense um banheiro!
[2] Nunca desperdice uma ereção!
[3] Nunca confie num pum!

Independência ou... MORTE!

Chegará o dia em que devolveremos o Brasil à Portugal...

...e será quando pediremos desculpas pelos estragos feitos.

Pensamento

Concordo que nada se leva deste mundo...

...mas não é bom ter vários a amigos de quem você possa se despedir?

Contatos


Benditas agendas eletrônicas!

Não precisamos mais chegar no fim de ano e repassar todos os nossos contatos para "o novo caderninho"...

...só para constatar que, com a maioria deles, não falamos sequer por uma vez durante o ano todo!

Curiosamente


Alguns amigos que tenho não sabem muitas coisas...

...mas, curiosamente, eles sempre sabem o que fariam se estivessem no meu lugar!

Guru

Guru é um burro que escreveu um livro contendo coisas óbvias, apoiado por um marqueteiro que é inteligente o suficiente para saber que as pessoas adoram o que é óbvio.

Sucesso é...

Há várias definições de sucesso, sendo que essas podem variar muito dependendo da cultura.

Para mim, sucesso é, simplesmente, dar o melhor de si, dentro da capacidade de cada um para aquilo.

Foram os Americanos que incutiram a idéia de que o que importa é somente o placar final: quem tem o mais alto, é o vencedor; o outro, é o perdedor (o "loser"). Isso é absolutamente perverso, é totalmente desumano (e depois ainda falam de "fair play"!).

Para mim, o ideal seria um torcedor entrar no final de um jogo, não olhar o resultado e não conseguir distinguir que time terminou com o maior placar. Todos saem do campo de cabeça erguida (as torcidas inclusive), pois se sabe que cada jogador deu o melhor de si.

Mais importante do que a chegada é o caminhar, cada um usando ao máximo os seus talentos, cada um buscando sempre praticar "a obra bem feita"!



domingo, 27 de dezembro de 2009

O picolé de chuchu

O picolé de chuchu já não pode ser aceito nas corporações.

Refiro-me ao funcionário passivo, que não participa ativamente de nada, que prefere se omitir, que sempre deixa a coisa correr como está...

Não vibra, não se emociona e não emociona, não discute, não opina, não contribui (aliás, acha que já está contribuindo por unicamente executar a sua rotina diária).

Jamais se manifesta em público, mas adora as críticas veladas, aos pés das orelhas.

Não transforma, não muda, não inova, não proporciona saltos à empresa. Mas quer que a empresa lhe promova "em saltos".

A complacência é um desastre para a empresa moderna! Quando o ideal é nobre e voltado ao bem comum, a discordância, a discussão, a briga... Devem ser estimuladas. Erra quem prega a harmonia em todas as circunstâncias!

Só se deve evitar conflitos, quando esses são por interesses absolutamente pessoais, individuais, egoistas ou maus.

As empresas precisam de funcionários que pensem no coletivo. E que não sejam gelados e insípidos como os picolés de chuchu, mas com o sangue quente e com plenitude de disposição e entusiasmo, condições que são, hoje, imprescindíveis para o progresso.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Imagem da modernidade

Fortaleza, segundo Erikson



O alemão Erik H. Erikson, famoso na área da psicanálise, particularmente no estudo do "ego", trabalhou diretamente com a filha de Freud, chamada Ana, sendo ele mesmo um seguidor de Freud.


Erikson declarava que as pessoas são programadas a desenvolver algumas virtudes, ou seja, uma orientação ao bem e à evolução.


Uma das virtudes explicitadas por ele é a Fortaleza (que alguns chamam de força interior). Erickson dizia que quem é dotado ou desenvolve essa virtude tem plenas condições para reagir às adversidades da vida e alcançar os objetivos estabelecidos.


E Erikson explica que o desenvolvimento dessa virtude depende de fatores psicossociais, sendo cada um relacionado com cada fase da vida humana.


Em cada período da vida, o ser humano desenvolve virtudes que lhe permitirão enfrentar as agruras e dificuldades. E como esses períodos são também psicológicos e sociais, o ambiente e as interrelações pessoais (por exemplo, com a família, os colegas de trabalho e os amigos) são determinantes na formação dessa virtude.


Para aprimorar a virtude da Fortaleza, Erickson diz que é necessário que a pessoa encontre propósitos para a sua vida, desenvolva conhecimentos (especialmente sobre si mesma), treine a sua disciplina e consiga desenvolver relações humanas construtivas.


"Desenvolver relações humanas construtivas
é fator indispensável ao aprimoramento da Fortaleza".


Trata-se de uma ação contínua, para a vida toda. Mas que vale a pena, pois só assim é que a Fortaleza pode ser aprimorada.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Mais sobre conteúdos na web


Há muito tempo, aqui no blog, tenho falado sobre a questão dos conteúdos e da inviabilidade de só haver conteúdos gratuitos na web, o que eventualmente comprometerá a qualidade dos mesmos.

Tenho abordado também os posicionamentos do Murdoch (NewsCorp, Fox, Sky, DirecTV, MySpace, New York Post, etc.etc...), que passou a ser pró-conteúdo pago.

É OBVIO!!! Quem é do ramo da Internet, quer usar o conteúdo alheio e tentar atrair internautas para si. Porém, quem é do setor de produção de conteúdo, sabe o quanto custa manter um time qualificado de jornalistas, redatores, repórteres, etc...

Veja, agora, o mais novo posicionamento da Google, limitando acesso gratuito a 5 notícias por dia.

E isso já vem em cima do que a Google já havia feito no final do ano passado, e que ela chamou de "primeiro click gratuito" para busca de notícias na web.

O que posso concluir a respeito disso é, apenas, a reafirmação do meu ponto de vista ("the same old thing") de que aqueles que possuem conteúdo qualificado têm um imenso poder na mão, o qual ficará cada vez maior! E de que segundo maior poder nessa área será dos provedores de infra-estrutura para banda extra larga. E, na rabeira, estarão os intermediários (aqueles que compram o conteúdo de terceiros e os repassam aos clientes, através de infra antiquada, precária, limitada a poucos serviços).

Adicionalmente: novos modelos de negócios precisarão ser criados, pois (e agora, sem medo de ser repetitivo...) conteúdo de elevado padrão não se mantém de forma gratuita ou apenas com publicidade. E essa minha afirmação também está amparada no fato "conteúdo de elevado padrão" é algo de nicho, e voltado para pessoas do mesmo (elevado) padrão.

Como diz um conhecido meu, semi-alcoólatra: Quem beber berá...





Para refletir...




"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade."

- Carlos Drummond de Andrade [destaque meu].


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Murdoch e Microsoft

Realmente o assunto conteúdo me atrai, especialmente nesses dias onde se valoriza (DEMAIS, a meu ver!) as tecnologias.

Estas, no meu modesto entendimento, cedo ou tarde viram commodities. Aquele, não!

E na questão conteúdo, tenho acompanhado os movimentos do Rupert Murdoch, pois os tenho como absolutamente relevantes.

Hoje saiu uma matéria informando que ele está em negociações com a Microsoft, para que os conteúdos de seus jornais só sejam indexados pelo Bing (e não mais pelo Google).

É briga de cachorro grande! E continuamos monitorando...

Internet: um apagão mental





Leia aqui.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Conheça o novo "YouTube Direct"

Trata-se de uma interface que proporciona "uma ponte" entre grupos de mídia e pessoas comuns que fazem papel de "jornalistas". O YouTube Direct organiza isso.

Ele opera como uma API, realizando uma intermediação entre cidadãos que desejam enviar algum vídeo e os sites de mídia.

A interface facilita para as empresas selecionarem os vídeos enviados. E ajuda as pessoas que enviam, pois não precisam fazer qualquer cadastro ou ser submetidas a alguma aprovação, bastando a própria conta no YouTube Direct.

Mas... Vem cá!... O YouTube Direct não vai pagar pelo material que é enviado e aproveitado?!!!

Assista ao vídeo:

Por que essa predileção por tragédia?

Faz mais de 5 anos que não vejo TV.

Ontem decidi ligá-la, para perceber que nada mudou:

No jornal não encontrei nada de positivo: somente catástrofe e desgraça.

Na novela era só choro por todo lado, mostrando o drama de uma moça que ficou tetraplégica em um acidente.

Mudei para um canal que supostamente seria "mais leve", e lá estava passando um programa (muito tenso!) sobre grandes predadores.

Desliguei. Tento novamente daqui a 5 anos.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Banda Larga e Meio Ambiente

É curioso ainda não terem associado, fortemente, a Banda Larga com as questões ambientais.

Ora... A possibilidade de se baixar música digitalizada rapidamente pela web, por exemplo, detonou com os CDs. O Kindle (livro eletrônico da Amazon.com) chega ao Brasil, com a promessa de acabar com a literatura impressa (o que nossas florestas agradeceriam). E a Banda Larga tem proporcionado com que muitas pessoas se desloquem bem menos, sem sairem por aí queimando gasolina.

Esses são apenas alguns exemplos que me vieram agora à cabeça. Você pode, certamente, pensar em muitos outros benefícios da BL para o MA, não é mesmo? Quer tentar?

O fato é que, se eu fosse ambientalista, certamente olharia mais para essas questões e levantaria bandeiras para que os governos contruíssem mais infra-estrutura de BL.



domingo, 15 de novembro de 2009

Conteúdo: a briga esquenta!


Qual a vantagem de ter alguém ocasionalmente nos visitando porque gostou de uma manchete vista no Google?


Frase de Rupert Murdoch. Mais sobre o assunto, aqui!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Criatividade global

Isso simplesmente reforça a minha teoria de sempre, de que as plataformas (ou... "a infra") é que devem ser criadas pelas grandes corporações e pelos governos, disponibilizando-as para que "o mundo" produza conteúdos e aplicações em cima delas.

Esse é o verdadeiro espetáculo que a
web consegue proporcionar: interligar os diferentes cérebros, espalhados pelo planeta!


A visão da Nokia para 2015

domingo, 8 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Experiência reversa


Ainda dando seguimento ao assunto anterior...

Certamente há há momentos em que não há escolha, pois temos que nos aventurar sozinhos. O lider, por exemplo, é normalmente uma pessoa solitária nas suas decisões. E, muitas vezes, tem que decidir sozinho.

Por outro lado, em algumas situações da vida moderna, não são os mais jovens que pedem ajuda aos mais velhos. Na informática, por exemplo, muito melhor do que buscar um auxílio do pai ou do avô, é pedir socorro para o filho!



O valor da experiência


Complementanto o post anterior...

Quando nós estamos dispostos a ouvir e a aprender, alguns dos ensinamentos mais significativos vêm, certamente, daqueles que viveram antes de nós.

Eles trilharam o caminho que nós estamos trilhando. Passaram por muitas das coisas que estamos passando.

Portanto, se ouvirmos e seguirmos os conselhos dessas pessoas, elas vão nos ajudar a fazer melhores escolhas.

Ao levarmos em consideração nossos pais (e outros indivíduos), que nasceram antes de nós, encontraremos nessas pessoas grandes exemplos de fé, de compromisso, de trabalho árduo, de dedicação, de sacrifício... E deveríamos nos esforçar para aprender com isso!

Na verdade, é difícil tentarmos imaginar alguma única situação em que não valesse a pena considerarmos as experiências de outras pessoas, para aprendermos com elas.

Hoje, muitas empresas contratam treinees, exatamente para que essas pessoas, futuros profissionais em potencial, observem os funcionários com mais tempo de casa, de maior conhecimento e mais larga experiência, para aprender aquilo que eles acumularam, durante anos.

O mesmo ocorre nos esportes: os mais novos (os "sub"-qualquer-coisa), procuram aprender observando os atletas mais experientes.

Uma vez, alguém disse: “quem não consegue lembrar-se do passado, está condenado a repeti-lo”.

Sábias palavras!...

Tic, tac...


O modelo mental humano é curioso.

Tendemos a achar que o sucesso do passado se repetirá; ou que, se as coisas não deram certo até então, continuarão assim.

É óbvio que temos que aprender com o passado, mas também é preciso que tenhamos a consciência de que ele não deve servir de padrão para o futuro (futuro que, como diz o ditado, "a Deus pertence"!).